Amor Impossivel por Causa da Distancia
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és. E lembra-te: "Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão."
Nota: Adaptação de trechos do texto Encerrando Ciclos
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho ou por incapacidade, mas simplesmente aquilo já não se encaixa mais na minha vida.
Nota: Adaptação de trechos de Link
Difícil convivência
Durante a era glacial, muitos animais morriam por
causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo esta situação,
resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam
mutuamente.
Mas os espinhos de cada um feria os companheiros
mais próximos,justamente os que forneciam calor.
E, por isso, tornaram a se afastar uns dos outros.
Voltaram a morrer congelados e precisavam fazer uma
escolha:
Desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os
espinhos do semelhante.
Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
Sobreviveram.
Assim,O melhor grupo não é aquele que reúne membros perfeitos, mas aquele onde cada um aceita os defeitos do outro e consegue perdão pelos próprios defeitos
A natureza das coisas do mundo constitui-se de tal modo que é quase impossível encontrar alguma que não possua uma desordem ou um inconveniente em qualquer parte; é preciso decidir-se a aceitá-los como são e tornar bom aquilo que possuem de menos ruim.
E eu disse-lhe: o melhor da vida é o seu impossível. E ela disse-me: isso não tem sentido nenhum. E eu dei-lhe razão, mas não sabia porquê. Ou seja, pela melhor razão que podia ter.
É muito difícil, e, em certas circunstâncias, quase impossível, sustentar na vida pública o crédito e conceito que merecemos na vida privada.
Se eu continuar no controle de tudo, incluindo de mim mesmo, talvez consiga ficar desperto e aqui, não parcialmente aqui, mas aqui, presente, agora.
Errar é humano, mas se arrepender é muito mais, você sabe porque que os fracos não se desculpam? Porque desculpar-se é uma qualidade que só os fortes tem e eu m orgulho disto. As três coisas mais difíceis do mundo são: Guardar um segredo, desculpar uma grande ofensa e aproveitar o tempo que nos resta, o tempo apenas parece ser longo mas passa muito rápido, nossa vida de acertos e erros é muito breve.
Observe o que vc pensa quando está só para saber quem é você. E para saber o lugar que te espera do Outro Lado basta saber o que faz com vc mesmo nas horas livres. Chico Xavier ( por Emmanuel )
"Eu não vim aqui pra dizer que não posso viver sem você.
Eu posso viver sem você. Mas eu não quero."
Tenho dias bons e dias ruins, quase me sinto culpada por dizer que não são todos ruins. Alguma coisa sempre me pega desprevenida – um programa na TV, uma piada do meu pai, um
comentário na aula – e rio como se nada tivesse acontecido. Volto ao normal, o que quer que "normal" signifique.
a lenda do perdao
Conta uma antiga lenda que existia uma cidade onde a palavra perdão nunca existiu.
As pessoas eram, portanto, donas da verdade, arrogantes e sofriam de uma terrível moléstia, complexo de superioridade.
A convivência era bastante complicada porque todos se consideravam perfeitos e com isso não enxergavam, nem admitiam seus defeitos, erros e equívocos.
Nessa cidade reinava a vaidade, a competição e a inimizade, por mais que elas andassem disfarçadas por detrás de sorrisos e manifestações de afeto.
Um dia uma mulher, vinda de outra cidade, foi morar lá.
Todos as tardes ia até a padaria e na volta sempre passava por uma praça onde um grupo de rapazes jogava bola.
Seu trajeto seria bem menor se ela cruzasse a praça, mas para não atrapalhar o jogo deles ela fazia o seu caminho contornando a praça. Claro que nenhum deles nunca percebeu ou deu valor à sua gentileza. Naquela cidade muito poucos entendiam desse assunto.
Certo dia essa mulher estava cheia de preocupações, com a cabeça bastante perturbada e na volta da padaria não se deu conta do caminho que tomou e atravessou a praça no exato momento em que um dos rapazes ia fazer um gol. O jogo parou, todos se olharam e o tal jovem, muito bravo, perguntou à ela:
- A senhora não está vendo o que fez? Que falta de atenção, até mesmo de consideração! Custava dar a volta na praça?
E ela respondeu:
- Há cerca de seis meses que todos os dias eu dou a volta na praça para não atrapalhar o jogo de vocês. Hoje, no entanto, eu confesso que me distraí. Estava muito envolvida com meus pensamentos. Peço a todos vocês perdão por isso.
Ninguém entendeu o que ela quis dizer e um dos meninos perguntou:
- Perdão? O que é perdão? Nunca ouvimos essa palavra.
Perdão é um ato de humildade, embora alguns julguem ser um ato de humilhação.
Os meninos foram para suas casas muito pensativos e contaram a seus pais sobre o perdão.
Errar, cometer injustiças, tomar atitudes precipitadas que podem prejudicar e magoar terceiros são coisas das quais todo ser humano está sujeito.
Reconhecer seus erros e pedir perdão, no entanto, nem todos os seres humanos são capazes.. Para isso é necessária uma enorme dose de humildade, um coração sensato e um espírito elevado.
Só os grandes sabem pedir perdão!
Dizem que aquela cidade anda muito diferente, mais alegre, as pessoas mais amigas, menos rivalidades e que todos além de terem aprendido a pedir perdão, agora também estão aprendendo a perdoar.
(Silvana Duboc)
Colaboração enviada por: Sheila Manoel
A LARGATIXA
Um conferencista compareceu ante o auditório superlotado, carregando consigo um pequeno fardo. Após cumprimentar os presentes, em silêncio, enfeitou uma mesa forrada com toalha branca de seda, com dezenas de pérolas que trouxera no embrulho e com várias dúzias de flores frescas e perfumadas.
Em seguida apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e os distribuiu sobre a mesa com graça.
Logo depois, diante do assombro de todos, em meio aos demais objetos, colocou uma pequenina lagartixa, num frasco de vidro.
Só então se dirigiu ao público perguntando:
- O que é que os senhores estão vendo?
E algumas vozes responderam discordantes:
- Um bicho!
- Um lagarto horrível!
- Uma larva!
- Um pequeno monstro!
O conferencista então considerou:
- Assim é o espírito da crítica destrutiva, meus amigos! Os senhores não enxergaram o forro de seda branca que recobre a mesa. Não viram as flores, nem sentiram o seu perfume. Não perceberam as pérolas, nem as outras preciosidades. Mas não passou despercebida aos olhos da maioria, a pequena lagartixa...
E, sorridente, concluiu:
- Me pediram para subir a este palco para falar sobre crítica, portanto, nada mais tenho a dizer.
Quantas vezes não nos temos feito cegos para as coisas valorosas da vida e das pessoas? Se seu filho mostra seu boletim escolar repleto de boas notas, mas com apenas uma nota baixa em determinada matéria, qual é a sua reação? Você enfatiza e elogia as notas boas, ou reclama da nota baixa? Quando agimos assim, sem perceber, podemos estar contribuindo para a formação de uma geração que será caracterizada pelo que não é, e não por aquilo que é.
E assim acontece em muitas situações da nossa vida; em vez de focarmos nas flores e nas perolas, colocamos nossa atenção na “lagartixa”.
Tente substituir a crítica pelo elogio e pelo reconhecimento. Você vai perceber que isso tornará a vida de todos, e principalmente a sua, muito melhor!
Colaboração enviada por: Olavo Matias
Nunca deixe um eu te amo no vácuo, esse pode ser o último que você está ouvindo dessa pessoa.
Valorize quem te ama...