Amor Impossivel Martha Medeiros
Quando verdadeiramente é amor, não conseguimos descrever em palavras o quanto se ama; não é possível transmitir, somente sentir.
... E quando encontramos o amor, não existe nada que te faça mais feliz do que viver momentos inesquecíveis com quem sempre estará ao seu lado para lembrá-los.
O início de um novo tempo.
Eu sei que é amor quando chega a hora de te levar embora.
Só tenho vontade de ficar com você agora.
Apaixonei-me com seu jeito de ser.
Me conheci ao te conhecer.
Quero te mostrar a liberdade de poder viver um amor de verdade,
e justificar toda essa saudade.
Descobri que é no meu coração que você mora.
Não precisa mais ir embora.
"O amor quando e abundante, tem que saber distribuir aos poucos, pois uma grande dose de ingratidão pode até matar."
"O dinheiro nunca vai mentir pra você, e o amor nunca vai pagar suas contas. Então foque em dinheiro que jamais lhe faltará mulheres, foque em mulheres que sempre faltará dinheiro."
O amor é necessidade, estado de aparência, estética social. Amor é falta de segurança, é dependência, vácuo de si. Amor não é sentimento, talvez uma busca da satisfação das diversas carências do organismo e de suas peculiaridades. O amor é uma busca intensa da compreensão e do prazer, visto como aparências e necessidades, como rituais que exigem esforço recíproco entre dois e repetição contínua. A busca do amor ao outrem é uma exigência de prova, que não busca em si mesmo, “logo o amor não existe”. Buscar o amor próprio no alheio parece imprudência com as próprias certezas, não passando de umas fantasias, conto de fadas. Parece mais: o amor é uma falta de amadurecimento das emoções. Assim não existe prova de amor, apenas uma manipulação, poder de convencimento, e, quanto mais o: “eu te amo”. Muito mais o: “eu te preciso”. O: “você para as minhas necessidades”. O amor é um sinal de posse, poder egoísta, é um sentimento acima do senso de justiça. Assim foram criados por um meio: o amar. Sendo o mesmo meio: o Fim. (A. VALIM).
O amor não é suficiente para felicidade, devido a uma dependência das circunstâncias harmonizáveis entre o bem e o mal. O bem e o mal são estabelecidos por Deus entre a serpente e a mulher, entre o homem e a maçã; entre o céu e o inferno. Para tudo Deus e o Diabo são os personagens da vida. Como explica a maldade divina: Gênesis 3;15: " Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dele.
O amor está entre o céu e o inferno, situado entre os poderes de Deus criador da fortaleza e da ruína, uma fraqueza da pequenez humana, ao mesmo tempo em que não existe céu ou inferno, o amor é capaz de sobrepô-los.
Todo saber, toda a verdade é opinável, tão mal quanto o vício, ódio, amor e fanatismo, são produtos capaz de torna-los os homens imorais.
O poeta precisa de um desajuste, um amor indigente, um desejo nunca saciado e por fim mal correspondido.
