Amor Eternidade
O teu tempo passou, você não faz falta, passou, não há eternidade, amor, felicidade, quando a tua presença não é necessária aqui. Adeus, mulher, adeus, você não é parte do meu mundo.
Quando o amor transcende...
Ao tempo, ao risco do destino
A eternidade se faz presente
nada muda este rabisco.
"Certo dia, alguém jurou-me amor, por toda a eternidade, e agora estou só.
Promessas vazias, de uma vã filosofia, do que fomos um dia, não restou nem o pó.
Lembro do que fora dito, dos meus olhos, o colírio, finjo, acredito, chega a dar dó.
Tudo o que fora quebrado, as juras, do meu peito, os estilhaços, eu sei, ela lembra de cor.
Deus, rogo para que ela se enforque nas próprias mentiras, seja refém de suas próprias carícias, e que a corda de sua lascívia, jamais desate o nó.
Como eu a queria do meu lado, prostei-me de joelhos, mas houve quem ouvisse minha oração, Jeová, Lúcifer, Odin, nem mesmo Thor.
Quando os céus, e nem o inferno respondem, é onde nasce do homem, o pior.
Morro nessa luta, por parte dela não houve labuta, jurou-me amor por toda uma eternidade, e agora, estou só..." - EDSON, Wikney
As vezes o amor de Deus nos causa tristeza momentaneamente, mais no final na eternidade tudo será alegria completa.
Um amor tão simples, mas que desejo sentir por toda a eternidade.
Sei que essas peças de quebra-cabeça representam grandes desafios. Através dos meus olhos, sombreados, tento enxergar o seu mundo invisível.
Uma linguagem silenciosa e poderosa, onde cada palavra dita por você soa como um verdadeiro toque de amor.
Passaria a eternidade na dança das nossas palavras, meu amor.
Tua poesia é sopro, um verso solto no vento,
um ritmo que meu peito aprendeu de cor.
Nossos silêncios são estrofes inteiras,
escritas na pele, em tinta de calor.
Os dedos traçam mapas de desejo,
cada toque, um nome novo pra paixão.
O tempo desfia-se em nosso abraço,
e o relógio vira pó, só resta o chão.
Dançamos em línguas desconhecidas,
o corpo inventa gramáticas de luz.
O espaço entre nós é um rio sem margens,
onde bebo teu nome e mergulho após.
A alquimia que acontece quando nossos
corpos se encontram, não tem verbo que explica, transforma o instante em eterno,
o ferro em flor.
Nossas bocas fundem metais raros,
cunhando moedas de grande valor.
Se o mundo acabar, ficará nossa fala,
o eco dos gestos, o sal do suor.
Passaria a eternidade nesse diálogo.
Quero te amar sempre e pra sempre,
e todos os dias.
O amor que se torna amizade é uma travessia silenciosa, mas carregada de eternidade. Ele não se apaga, não se dissolve no esquecimento, mas se reinventa em outra forma de presença. No início, o amor é vertigem: é o encontro que acelera o coração, a urgência de estar junto, o desejo que não conhece limites. É chama que consome, é tempestade que arrasta, é promessa de infinitude. Mas o tempo, com sua sabedoria paciente, mostra que nem sempre a intensidade pode ser sustentada. O que permanece, então, é a essência — e essa essência, quando verdadeira, se transmuta em amizade.
Essa metamorfose não é perda, mas conquista. O que era paixão se torna confiança; o que era desejo se torna cuidado; o que era promessa se torna memória viva. A amizade que nasce do amor carrega uma densidade única, porque conhece os segredos, os silêncios, os abismos e as alturas. É uma amizade que não se constrói apenas no cotidiano, mas que guarda em si a lembrança de um encontro que já foi maior do que a vida.
Há uma filosofia profunda nesse processo: compreender que os vínculos humanos não precisam se romper para mudar. O amor não desaparece, apenas muda de forma, como a água que deixa de ser rio para repousar como lago. Continua a ser água, continua a ser essência, mas agora habita outra paisagem. Já não corre com velocidade, mas reflete o céu com serenidade. É permanência, é horizonte, é eternidade.
E há também uma poesia nessa transição. Amar e depois ser amigo é reconhecer que a intensidade não é a única medida da verdade. É perceber que o amor não precisa sempre arder para existir — às vezes, basta iluminar. E nessa luz tranquila, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser paixão, continua a ser presença. Ele se torna companheirismo, cuidado, memória viva. Ele se torna amizade.
No fundo, o amor que se torna amizade é uma vitória contra o esquecimento. Ele prova que os encontros autênticos não se desfazem: apenas se reinventam. E nessa reinvenção, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser chama, continua a ser calor. Não como incêndio que consome, mas como brasa que sustenta. Não como tempestade que assusta, mas como horizonte que acolhe.
Assim, o amor que se torna amizade é mais do que uma transformação: é um testemunho de que nada do que é verdadeiro se perde. Apenas se transforma. E nessa transformação, encontramos talvez a forma mais pura de eternidade: quando o amor escolhe sobreviver em outra forma, não como paixão que devora, mas como amizade que permanece.
Me entrego a vida
E não nego a verdade
Por amor
A este favor da eternidade
Pela oportunidade
Da verdadeira
Simplicidade
Procuro no escuro
Por essa razão
A luz
Que jesus
Pediu em compreensão
O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio, foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda, nasceu a esperança que nem a escuridão conseguiu apagar.
O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível com mãos feridas, transformou lágrimas em promessa, e o fim…
em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
— porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.
E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando
a gente acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.
O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio,
foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda,
nasceu a esperança
que nem a escuridão
conseguiu apagar.
O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível
com mãos feridas,
transformou lágrimas em
promessa, e o fim… em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
—porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.
E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando a gente
acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.
Há um toque de eternidade nos amores platônicos, Greta sabia agora. Cada um deles é uma estrada que o tempo não destrói, porque nunca levou a caminhos conhecidos, nem a paisagens reais. (Trecho de "Dois mistérios em uma noite fria".)
Um grande amor não se define pelo estado civil, mas pela eternidade do querer. Mesmo longe dos olhos, você nunca sai da minha mente. Onde o pensamento se encontra, a saudade vira presença.
Foi ontem, quando começou nossa eternidade! Quando nos reconhecemos, assim o amor se fez, de uma vez para nunca mais se repetir igual e tão perfeito!
