Amor Espiritual

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Com amor no coração a gente chega perto do céu.
O amor eleva nossa alma.

“O amor perfeito é aquele que não julga o imperfeito”

Prédios queimam, pessoas morrem, mas o amor verdadeiro é para sempre.

A maior prova de de amor que um homem pode dar a uma mulher, é paciência na TPM dela.

Amor estas zangada comigo?
Um sms teu não só ilumina
o visor do telefone,
mas também o meu coração.

Em meu silêncio solitário, grave
Um coração a libertar, insiste
Mistério amor, dê-me dele a chave
Eis que o meu ainda bate, existe.

A maioria das pessoas nunca encontram um grande amor na vida. Você encontrou dois.

são dos sacrifícios do amor que a humanidade inteira retira seu fôlego de esperança para continuar existindo.

E já que não somos eternos, que Deus nos permita viver o melhor da vida, amar o melhor do amor e ser feliz com as maiores alegrias!!! E que apesar de não sermos eternos, sejamos inesquecíveis ...

Tudo que eu olho me faz lembra de você, um ato de amor, um sobrenome, os olhos azuis...

Amor sincero
Amor teimoso
Amor amigo
Amor famoso

Amor eterno
fica sendo incerto
Amor reto
que seja completo

Amor perto
com muito afeto
Amor receoso
sendo precioso

Amor talentoso
do dia todo
Que o amor seja amoroso
em todos os namoros.

Permito-me viver intensa e desapegadamente o amor/presença e também o seu reverso... Assim, terei a real noção dos abismos oceânicos; da amplitude do horizonte; dos "limites" do infinito, em minh'alma, represados.

Quer encontrar o amor verdadeiro? Levanta, se olha no espelho e descobre o que você sente pela pessoa que vê do outro lado, quando você descobrir que o que sente por essa pessoa é algo tão grande que mal cabe em si terá finalmente descoberto o mais lindo e verdadeiro dos amores: O PRÓPRIO.

⁠Não pode haver amor sem justiça.

bell hooks
Tudo sobre o amor: Novas perspectivas. São Paulo: Elefante, 2021.

A Esperança é sempre uma dúvida, a Fé é uma convicção e o Amor uma certeza.

Para não te enganar escondo no sorriso a dor que sinto ao te ver passar na rua com seu novo amor.

⁠Onde você estiver, recebe meu amor, meu beijo, meu bom dia, minha saudade, minha oração, minhas flores... você vai estar no meu coração por todos os momentos.

Você tem medo de fazer amor comigo
Você tem medo de acordar com um bandido
E ver no espelho escrito com batom:
- Tchau trouxa, foi bom!
Você não sabe de onde eu tiro o meu dinheiro
Você não sabe o que eu faço o dia inteiro
E esse mistério destrói a nossa paz
Ah, não posso mais
Não me pergunte nada, me deixe apenas vendo
Seu corpo lindo vindo para mim
E não se esconda tanto pois o seu corpo chama
Um outro corpo solto sobre o seu que eu bem sei
É o meu
Você suspeita que eu não seja um bom sujeito
E não entrega seu amor a um suspeito
Mas mesmo tentando jamais conseguirá
Não me desejar

DO AMOR

Não falo do amor romântico,
aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão,
paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
e pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida,
explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto,
formatado, inteiro, antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim,
que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído,
inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta?
O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
o amor será sempre o desconhecido,
a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido,
quer ser violado,
quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
e nós preferimos o leito de um rio,
com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha e
nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
o amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor,
se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a Vida é feita.
Ou melhor, só se Vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.

Quando há reconciliação, tudo se renova. Renova-se a fé, a alma, o amor, a amizade, a paixão, a paz interior e até o espírito se rejuvenesce. Acabam-se as torturas, as incertezas, e aliviam-se os pesadelos, alimenta os corações com novas esperanças e alegrias para um recomeçar.