Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
Ser sensível nunca foi fraqueza.
É sentir tudo em volume máximo.
É doer mais… mas viver mais também.
Eu já tentei ser menos.
Já tentei caber no raso.
Mas entendi que é exatamente essa intensidade
que me faz ser quem eu sou.
Eu sinto tudo.
A dor. A música. O silêncio.
Sou complexa.
Sou profunda.
Sou viva.
E eu não trocaria isso por nada.
Depois de muita dor de cabeça, decidi: nunca mais compro celular usado em classificados ou brechós. Comprei dois e os dois vieram com defeitos. Triste perceber como a honestidade anda em falta.
Estamos cercados por olhos que nunca dormem: câmeras, celulares, aplicativos, o Google e até os sistemas dos bancos. A tecnologia vigia cada passo, até quando pensamos estar sozinhos. No fim, não é apenas que usamos tecnologia… é que, sem perceber, nos tornamos extensão dela.”
Discutir com ignorante é inútil: quem se recusa a enxergar nunca vai entender, por mais que a verdade esteja diante dele.
Na velhice, perdemos muito: amigos, força, ilusões… e a paciência para lidar com quem nunca somou nada. Com o tempo, a gente entende que não vale mais desperdiçar energia com pessoas vazias, conversas inúteis e atitudes pequenas. A maturidade não nos deixa mais fingir, nem carregar pesos que não são nossos. Na velhice, não é que ficamos mais duros, é que finalmente aprendemos a enxergar quem realmente faz falta e quem nunca fez.
A vida não devolve o tempo. O que você não fez, ficará para sempre no território do nunca. O que foi feito, permanece. Nada volta atrás.
Nesta vida, o que não foi feito, fica para sempre no campo do nunca. O que foi feito, está feito. Nada volta atrás. Pense nisso.
