Amor entre Pessoas que Nunca se Viram

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⁠Detalhes de mim


Perdido entre quatro versos,
Almejo me encontrar
De um jeito tão complexo,
E tão sincero de se explicar.


Perdido entre rimas,
Assim são os meus dias
Há noites que viram manhãs de Sol,
Com o acalento da poesia.


Perdido em meus pensamentos,
Buscando o melhor em mim
Fazer com que em um momento,
Tudo não se limite a apenas sentir.


Perdido entre imaginação e realidade,
Assim vou vivendo o meu eu
De uma forma com sagacidade,
Encontro detalhes de um sonho intenso, que um dia se perdeu!

Entre mil vozes sigo calado,
um riso perto me soa errado,
mas dentro da sombra guardo um clarão,
semente pequena, discreta paixão.


Olhares passam, não me percebem,
sou mar sem barcos que nele se atre­vem,
mas no fundo das águas, quieto, escondido,
há um peixe dourado que insiste em ter brilho.


Sou chama acesa perdida no frio,
vento me corta, me torna vazio,
mas toda brasa, ainda que fraca,
se agarra à madeira e a vida destaca.


Carrego no peito a multidão da solidão,
ruídos dançam, mas falta canção,
porém sei que a noite, tão longa e fechada,
um dia se abre em aurora dourada.


Eco sem porto, palavra sem mão,
me faço poema, me invento canção,
pois mesmo que o mundo não queira me ouvir,
meu próprio silêncio começa a sorrir.


E sigo entre vidas, ferido, mas são,
corpo presente, pulsando emoção,
a solidão pode ser dura prisão,
mas guarda a chave no próprio coração.

Bruxo/a
caminha
entre os ruídos
do mundo não físico
e escuta o que
não se diz:
a respiração
da Natureza.

"A sintonia entre o tempo e a vida, depende em fazer o que é preciso e o que traz prazer."

Cinzas do Céu — O Renascimento da Fênix
Por Marcos, escritor da literatura
Entre o silêncio do céu e a vastidão da terra,
uma Fênix dormia nas cinzas do infinito.
Seu peito carregava o fogo da eternidade,
e cada batida era poema que ninguém podia apagar.
Quando o mundo fechava portas,
ela acendia sua alma com a força de mil sóis,
e o brilho atravessava montanhas, oceanos e o tempo,
tocando corações que ainda não sabiam que podiam sentir.
As cinzas se erguiam como pilares de luz,
e cada partícula era memória de batalhas e vitórias,
uma dança entre a vida e o impossível,
uma ode àqueles que ousam existir sem medo.
A Fênix renasce no silêncio de quem não vê,
nos olhos do paralítico, no coração do surdo,
no peito de quem sente que o mundo não compreende,
mas ainda assim insiste em brilhar.
Seu fogo incomoda os cegos de alma,
mas aquece os que entendem o valor do renascer.
E cada asa que se abre é verso,
cada chama que sobe é poema,
cada grito silencioso é hino à literatura do infinito.
Ela não teme o escuro,
pois dentro dela mora a luz de mil estrelas,
e no triângulo entre céu, terra e coração,
o impossível se curva diante da vontade de ser.

A vida é um intervalo entre duas escuridões. Antes de você nascer, o mundo não sentia sua falta
Depois que você morrer, o mundo não lembrará que um dia você existiu


Use seu tempo nesse intervalo chamado vida, de forma sábia.

⁠Entre o sim e o não,
Meu coração balança,
É saudade, é esperança,
Ou vontade de fugir?
Entre o sim e o não,
Teu amor me contradiz,
Me confunde, me castiga,
Mas me faz querer sorrir.

Entre o sim e o não,
meu coração balança,
É saudade,
É esperança,
ou vontade de fugir?

Já sobrevivi a tantos fins do mundo,
cada ruína vestida de silêncio.
E logo depois, entre cinzas e respiros,
vieram tantos Gênesis.
O fim sempre chega,
mas o começo sempre insiste em um novo renascimento.

Diante de tudo e entre lembranças e sonhos, sigo meu próprio ritmo, mesmo com fantasmas do passado, dançando no meu compasso.

Entre cinzas e dores, renasce o indomável.

​"Nosso papel como Enfermagem é ser a ponte entre o diagnóstico e a liberdade de ser quem a criança é."

"Às vezes, a única diferença entre cair e continuar… é uma mão que você nem esperava mais ver."

Consciência racional.


É natural fazermos comparações entre as qualidades e os defeitos de alguém, principalmente se você estiver se relacionado com essa pessoa.


Mas tome muito cuidado com a sua consciência irracional, pois é ele que te faz enxergar negativamente o outro;
Levando em conta só os defeitos dessa pessoa, sem contabilizar os seus.

Olhar profano
Juvenil Gonçalves


Teu olhar, açoite e prece,
Labareda em tom sombrio,
Entre o céu que me enaltece
E o inferno onde me fio;
És luxúria que me impele,
Olhar de cachorro no cio.


Fere, inflama, envenena,
És astro em desvario;
És serpente que envenena
Com veneno doce e frio.
És pecado em forma plena,
Eucaristia do desvio.


No templo da tua face
Arde o culto proibido;
Teu olhar, quando me abraça,
É altar de amor bandido.
Nele o anjo perde a graça
E o santo cai corrompido.


Por ti rasgo o Livro Santo,
Profano a fé que te evoco;
Pois me tomas pelo encanto
Que se oculta em teu sofoco.
E o que era virtude, em pranto,
Faz-se brasa em fogo louco.


Ó delírio que me assalta,
Labirinto sem saída;
Quando teu olhar me exalta
Desmantela a minha vida.
Nele a morte se ressuscita
E o inferno vira guarida.


Se sou servo ou penitente,
Nem o céu define o fio;
Pois me entrego inteiramente
Ao prazer que desafia o brio.
E tudo começa novamente
No olhar vagabundo no cio.

Com a idade você aprende muitas coisas, entre elas a ignorar certos hábitos.

A diferença entre o fraco e o covarde é que o fraco é aquela pessoa que quer lutar mas não pode... E o covarde é aquela pessoa que pode lutar mas não quer!

As rugas que carrego não são peso: são pontes entre quem fui e quem continuo sendo.

Sou inteira
não há fronteira
entre a vida pessoal e o trabalho.


O tempo me pede cuidado:
distinguir o urgente
do importante.


Pergunto a mim mesma:
até onde quero ir
ao custo do esgotamento?


De que vale consumir mais,
se o preço
é a saúde ou a sanidade?


Antes que a natureza imponha sua resposta,
preciso aprender
a impor a minha.

Entre o invisível da luz e o silêncio do som, nasce a reprogramação mental.




Dra Zaika Capita