Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
Há uma diferença entre excesso de confiança e arrogância. É mais adequado receber avaliações de pessoas que realmente se importam com a nossa saúde e manter a humildade ao invés de ver os outros como insuficientes.
Infelizmente, nem todos possuem habilidade para lidar com a superioridade cega.No entanto, onde houver excesso em um complexo, isso pode resultar em transbordamentos indesejados.
É necessário sermos mais cuidadosos e nos examinarmos periodicamente para verificar se não estamos caindo em nossas próprias armadilhas.
A existência humana é formada por conexões; crescemos juntos, mesmo com os que nos desafiam. Cada um tem particularidades que podem nos ajudar a compreender a importância de agir com tolerância, valorizando momentos, mesmo que sejam modestos. Por trás de grandes figuras, existem diversas outras que se misturam para demonstrar que a formação de uma construção ,não é obra feita apenas por uma única mão.
Rebeldia não é desobediência, é não conformismo. Entre o punk e o pink, ela se veste de cor e atitude, rompendo com o cinza do mundo.
Devaneios da vida.
Devaneio vem de sonhar, fantasiar, idealizar, entre outros, algo quase impossível de se alcançar.
Mas ontem eu tive algo que seria um devaneio para mim, tive contato com outro meio social, eu saí com colegas de trabalho.
No entanto, só com essa informação, não parece algo que seria um devaneio. Toda via não foi apenas uma ida a um restaurante e sim uma imersão terapêutica de felicidade.
Estar em meio a pessoas que jamais imaginei estarem em meu ciclo social não por serem pessoas ruins, longe disso, e sim por estarem em níveis diferentes dos meus.
No sentido não financeiro e sim emocional e maduro pessoas com pensamentos elevados e visões de vida diferentes dos demais com base na felicidade em outras coisas não apenas em sucesso desenfreado e sim na felicidade simples de um momento de confraternização entre pessoas não somente em ciclos sociais ou emocionais.
Obrigado, Alefer e Ruan por me mostrarem mais uma vez que a vida é algo que pode ser vivido com momentos de alegria.
Muitas vezes ... Palavras podem ser desnecessárias... Mas a conexão entre nossos pensamentos e atitudes... Valem muito.
"Entre a luz e a escuridão
Há a penumbra.
Entre um sonho afável
E um pesadelo…
O meio termo é acordar.
Mas e após a morte?
Há o refluxo à vida…
E você não precisa acreditar.
Rogério Pacheco
Poema: Câmara da redenção
Livro: Vermelho Navalha
Teófilo Otoni/MG
Cada pessoa nasce duas vezes. A segunda vez é quando você conquista seu lugar entre o povo, para sempre.
No Camarim…
Nos camarins, entre risadas e histórias compartilhadas, eu encontro minha família, meus irmãos de estrada, unidos pelo amor pela música e pela jornada que escolhemos trilhar juntos.
A vida tenta a todo tempo nos ensinar a diferença entre a riqueza e o dinheiro. Ainda que a sociedade consumista insista na superficialidade do dinheiro. A família, o relacionamento com Deus e a paz são exemplos de riquezas, todos eles estão ligados a alma. O dinheiro só poderá ser útil quando não somos escravos dele, porque a riqueza não tem preço, o amor não se compra e não se estima em preço. Nesta sociedade citada aonde tudo é tratado como objeto, inclusive as relações humanas, tudo tem preço e validade; mas na sociedade projetada por Deus o que vale é a profundidade do amor, do perdão e do propósito!
No palco da vida, o tempo é o mestre,
Escravizando-nos em sua dança sem fim.
Entre memórias doces e feridas abertas,
Navegamos as águas turbulentas do destino.
Promessas não cumpridas, cicatrizes eternas,
O tempo é tanto cura quanto ferida.
Fortaleza e fraqueza entrelaçadas,
Em seu abraço implacável, somos envolvidos.
Sob o céu azul da esperança,
Dançamos sob os raios dourados do sol.
Mas também nos perdemos na escuridão,
Onde nuvens cinzentas obscurecem o caminho.
O tempo, o enigma que nos desafia,
Nas voltas e reviravoltas da existência.
Tentamos decifrá-lo, mas acabamos presos,
Em seu eterno jogo de esconde-esconde.
Existe uma nesga de poesia, entre a selva de concreto. Há sempre um detalhe poético, mesmo na aridez do deserto.
_________________________________Solange Lisboa. 04/03/2024.
Existe uma linha tênue entre liderar e oprimir. O líder oferece o caminho para os liderados, o opressor induz e manipula os liderados.
Entre o Eco da Ausência e o Grito do Silêncio
Diante das palavras impregnadas de desapego e dor, surge uma resposta silenciosa, tecida com fios de reflexão e resignação. É como se cada frase fosse um eco, reverberando nos cantos sombrios da alma, mas também iluminando os recantos mais profundos do coração.
Não é a falta que se faz presente, mas sim a presença ausente, uma ausência que se manifesta de formas indizíveis. É a memória que se esvai, o cheiro que se dissipa, o toque que se desvanece. É o reconhecimento de que o que um dia foi, agora não passa de sombras fugidias, dissipando-se com o vento.
E mesmo diante dessa ausência, há uma ânsia que se insinua, uma vontade de confrontar os fantasmas do passado, de encarar de frente a distância que separa o que já foi e o que resta agora. É como se a própria alma se revoltasse contra a lembrança do que um dia a aprisionou, buscando expurgar qualquer vestígio daquilo que já não lhe pertence mais.
Mas entre as linhas desse desabafo, há também um silêncio que grita, um vazio que ecoa. É a solidão que se faz companhia, o eco dos dias vazios, a resignação diante do inevitável. E no meio desse turbilhão de emoções, resta apenas o gesto simbólico de tentar exorcizar o passado, de purificar a alma daquilo que já não a alimenta mais.
Assim, entre a ânsia e o silêncio, entre a distância e a resignação, essa prosa se insere como um suspiro, uma última tentativa de libertação, um ato de coragem diante da incerteza do amanhã. É o retrato de uma jornada interior, onde o amor e a dor se entrelaçam em um eterno jogo de sombras e luz.
Quando se vir dividido entre a sua vontade, a dos outros e a de Deus, escolha sempre a de Deus. Só Ele é digno de honra e estará sempre ao seu lado, abençoando e prosperando o seu caminho por toda a vida.
Anseio o toque que não vem,
o calor que escapa por entre os dias,
como areia fina em minhas mãos cansadas.
Cada batida do meu coração ecoa no vazio,
um grito mudo que ninguém ouve.
Olhos vagam, buscando algum reflexo,
um sorriso que se curve em minha direção,
mas encontro apenas sombras
que dançam à beira da solidão.
Minhas palavras caem pesadas,
se espalham no silêncio dos quartos fechados.
Será que alguém as acolhe,
ou desaparecem, como eu, no esquecimento?
A pele clama por carinho,
como terra seca implora pela chuva.
E eu? Eu só quero o calor de um abraço,
um porto seguro em meio ao caos de ser.
Não peço muito, apenas ser visto,
ser amado como sou, imperfeito,
carente do simples, do toque,
da presença que dá sentido ao que falta.
Mas o amor se esvai,
e aqui estou, sozinho,
desesperado pela esperança
que o afeto um dia possa me encontrar.
"viver é, acima de tudo, uma dança entre o caos e a ordem, entre o medo e a coragem"
respiro fundo e sinto a vida pulsando. é como se um raio de sol atravessasse as nuvens densas de um dia comum. e saber que, por mais que o mundo lá fora possa ser incerto, eu estou aqui, presente, sentindo. quando escrevo, não me refiro apenas às grandes conquistas, mas também às pequenas maravilhas do cotidiano: o sorriso inesperado de quem se ama, o sabor de um café quente numa manhã fria, o conforto de um abraço. já reparou na sorte que é poder sentir o calor do sol na pele, ouvir o som do vento nas árvores, mergulhar o olhar no céu infinito? eu sei, há dias que o peso do mundo parece demais para suportar. mas mesmo nesses momentos há uma sorte intrínseca em simplesmente estar aqui. viver é, acima de tudo, uma dança entre o caos e a ordem, entre o medo e a coragem
- thalita monte santo.
