Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
E entre as lições que vou levar pra vida:
Cumprimentar uma pessoa nem sempre significa que você 'morre de amores' por ela, mas sempre significará que você é uma pessoa educada (Instruída, polida, cortês).
Agora se a pessoa se 'amarra' pra retribuir seu cumprimento, faz aquilo deixando claro que está fazendo porque não tem jeito, que não é o que ela gostaria de estar fazendo ou com a super reconhecida cara de 'nojinho', sendo uma pessoa educada não se prive de seus modos pela falta de modos alheios, afinal cada um só pode oferecer o que tem.
E assim a vida fica mais leve.
Folclore
Serpente noturna correndo como rio por entre as árvores da floresta
Despertando medo nas criaturas da noite
Tinha olhos de lua, invocando as estrelas baixas.
A cada dia que passa tenho mais a certeza do que quero, entre as minhas duvidas e as minhas razões vou conheçendo a cada dia mais as pessoas com quem eu convivo e simplesmente me apaixonando pelas interessantes e deixando de lado as que não são interessantes ou que nem fazem sentido conviver , apenas deixo o vento as levarem para onde quiser.
A distância entre o ordinário e o extraordinário não era mais que um passo, um sopro, uma respiração...
Vivo de apreço, desgostos e desejos. Caleidoscópio-me entre tuas insanidades. De lonjuras por ti estremeço. Alimenta-me de tuas iras, sem elas não existo. Não se cega por acaso, me cego por amor.
O Brasil precisa ainda avançar muito na definição do que é público. Infelizmente, entre nós, muita gente considera que público é sinônimo de sem-dono. É justamente o contrário: o público só não tem um dono porque tem todos.
Estamos em multidão de outros.
Entre idas e vindas entre mortos e feridos, numa hora ou outra, vc percebe que sempre será sozinho. E esse estado transitorio sempre será permanente.
Essa é nossa maior angustia. Este é o nosso doloroso aprendizado.
Ser só e só.
"Entre glórias e fracassos podemos ter uma certeza. Nas glórias trazemos pra si os amigos verdadeiros, os não verdadeiros e os que querem ser nossos amigos. Porém, nos fracassos, só vêm a nós os que realmente são verdadeiros amigos".
Entre a consciência e a ideia eu escolheria a consciência. Afinal a ideia pode estar errada, mas a consciência estará sempre certa.
Preciso do vazio para preencher os sentidos perdidos...entre pontos escuto o silêncio e nele cada vez faço a mais morada...
A vida é uma travessia breve entre o vazio que nos gera e o vazio que nos acolhe. Nada possuímos, tudo é passagem.
Entre Sensações e Cansaços
Diria que a vida é feita de sensações,
que entrelaçam muitas emoções,
das quais não se vê tantas menções.
O que se faz quando todas as palavras
já parecem repetidas?
Já não sei...
Mas sigo a escrever,
mesmo sem sentir que algo irá permanecer.
Gosto de imaginar o cantarolar dos pássaros
que me cercam no desconhecido —
o lugar onde, mais do que reconhecido,
encontro meu verdadeiro eu.
Ali, já não preciso fugir.
Ali, não preciso me inserir.
Pertencimento…
uma falsa convicção criada por aqueles
que mal sabem de si mesmos.
Afinal, onde pertencer,
senão ao próprio ser?
Estou tão cansado,
até um pouco frustrado…
Já não sei o que é me sentir fechado.
Nem tenho mais o desejo de ser encontrado.
Acho que a maturidade
é menos sobre a seriedade
e mais sobre o quanto você se expõe —
por dentro, por fora,
sem precisar de terno,
mas com verdade no interno.
Estar na minha pele e ainda saber rir de mim mesma por entre as lágrimas não é para qualquer uma. A maioria teria surtado na primeira oportunidade.
Entre silêncios e presenças
Há quem fale pouco,
mas diga tudo com um olhar.
Quem caminha na sombra
e, ainda assim, consegue iluminar.
Não precisa de cena, nem de som,
tem um jeito calmo de impactar.
Um gesto, um suspiro, um instante,
e tudo começa a mudar.
Veio devagar, feito brisa,
sem prometer, sem avisar.
E agora mora em nuances
que eu aprendi a decifrar.
Quase nunca posta,
mas quando posta, arrasa!
É como se o tempo parasse,
como se a alma se arrumasse
pra encontrar um espaço
onde só ele se encaixa.
Talvez nunca diga,
mas eu vejo.
Cada detalhe, cada corte sutil
na moldura do que não se mostra —
mas se sente.
Por Érica Riberti
Entre silêncios e presenças
Há quem fale pouco,
mas diga tudo com um olhar.
Quem caminha na sombra
e, ainda assim, consegue iluminar.
Não precisa de cena, nem de som,
tem um jeito calmo de impactar.
Um gesto, um suspiro, um instante,
e tudo começa a mudar.
Veio devagar, feito brisa,
sem prometer, sem avisar.
E agora mora em nuances
que eu aprendi a decifrar.
Quase nunca posta,
mas quando posta, arrasa!
É como se o tempo parasse,
como se a alma se arrumasse
pra encontrar um espaço
onde só ele se encaixa.
Talvez nunca diga,
mas eu vejo.
Cada detalhe, cada corte sutil
na moldura do que não se mostra —
mas se sente.
Por Érica Riberti
