Amor entre Almas

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⁠“Teus olhos são a bússola onde o meu destino repousa, navegando sereno entre o mistério e o desejo que murmureja no silêncio.” ©JoaoCarreiraPoeta.

⁠“Cada respiração é um elo invisível entre o finito e o infinito, onde habita silenciosa a centelha escolástica do divino.”
©JoaoCarreiraPoeta.


Campinas, 01/12/2025.

⁠“Você já parou para pensar que a vida dança entre dicotomias, ao ritmo dos sonhos que ousamos acreditar?” ©JoaoCarreiraPoeta.


Campinas, 05/12/2025.

⁠“Na dicotomia entre o silêncio e o verbo, os fonemas se rebelam, grugulejando verdades que o peito ainda não soube nomear.” ©JoaoCarreiraPoeta.


Campinas, 13/12/2025.

A Quintilha da Saudade!

Na pauta da memória, o decano,


Entre brumas surge caricioso,

Sua retórica soa em afogadilho,


Eminente saudade, fulgor análogo,


Inatual chama, ardor tão formoso.


©JoaoCarreiraPoeta.

17/12/2025.

“Entre o que foi vivido e o que virá, há um intervalo sagrado: reconhecer o que deve morrer para que algo mais verdadeiro possa nascer.” - Leonardo Azevedo.

Morar em Brasília é viver entre ruas limpas e ipês amarelos, onde a segurança e a natureza caminham lado a lado, e a cidade oferece educação, cultura e lazer em perfeita harmonia; é como caminhar ao lado de Oscar Niemeyer, cuja presença ainda se sente nas curvas da cidade, e quando você ergue os olhos, o céu realmente é azul e limpo.

sabe, eu fico oscilando entre a fé e o ateísmo, mas sou a favor da fé.... porque os humanos me dão medo ja que a falta de fé pode torna-los monstruosos, ja eu não fico assim, por isso me dou o luxo de me revoltar as vezes, porque eu sei lidar com a falta de sentimentos, mas não confio nos demais para isso....

"você pode ser um herói e um vilão ao mesmo tempo, em diferentes historias, entre uma mentira e uma verdade as vezes não existe relação"

Nas esquinas da vida, entre ruas vazias e avenidas apressadas, você passou por mim.
Foi rápido demais para ser esquecido.
Não sei se foi sua beleza, seu perfume ou o silêncio que ficou depois.
Só sei que algo se partiu naquele instante.
Desde então, sigo te procurando em rostos errados e caminhos perdidos.
Alguns encontros não vêm para ficar.
Vêm para doer e nos mudar para sempre.

O conflito é o atrito inevitável entre ideias que não sabem recuar.

Entre Estações


Não sei explicar.
Mas ao te ver, sinto alegria e tristeza,
contentamento e desalento.


És calor e frio ao mesmo tempo,
luz que também é escuridão.


És inverno e também verão,
és chuva leve
poeira pura que se ergue do chão.


És amor,
lâmina invisível,
que em silêncio
corta meu coração.

Entre encontros e desencontros, conheci novos lugares, alguns foram revisitados, estive com distintas personalidades, algumas pessoas já conhecidas, outras que foram vistas pela primeira vez e logo tiveram as suas companhias usufruídas da melhor forma possível, exploramos e contemplamos a natureza e as suas várias formas de vida,

Com certeza, afirmo que houve profundez e verdade em cada experiência vivida, mais uma vez, fiz novas amizades, também aproveitei a companhia daquelas de passagens breves, que deixaram saudades, por terem sido significativas e parte das despedidas não foram para sempre, inclusive, pude reencontrar algumas e ainda continuam na minha mente

Novamente, Graças a Deus, o meu espírito de aventura foi renovado por viagens com detalhes, pessoas e lugares maravilhosos, passando pela natureza e a sua abençoada diversidade entre os céus, as águas e a terra, sobressaindo aos desentendimentos e adversidades, portanto, não viajo para fugir dos problemas e sim para lembrar que a vida não se resume a eles e que mesmo que ela seja imperfeita, vale a viver todas as vezes.

A Dança que Sustenta o Todo


Havia, no princípio dos dias,
um lago escondido entre colinas.
Nele, vivia um pato.
E o pato nadava sobre um tapete vivo de rogós,
aquele verde que cobre a água,
alimentando-se e abrigando-se nele.


O rogós, porém, não vivia sozinho.
Bebia da luz do Sol
e da água que o lago oferecia.
E o lago não era lago sem as chuvas
e sem as correntes que vinham de longe.
Assim, um vivia para o outro,
e nenhum era senhor de si mesmo.


Certa vez, um viajante observou e disse:
— Se o pato vive para o rogós,
e o rogós vive para o lago,
então todos dependem de todos.
Mas quem, no alto de tudo,
precisa de quem?


E o ancião que o guiava respondeu:
— Até as moléculas vivem desse pacto.
Uma só não é nada;
juntas, são substância, são forma, são vida.
Assim também é com o Criador e o criado.


O viajante franziu a testa:
— Então o Criador precisa de nós?
— Depende de como você chama “precisar” —
disse o ancião.
— O Criador não carece de nada.
Mas escolheu que o todo vivesse
por meio da dança entre o dar e o receber.
Se retirasse essa dança,
a criação seria apenas estática,
como uma pedra no escuro.


O viajante ficou em silêncio,
e o ancião prosseguiu:
— A devoção que oferecemos ao Criador
não é o alimento que O mantém vivo,
mas o fio que nos mantém ligados a Ele.
Assim como o pato não sustenta o Sol,
mas precisa do Sol para continuar vivo,
nós precisamos dessa devoção
para lembrar de onde viemos
e para onde voltaremos.


E então, o ancião mostrou ao viajante
a relatividade das medidas:
— Se saímos de trinta graus para vinte,
sentimos frio.
Se saímos de dez para vinte,
sentimos calor.
A mesma temperatura pode ser frio ou calor,
dependendo do caminho que se fez até ela.
Assim é com a verdade:
não tem um único rosto,
mas se revela conforme o coração que a busca.


O viajante entendeu,
e disse consigo mesmo:
— Então a verdade é o equilíbrio.
E o equilíbrio é a justiça.
E a justiça é o ser.
E o ser é o que é.


E naquele dia,
à beira do lago,
aprendeu que o Criador não reina sozinho,
mas reina com todos.
Porque escolheu não criar servos,
mas companheiros de dança.

⁠A intimidade genuína entre duas pessoas faz o homem perder a postura e entregar-se à sintonia do prazer até corromper-se aos desejos mais profanos da alma.

Não é preciso de palavras apenas olhares.
As palavras perdem o sentido entre sentimentos.
Breves sussurros é o vento lançando palavras ao infinito.
Ao titubear seus lábios os sentimentos são expostos no verbo vulgar.

Ao ter o direito de chorar, torna-se o mais mimado entre os príncipes, e ao não ter o direito de chorar, torna-se mais responsável do que o mais miserável escravo.

⁠O homem tem tudo em suas mãos, e tudo lhe escapa por entre os dedos por pura covardia.

Fiódor Dostoiévski
Crime e castigo (1866).

Entre encontros e desencontros,
Entre o ir e o vir,
Entre o amanhecer e o entardecer,
Existe teu sorriso
Uma constelação que ilumina o meu universo.
Entre todas as possibilidades,
Verei teu rosto resplandecer.
Dentro de mim, a alegria em toda a sua existência,
Por contemplar você.

Viajar é, sem dúvida, o melhor momento de conexão entre a família.