Amor entre Almas
A pior insegurança, concorrência e dificuldade está dentro de você, todas as vezes que tem muito medo de errar e se machucar.
Deus e milagres diante tantas incertezas e inverdades se tornou em pouquíssimo tempo um dos melhores negócios enriquecedores e muito rentáveis.
O porto a beira do misterioso Oceano da Vida, é um local mais de partidas e despedidas do que de chegadas.
As celebrações com datas marcadas são meramente comerciais. A celebração do que é importante em nossas vidas, deve ser constante, multidimensional e atemporal.
Temos a paternidade da vida, de todas as crianças, de todos os filhotes, de todas as sementes e de todas ínfimas aglutinações moleculares de carbono.
Tenho por sanidade a grata felicidade de não saber exatamente o que fui e o que sou, pois me adapto, re-invento me e me transformo todos os dias.
Na contemporaneidade a diferença atrai mas o pensamento e palavra independente, reafirma e convence.
Não contabilizo o bem que eu fiz mas continuo perplexo toda vez que deparo pelo desnecessário rancor diante de quem só lhe deu amor. Por revolta da vida, faz revanche em um monologo estupido e cruel da unica língua áspera que entende, a da dor.
Diante de qualquer grande sofrimento, se houver tempo pedimos perdão mesmo que não nos julguemos culpados. A dor de quem sofre, encobre os limites da humildade, da razão e da sanidade sendo assim cabe a quem se aproxima, por compaixão exercer uma dose bem maior de generosidade. Não existe certo ou errado e sim abandono, solidão e cumplicidade. Todos nos precisamos um dos outros, indivisivelmente, para que tenhamos a certeza que vale a pena, viver.
Sorrio para mim mesmo todas as vezes que me atropelo pelo otimismo diante das palavras mudas egoístas que a vida por suas jornadas difíceis, não vai me dizer.
E a paz veio em forma de luz, e iluminou todos os corações puros e confiantes que habitam todas as culturas entre todas as dimensões visíveis e invisíveis. A divindade maior se personificou em vida e o amor na sua mais tênue energia de esperança.
Hoje a contemporaneidade propõe um viver inesperado, como isto cada vez mais me torna e me sinto como um ser inacabado. Nunca imobilizado pelo novo, diante disto vivencio e experiencio novas ações, pensamentos e reformulações inusitadas bem longe do que sempre acreditei viver mas vida que segue, e não nos atropele pois só ela que oferece a verdadeira direção e movimentação.
Odeio, quase sem perdão, quem me tira da solidão, promete ilusão e fica com joguinhos infantis dizendo não.
