Amor e Odio Sao Iguais

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A Realidade da Vida.
Nascemos sem nada, nus, protegidos pelos pais — que são tudo o que temos no início.
Se viemos ao mundo sem nada, como podemos dizer que temos herança ou bens?
Na vida, o nada é a única segurança que podemos oferecer a quem também nada possui.


O orgulho, a ambição, a vaidade, o egoísmo e a mania de grandeza
são os verdadeiros legados de quem nasce sem nada,
num mundo engessado e corrompido, vivendo em meio ao caos.


Ainda que conquistemos bens com o fruto do trabalho justo e honesto,
na travessia para o outro lado não há o que levar,
pois, assim como chegamos — sem nada — também partiremos com o que vivemos sem nada.

A Realidade da vida Nascemos nus, sem posses, protegidos pelos pais — que são tudo o que temos no início.
Se chegamos ao mundo sem nada, como podemos dizer que possuímos herança ou bens?
Na vida, o nada é a única segurança que podemos oferecer àqueles que também nada possuem. O orgulho, a ambição, a vaidade, o egoísmo e a mania de grandeza
são os verdadeiros legados de quem nasce sem posses,
em um mundo engessado e corrompido, cercado pelo caos. Ainda que conquistemos bens pelo fruto de um trabalho justo e honesto,
na travessia para o outro lado não levamos nada consigo:
assim como chegamos — sem nada — partiremos do mesmo modo, sem nada levar..

A Loba
Furiosa, selvagem, criatura indomável,
teu perfume e tua beleza são iscas de desejo.
Nos dias comuns, és tempestade de corações,
um ser raro que arrasta suas presas
ao leito em chamas —
teu covil de pecado entrelaçados em delírio desejos e amor.

O orgulho, a vaidade, a ambição desmedida, a ilusão de grandeza e a avareza são os alicerces silenciosos da ruína do ser humano frustrado.
Esses vícios, disfarçados de virtudes em uma sociedade que exalta aparências, corroem a alma e distorcem o propósito da existência.
Vivemos em busca de reconhecimento, acumulando bens e títulos como se fossem escudos contra a efemeridade da vida.
Mas, no fim, todos chegamos ao mesmo destino: nascemos de mãos vazias — e partimos sem espaço no caixão para as riquezas que tanto idolatramos.
O que permanece não é o que se possui, mas o que se compartilha.
A verdadeira grandeza está na humildade, e o legado mais duradouro é aquele que se escreve nos corações, não nos cofres.

O vento e a tempestade são passageiros, breves em sua fúria, mas os rastros da devastação que deixam repousam por longo tempo sobre a paisagem, como cicatrizes abertas na memória da terra, até que, pouco a pouco, a normalidade se recomponha.

Palavras são poderosas ferramentas que possuem diversas formas de serem ouvidas, vistas e interpretadas por emoção, razão e sentimentos, mas, fundamentalmente, palavras não são sentimentos em si mesmas. Elas funcionam como veículos simbólicos que, ao serem pronunciadas ou escritas, evocam memórias, sensações e estados internos diversos em quem as recebe. As emoções que sentimos diante das palavras não nascem delas diretamente, mas das interpretações e representações internas que escolhemos atribuir a essas palavras em nosso contexto pessoal. A força das palavras reside em sua capacidade de ativar emoções profundas, por meio da conexão com memórias sensoriais e experiências, podendo ser evocadas com intensidade tanto positiva quanto negativa. A neurociência mostra que palavras podem ativar regiões do cérebro ligadas à motivação e prazer, ou ao medo e ansiedade, mostrando como seu impacto não é somente racional, mas profundamente emocional. Mesmo assim, palavras por si só não são sentimentos, mas sim signos que podem conduzir a estes, dependendo do contexto e da recepção emocional de cada indivíduo.

As palavras são chaves que abrem portas para sentimentos e reflexões, porém apenas assumem seu verdadeiro poder quando carregadas pela reação interna do receptor. Elas são formas, não a essência dos sentimentos; apresentam-se como tradução a ser interpretada pela mente e pelo coração, conectando razão e emoção em uma experiência única e sensível. Portanto, compreender a natureza das palavras e seu efeito nos ajuda a valorizar sua dinâmica complexa e vital para a comunicação humana.

Insistimos em alojar memórias que não voltam. São fragmentos do tempo que merecem repousar no silêncio do passado,
ecos de um passado que já cumpriu seu caminho.
Foram momentos — belos, intensos, feridos —
mas talvez seja melhor deixá-los onde dormem,
guardados no silêncio das lembranças antigas,
esquecidos no lugar onde o tempo os deixou.

Leve como a neblina que acaricia o amanhecer, são teus olhos — fascinação pura, lindos, meigos, cativantes.
Não há fuga possível desse olhar, pois nele não existe fraqueza nem força, apenas a entrega serena de quem se perde e se encontra ao mesmo tempo.
Estar perto de você é sentir a magia que transforma o instante em eternidade, é descobrir que o amor não precisa de explicação, apenas de presença.
É felicidade que floresce no silêncio, é ternura que se faz poesia, é o coração que pulsa mais forte só por existir ao lado do teu.

Nesta vida passamos por várias decepções, seja por traições, brigas, palavras agressivas que são jogadas ao vento, amizades desfeitas... A raiva momentânea é algo humano, mas o perdão é divino. Não devemos guardar mágoas, devemos perdoar e seguir em frente, um cristal quebrado nunca se renova, mas devemos seguir adiante sem carregar nas costas o peso da raiva sentida por alguém. Esta é uma de minhas virtudes, já tive e tenho raiva momentânea, mas não consigo ficar bravo com alguém por muito tempo, meu coração é leve porque sempre consigo perdoar... Faça um esforço e tente, não guarde raiva, guarde amor, guarde paz

As palavras, às vezes podem ser duras, magoam, ferem... Mas quando ditas com verdade, elas são necessárias, salvadoras, pois nos situam, nos mostram a realidade, nos libertam da cegueira intelectual, geralmente quem pronuncia, é atacado e apontado, mas este mesmo proclamador, livre estará, pois cumpriu uma valorosa missão, informar!

Ações de amizade que seguem orientações de uma cartilha não são verdadeiras.
A amizade real nasce do coração, cresce com o cuidado diário e se torna eterna.


— Anderson Silva

⁠"Aquele que nasceu num lar que os pais são tementes a Deus recebeu uma grande dádiva de Deus".

⁠"Perdoem-me todos que são da terceira idade, mas a melhor idade é a primeira".

Anderson Silva

Percebemos que a maioria dos políticos que foram eleitos recentemente são jovens e estão começando na carreira. Muitos deles parecem mais focados em ganhar seguidores nas redes sociais do que em trabalhar pelo crescimento do país. Alguns nem se dedicam a apresentar propostas que realmente tragam melhorias para a população.

Palavras são letras empregadas
Frases são palavras bem empregadas
Versos são emprego de pensamento
Pensamento é cair em si
Final de estrofe letras em caixa


Saca essa...
Ganhe criatividade de poeta
Gaste vocabulário
Saindo daqui...
Com os bolsos cheio de letras...




Leonardo Mesquita

Hoje
Os dias são de inverno
No inverno
os dias sempre são mais curtos
Mas existe a solidão lá fora
Embora
ela esteja aqui dentro há tempos
Pois os tempos não voltam
E as lembranças remontam
O meu dia aos avessos
E a cada dia mais frio
Tão frio quanto a madrugada
Desses dias de frio inverno
Resta escrever poesia
Fria, em seus mornos versos
O latido de cães
E as cantigas de roda de outrora
Agora, tudo isso
é coisa por demais antiga
Saudade verdadeira
Verdade da boa
O forno de pão
O chão de terra batida
Violão e conversa
Lembranças tão dispersas
Quanto estrelas no Céu
Isso é a vida
No início
Um papel em branco
... e bonito
No final
Um livro escrito de qualquer jeito
Com direito à notas de rodapé
Em tempos de outra estação
Infância de poetas
São sempre as mais felizes
ou talvez as mais tristes
de vez que o poeta existe
Pra que elas sejam sempre algo mais
Mesmo que sejam somente
as mais distantes
tão distantes que agora
Não existe diferença
entre as verdades e as mentiras
O vento sopra e a roda gira
Uma longa lista de lembranças
As quadras,
cantigas de roda
e canções pra lá de antigas
Pondero
Que nunca mais eu cantei como antes
Pois a dura vida de ontem
vivida de hora em hora
Eu vejo agora
Parece que durou
somente um mero instante.

Edson Ricardo Paiva.

Demora
E de tanto que demora
Tem vezes que os rios secam
São coisas que não se explica
A gente apenas as aniquila
Enquanto isso
O Sol no Céu
Ele só desfila
Tem horas que ele faz isso
No mais, as flores se vão
Cada uma disse o que pensa
Em suma: tranqüila tonalidade
Seu credo, seu medo ou crença
A gente não sabe o que sente o Sol
É hora, tem horas que eu sei
Que a frase bonita passou
Vai chegar dezembro, conforme os planos
Mas a diferença é de tantos anos
Cá no meu canto
Planto prantos e poesias
Quem sabe um dia
Por tanto plantá-las
As uso
Num triste dialeto
de tantas falas
Mas não traduzo
Hoje eu já sei
Que nunca vai ser agora
Demora!

Edson Ricardo Paiva.

Nossas ações e escolhas são como o vento, às vezes trazem sol ou tempestades

⁠"A vida da gente são várias estradas
Só quem se sentiu perdido vai saber
Vai saber que todo caminho te leva pra distante
A cada dia mais distante
Da paisagem que se via em tempos idos
Quando a gente olhava lá de longe
Talvez seja essa a tal graça da vida
Um dia, nada é igual como era antes
Porque antes até mesmo um mero espelho
Refletia de manhã só a imagem que a gente esperava
Hoje, espelhos tem vontade própria
E tem hora que aquele que a gente vê
Não chega a ser nem de perto
Aquela boa pessoa
Aquela pessoa tão boa, aquela miragem que a gente era
A vida da gente é uma espera
Uma estrada de ida, única e sem cópia
E quem nunca se viu perdido
Nem de longe viu o melhor da vida
Porque todas aquelas estradas
Todas elas nos levavam pra lugar nenhum
Porém, aquela paisagem que se via em tempos idos
Era só um lugar sem nome
A graça da vida era aquela estrada enorme
Uma estrada sem nome, cujo nome era vida
Atalhos para outras vidas
Pra poder passar por elas
Fazer parte delas...e sair, ou não, deixando sempre o seu melhor...e assim ficar para sempre.
E quem não viveu assim
Viveu, sim...viveu, porém não leva nada pra contar...nem deixa.
A vida da gente tem dias assim, como esse
Em que a gente olha pro espelho e nem se reconhece
Em que a gente olha a velha estrada e segue
Persegue o seu caminho rumo ao nada
A gente se acostuma e segue e ruma
Sempre sob o complacente olhar de Deus...e até!
Pois, se a gente não leva fé
Não chega em lugar nenhum. "

Edson Ricardo Paiva.