Amor de Vida Passada
Nosso legado não é a quantia na conta bancária. É quem faz parte de nossas vidas e o que vamos deixar para eles.
Eu Lírico
Ó Grande Pensador
O Que me deste
Além de dor
O que eu deveria relevaste?
O que posso considerar Impostor?
Além da vida que me Traste
O que eu posso falar sobre tal lírico
Se nem de verdade sei quem sou
O mundo tão hipnótico
Pois a realidade não lhe aconchegou
Talvez se eu fosse lírico, seria mais real?
Pois o mundo está cheio de pessoas
Que são tão líricas quanto Superficial
O grande pensador
E além de tanta dor
O tanto que pensou
A realidade virou lírica como o Impostor.
Ha dias que é interessante discutir sobre a magnitude do universo, da complexidade humana, de remotas e grandes descobertas...
Outras vezes queremos apenas falar de coisas superficiais e corriqueiras...
Algumas vezes queremos apenas ouvir, sorrir, concordar, discordar, ser reticente...
Outras vezes o que queremos é ficar calado, conversar consigo mesmo. Apenas ser...
Quando me lembro do passado triste e das pessoas que me magoaram, logo ouço a minha Voz Interior e ela me diz:
- Libere! Libere! Libere!
Experiência... Experiência...
Você aprendeu!
E, de agora em diante, aconteça o que acontecer, você vai estar sempre bem!
É preferível viver no analfabetismo a ter que aprender a ler na cartilha da corrupção. Mas o melhor mesmo é aprender a ler, a lutar e rasgar a tal famigerada bandida que tanto nos oprime...
Três coisas que ainda não inventaram: um lápis que escreva o futuro, uma borracha que apague o passado e uma régua que possa medir o tamanho do meu carinho por você.
ESTOICISMO - Corrente filosófica fundada por Zenão de Cítio (332-264 a.C.) no terceiro séc. antes da era cristã e que está associada a pensadores como Séneca (4 a.C.-65 d.C.), Epiteto (50-138 d. C.) e o imperador romano Marco Aurélio (121-180 d. C.). Para os estóicos, a filosofia tem como finalidade essencial formar o homem sábio. A Sabedoria consiste na prática da virtude, em viver de acordo com a natureza ou a ordem racional (logos) do universo. O logos é a divindade imanente ao mundo e tudo governa necessariamente. O Sábio, com serenidade e autodomínio, compreende o caráter necessário do que acontece. O estoicismo desenvolveu a primeira moral de tipo universal fundada na igualdade de princípio de todos os homens (considerados cidadãos do mundo — cosmopolitismo). Em lógica devemos a Crisipo (279-206 a.C.) a análise de enunciados compostos tais como condicionais e disjuntivos e a identificação das formas padrão de raciocínio que vieram a ser conhecidas pelo nome de modus ponens e modus tollens.
É sempre assim que sucede: quereis que nos liguemos estreitamente a uma coisa? Fazei-nos sofrer por ela. Os dois tinham sofrido um pelo outro, e era isso uma forte razão para se amarem cada vez mais.
Sua alma gêmea nunca vai chegar simplesmente porque alma gêmea não existe. Sua alma é única e como você não existe mais ninguém no mundo.
"Reflexões". Resende, 07 de 2016.
Vou observar o silêncio, ver pra que servem as lágrimas derramadas, o perdão na sua essência, meu amor sem sua existência...
No silêncio vou ver dentro de mim o que precisa ser mudado, nas lágrimas derramadas vou fazer dela uma escada para subir para um degrau de maturidade mais alto, e no perdão um voto de confiança, uma aliança para jamais ser quebrada, e no amor compreender que ele só existe por causa de ti, então acho que essa noite eu conseguirei em paz dormir...
É sempre assim que se sucede: Quereis que nos liguemos estreitamente a uma coisa?
Fazei-nos sofrer por ela.
(Às vezes),
Somos frágeis, falíveis, perecíveis. Somos carentes, mortais e disponíveis. Somos o desânimo, essa tristeza sem rosto. Somos um pedido de socorro em silêncio. Somos tão humanos, tão passíveis de erros, vulneráveis e solitários caminhando a esmo. E nos sentimos tantas vezes tão menores do que o nosso real tamanho. E, na nossa finitude, a dor consegue passar a única sensação de eternidade dentro do Tempo escasso que, impotentes, vemos definhando.
Somos o nó preso na garganta, alguma falta de fé, somos uma vaga lembrança daquilo que a gente quer. Somos a voz embargada contida no choro. Somos o olhar assustado e a vontade do grito.
Mas não é isto que está escrito.
Somos humanos. E corajosos por superar nossas fraquezas. Somos a falta que nos move, a busca pela delicadeza. Somos a vontade profunda que a angústia não tenha o peso de nos levar ao desespero. Somos a necessidade de sentir alegria e virar do avesso a saudade. Somos uma luz que brilha e transmuta a agonia. Somos o instinto de vida que guia nossos passos. Somos a cura contida num abraço. Somos a labuta diária pela felicidade. Somos nossos sonhos crescentes, justos e realizáveis. Somos o vazio que amplia o horizonte de possibilidades. Somos o mistério, dádiva divina e nenhuma certeza. Somos a base que construímos e os alicerces que nos sustentam. Somos a lembrança acesa de que tudo é transitório, mudança.
Somos quem quisermos ser...
Desejo que a força impere e que nada desbote nossa esperança.
Senhor,
ensina-me a discernir
as coisas que posso mudar,
daquelas que não posso mudar.
Dá-me a coragem de mudar
as primeiras
e a força para suportar
as segundas.
/Conforme oração de São Francisco de Sales/
Quando me vêm com lindos argumentos abstratos sobre a existência ou inexistência de Deus, respondo: Deus, quer exista ou não exista, é uma Pessoa, uma Individualidade concreta. Nenhum argumento abstrato do mundo pode provar que determinada individualidade existe ou não existe. Procure um método melhor para estudar essa questão.
O diabo existe e tem suas filiais. A minha maior preocupação é quando identifico o que é diabólico em mim e é alimentado pela minha rotina – explicou. – Sobre exorcismo, eu digo não. Cada um que expulse o diabo que criou. O diabo é seu, somente você tem autoridade de tirá-lo da ação. Se eu fico pensando no diabo como uma instância, eu perco a responsabilidade de reconhecer em mim o que é diabólico. Eu tenho atitudes diabólicas, você tem também.
É outono.
Venta.
Das árvores folhas caem,
Folhas mortas,
Folhas secas,
Folhas enrugadas,
Sofridas e vividas.
É outono.
O céu nublado,
O sol calorento,
O mar calmo.
Marulhos penetravam
Na areia tenra
e acomodada.
É outono.
O sol já se foi.
A noite chega
Trazendo com ela
A lua e as estrelas
E, as árvores despidas
Sentem frio.
É outono.
Árvores morrem.
As folhas permanecem
Sobre a terra.
O vento chega e
leva consigo a
amargura do sofrimento
E semeia na terra
uma nova semente.
É outono.
