Amor de Menina

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⁠O amor, e, o exemplo, prega sem palavras.
frases cristãs 10

⁠O amor da leitura é um presente de Deus.
sfj,citações

⁠Amor, quantos crimes se cometem em teu nome.
sfj,Quintana,m,pens.

⁠Num livro de poemas se descobre de tudo, de tudo mesmo! Inclusive o amor e outras novidades.
sfj,Quintana,m,pens.

⁠Ao toque do amor todos se tornam poetas.
sfj,Platão,pens

⁠Amor,amor, é a alma do gênio.
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⁠Tudo se justifica no amor e na guerra.
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Nem sempre haverá reciprocidade, mas isso não pode mudar um gesto de amor para com o próximo

Que o amor não vire um fogo, mas que seja sempre um amor suave, e que nunca queime.

⁠O amor é como as árvores, nasce do nada cria raízes e cresce devagarinho para toda a vida. O meu amor por ti é igual. É para toda a vida..

Pelo amor de Deus, eu sou a pessoa menos paciente para ouvir problemas, eu tenho os meus, e não os divulgo, cada um deve agir da maneira correta para encontrar suas entradas e saídas.

" O amor de Jesus não se impõe pela força, mas convida pela mansidão, revelando que a verdadeira autoridade nasce do serviço e da renúncia. "

" O amor de Jesus é pedagógico, corrige sem humilhar, exorta sem condenar, orienta sem violentar consciências. "

"Morrer depois do amor é privilégio para quem o vive antes. "

"A beleza pode encantar os olhos, mas é o amor que concede sentido à existência do que é belo."

"O amor que sobrevive ao recolhimento já não depende mais da prova contínua."

"O amor só é quando a presença do outro transforma a solidão em serenidade."

"O amor só é quando a alma prefere cuidar a possuir."

" O amor, quando não disciplinado, consome; quando educado, redime; e quando espiritualizado, ilumina o próprio destino humano com uma grandeza que ultrapassa a própria existência material. "

A ARQUITETURA DO AFETO E A ASCENSÃO DO AMOR.
Marcelo Caetano Monteiro .
Há uma ordem íntima que rege as experiências humanas mais profundas. Não se trata de convenção social nem de mera construção psicológica passageira, mas de um encadeamento quase ontológico das disposições da alma. Criar afeto não é um gesto superficial. É um labor silencioso, progressivo, que começa no reconhecimento do outro como valor em si mesmo.
O afeto, em sua gênese, é cultivo. Não surge acabado. Desenvolve-se como quem prepara um terreno antigo, respeitando o ritmo da terra e a paciência das estações. Nesse processo, o ser não apenas oferece algo ao outro, mas reorganiza a si mesmo. Há uma transformação interior inevitável. Quem cria afeto, reforma-se.
Ser feliz, então, não é o ponto de partida. É consequência. A felicidade, quando autêntica, não nasce do desejo de possuí-la, mas do exercício constante de fazer o bem, de estabelecer vínculos sinceros, de sustentar uma presença que não exige, mas oferece. O afeto bem cultivado gera uma reciprocidade natural, não forçada, que devolve ao indivíduo uma sensação de plenitude serena.
Fazer feliz é ainda mais elevado. Porque exige descentralização. Exige que o eu deixe de ser o eixo absoluto. Nesse estágio, a criatura já compreende que a alegria do outro não é instrumento, mas finalidade. E ao promover essa alegria, paradoxalmente, encontra uma forma mais pura e estável de satisfação interior.
Somente após essa longa disciplina do sentir é que se pode falar em amor em sua culminância. Amor, aqui, não como emoção instável, mas como estado consolidado da consciência. Um estado em que o querer bem já não depende de circunstâncias, respostas ou garantias. É permanência. É decisão contínua. É síntese.
Invertê-la seria violentar a própria estrutura da experiência humana. Pretender alcançar o amor sem ter passado pelo afeto é desejar o fruto sem aceitar o tempo da árvore. É buscar o ápice sem compreender o caminho.
E é no respeito a essa ordem que a existência encontra sua forma mais elevada de sentido. Porque somente quem aprendeu a criar, a sustentar e a expandir o afeto, torna-se capaz de habitar o amor não como um instante, mas como uma condição duradoura da própria alma.