Amor de Filho para Mãe Falecida
Assim como o céu
o nosso amor nunca terá um fim!
E por mais que a distância
insista em nos separar,
ela jamais prevalecerá!
Tem gente que tem cheiro do colo de Deus. Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza...
Querido Deus... Cuida de mim. Enche a minha vida do seu, amor, do seu perdão, da sua paz. Que eu possa reconhecer o seu toque, sentir o seu abraço e ouvir a sua voz me dizendo "não temas, Eu sou contigo".
Seu amor foi o câncer da minha vida.
Enquanto eu morria, você me entorpecia.
Com juras de amor e a promessa de felicidade um dia.
Nisso tudo me distraía, enquanto seu amor me destruía.
Iludido com uma paixão que na verdade me consumia.
Diferente do poeta que já dizia um dia.
Seu amor é como fogo que me queima em agonia.
Uma ferida que se abriu, e agora todos podem ver.
E vivo descontente em não consigo me conter.
Pois essa dor que sinto agora, não sei quando deixará de doer.
Maldito seja o dia que eu me apaixonei por você.
Noites perdidas em conflitos que já mais vou resolver.
São problemas que eu dia eu hei de esquecer.
Você estará no meu passado até o dia em que eu morrer.
Eu não acredito mais em amor romântico, eu acredito em respeito e amizade; amor romântico traz sofrimento e sempre acaba.
E o amor sempre prevalece, vence todos os obstáculos e aumenta a cada nova dificuldade encontrada pelo caminho.
Desilusão, sofrimento
tristeza e dor...
é o que me causa o seu amor...
ou a sua falta de amor,
ou desamor...
já nem sei mais
porque tudo o que você faz
pelo tudo que você faz...
já nem sei se de amar você é capaz.
O que você sente?
O seu olhar mente?
O seu corpo mente?
Ou sou eu a demente?
O que eu sinto?
Nem sei mais se sinto...
nem sei mais quando minto...
Acho que nem você sente,
nem eu sinto...
só estamos acostumados
ficar lado a lado...
e cada um olhar pro seu lado...
Não quero alguém que morra de amor por mim. Só preciso de alguém que demonstre em pequenos gestos que gosta de estar do meu lado.
Nota: Trecho adaptado de um poema muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Mario Quintana.
