Amor Ausente

Cerca de 1088 frases e pensamentos: Amor Ausente

⁠Pena que você se distanciou e se ausentou do meu coração;
Com tristeza me marcou com inverdades que me cercou;
Mas meu pequeno grande amor por você a água não levou;
Na verdade as águas me mostrou o quanto carinho você me despertou.

Inserida por franciscojardel

Saiba que amor e atenção para você nunca faltará;
Nunca deixarei de lhe dar atenção, pois você transporta meu coração de prazer;
Posso até me ocupar, mas para você sempre terá um par de mãos para lhe dar;
Posso até me ausentar por algumas horas, mas como um vulcão estarei a despertar para a qualquer momento lhe amar.

Inserida por franciscojardel

⁠Ausência sentida já é presença.

Inserida por alinexavier

Quem muito exige a sua presença, não está preocupado com o motivo da sua ausência.⁠

Inserida por CristyanBrito

⁠A verdade é ausência da mentira
Assim como o frio é ausência do calor
Só pode existir a ira
Na ausência do amor

Inserida por salomao8

⁠O futuro a Deus pertence, sempre disseram os sábios.
Do presente ando meio ausente, e me sustento no passado.
Espero que na sua mente, a felicidade vivida, ecoe por toda vida, mesmo que na vida da gente o "nosso” não possa ser.
Peço que de mim não esqueça, do olhar doce, e do sentimento sincero, que guarde para sempre em seu coração o que com todo amor a ti foi confiado!

⁠Nem sempre a saudade reflete a ausência devido a um longo tempo.

A minha, por exemplo, é independente do tempo.

Você é tão especial pra mim!
Que qualquer minuto longe de você me dá saudades!

Eu te amo de um jeito que seria perfeito, se você estivesse comigo o tempo inteiro.

Inserida por apollo_nascimento

⁠POETA AUSENTE

Parei de escrever!
Não porque deixei de ser poeta
Ou por ter ido embora a inspiração.
Simplesmente parei com aquela tal emoção.

Talvez a minha loucura expressa no papel
Já tenha vida em um papel verdadeiro
Interpretado por um encantador de almas.
E convenhamos-nos, ele encanta muito mais que eu.

Aquela angústia que dedico à vida
Deixou de ser angustiante,
Naquele instante,
Em que murmúrios estrondosos cobriam
O choro que corria pela face trêmula de uma criança.

E sobre o amor perdido,
Cessei a escrita por ele
Logo após descobrir que o perdido era eu
E que ele encontrara o não correspondido no caminho.

Inserida por FabricioOliveira28

⁠No amor verdadeiro, o respeito floresce,
Mesmo que o adeus seja a escolha que prevalece.
Em silêncio, a alma compreende a dor da ausência,
Mas no fundo do peito se encontra a vontade de um recomeço.

Inserida por MarinaDuarte

⁠“A ausência de dinheiro não é um problema, o excesso de dinheiro não é um problema. O problema está com o ser humano, com ou sem dinheiro.

Inserida por APOLOGENIUS

O Presente não supre a ausência, mas a Presença, vale mais do que todos os presentes

Inserida por claudio_dias

⁠Vem, me embriaga com teus líquidos, mata a sede das minhas terras tão áridas da sua ausência. Colhe na minha boca os respingos do meu cio, enquanto te desenho nas curvas do meu corpo tão cheio de voce.

É esta sua presença ausente, que abre uma fresta no tempo desnorteando minhas memórias, confundindo a minha fome na sua sede.

É, estás em mim, cúmplice dos meus desejos, incrustado nas paredes da minha casa, hoje tão estrangeiras em mim mesma.

Sinto falta da sua historia dilatando as minhas veias...

...Vem, faça chover!!!

Inserida por PamelaDrum

⁠Se tu me aspirasses, me diz, qual seria o odor de todas as minhas ausências?

Inserida por literaturanacional

⁠Fragmentos de Ti

Estás no vácuo de minha noite,
no silêncio que clama tua ausência,
na penumbra que esboça teu semblante
em memórias que se recusam a me abandonar.

Estás na música que invade minha playlist desordenada,
em um refrão inesperado que evoca Dindi,
nas novas canções de amor que já não posso te dedicar,
nas melodias que entoo para o teu vazio.

Estás no pé de manga de minha praça predileta,
nos felinos que cruzam meu caminho,
no sussurro do vento que dança entre as folhas,
nos peixes que nadam na represa.

Estás no ardor da água gaseificada,
nas efêmeras bolhas que dançam e se desfazem,
como recordações que emergem à superfície,
instantes fugazes que ainda aquecem minha alma.

Estás no tratado filosófico que leio,
na busca de aprender a lhe esquecer,
mas no pensamento que transcende a lógica
e me conduz a buscar-te em cada parágrafo.

Estás nos filmes românticos que assisto,
nos olhares que confessam o que restou por dizer,
nos finais ambíguos que reverberam
o vazio instaurado pelo teu adeus.

Estás nas paisagens que se desvelam diante de mim,
no temor de avistar pela janela o Corcovado,
no fulgor do sol que aquece minha pele,
o mesmo sol que recomendavas e que eu tanto evitava.

Estás na bossa nova que insisto em não ouvir,
em cada acorde sutil que me desmonta,
no compasso que murmura Quiet Nights of Quiet Stars
e me conduz para onde não desejo ir.

Estás nos momentos em que experimento a felicidade,
em risos que hesitam diante da tua ausência,
em conquistas que se esvaziam na falta
da luz dos olhos teus para compartilhá-las.

Estás nos momentos em que o desespero me consome,
em cada palpitação que anseia por respostas,
como quem busca estrelas em um céu encoberto,
tentando compreender se tu foste um desígnio divino.

Estás nos instantes em que encontro serenidade,
pois, mesmo distante,
tua presença reside em cada partícula de mim.

Estou ligada a ti de uma forma
que talvez jamais encontre reciprocidade,
ou talvez só seja porque é recíproco
um plano divino que não faz sentido.

Mas, além de estar em tudo,
tornaste-te parte de mim.
Não és apenas ausência;
és o eco perene de tudo que ainda sou.

Inserida por GWOOLSEVEN

Poema

⁠O poema é uma fagulha
Que embala e também estraçalha
É dor que se sente
Ausente.
É vida que reluta
Em continuar.
O poema também é
A voz dos esquecidos
Rutilando na multidão
Uma canção
De tristeza e esperança,
De doçura e força,
De sangue e alma.
O poema é
A nudez das palavras.

Inserida por Siomaraspineli

⁠"Na Sombra do Silêncio"

Perdido no labirinto da memória,
Na sombra da tua ausência, sem glória,
Os tempos avançam, eu, um eco só,
O vazio, um abismo, na alma um nó.

O tempo enubla o que fomos um dia,
Histórias que se desvanecem com o vento,
Desperto à noite com os uivos da agonia,
Um trovão retumba, dilacerando o tempo.

Impotência e orgulho, parceiros nesta dança,
Desilusão ecoa, no campo da lembrança,
Lutei só e perdi a esperança,
O Graal já não se alcança.

Sangro em silêncio, cada gota uma memória,
Por um amor sem vitória,
Notas etéreas ao frio, ao relento,
Nossos nomes, um grito de desalento.

Enterrados estão os nossos segredos,
Não acredito que foi tudo em vão,
Acorrentado aos sonhos e medos,
Na minha nostalgia, na escuridão.

O horizonte ermo e noturno,
E eu aqui, desorientado, sem razão,
No eco do silêncio, um coração soturno,
Estou perdido, num tempo já perdido, na solidão.

⁠O sofrimento egoísta pela perda de um ente querido surge quando nos concentramos mais na ausência que sentimos do que na libertação e continuidade do caminho daquele que partiu. É natural sentir dor, mas o apego exagerado demonstra uma visão limitada da vida como um todo. O verdadeiro amor deseja o bem ao outro, mesmo além da matéria, compreendendo que a morte é apenas uma passagem e que o espírito segue vivo, amparado e em evolução. Transformar a dor em resignação e prece é a forma mais elevada de honrar quem amamos e de contribuir para sua paz e progresso espiritual.

Inserida por andrepviana

⁠“Filhos de pais separados ou aqueles bem ausentes, geralmente possuem vazios emocionais que lhes tolhem o desenvolvimento e o amadurecimento psicológico. Parece algo simples para os genitores envolvidos, porém, é um grande fardo para essas vítimas carregarem pelo resto de suas vidas.”


Livro: Opiniões e Reflexões Polêmicas de um Sexagenário
Autor: Gessimar GO

Inserida por rogeriopacheco

Não sei o que dói mais: sua ausência constante ou minha esperança teimosa.

Inserida por lohana_vitoriano

Fragmentos da Alma: Uma Busca Interior

As ausências gritavam em mim como espaços vazios em uma velha casa. Eram partes de quem eu fora, talvez de quem eu poderia ter sido, agora dispersas pela jornada. Algumas, lembranças esmaecidas de um caminho incerto, perdidas em desvios e encruzilhadas. Outras, cuidadosamente depositadas em uma gaveta esquecida – um relicário empoeirado no recôndito do quarto, onde o tempo parecia ter parado, carregando o peso de versões abandonadas.
Ah, essas múltiplas faces que o espelho refletia, nenhuma delas inteiramente familiar. Eram máscaras provisórias, moldadas por expectativas alheias e tentativas vãs de me encaixar em contornos que jamais foram meus. Qual delas, eu me perguntava, era a verdadeira? E, mesmo que a encontrasse, como poderia vesti-la sem sentir o tecido estranho, as costuras apertadas em minha própria pele?
Foram inúmeras as investidas, os contornos forçados contra moldes alheios, na busca por um encaixe ilusório. Em que me tentava enquadrar, afinal? A própria forma se esvaía, tornando-se uma sombra indecifrável na neblina da minha confusão.
Naquele labirinto de identidades provisórias, eu me perdi de mim. A busca pela essência, pelo núcleo indivisível que me definia, esmoreceu como uma chama vacilante. O sorriso, antes espontâneo como o desabrochar de uma flor, tornou-se um exercício consciente. E mesmo quando meus lábios se curvavam, pairava a dúvida cruel: era alegria genuína ou apenas uma pálida imitação, uma resposta condicionada ao espelho do mundo?
A jornada de reencontro era árdua, um caminhar hesitante por um terreno desconhecido. Alguns dias, os passos eram lentos e arrastados, como se o próprio tempo conspirasse contra a urgência da descoberta. Em outros, a esperança acendia um farol distante, impulsionando-me por sendas mais longas, mas promissoras.
Mas eu pressentia, no murmúrio silencioso da alma, que o encontro era inevitável. E quando, finalmente, reconhecesse meu próprio reflexo, límpido e despojado de artifícios, ah... naquele instante, eu ergueria uma muralha intransponível contra qualquer sombra que ousasse me desviar da luz reencontrada. Jamais permitiria que os fantasmas do passado me arrastassem de volta ao labirinto. A liberdade de ser, em sua plenitude, seria meu tesouro mais precioso, guardado a sete chaves no santuário do meu ser.

Inserida por adnaline