Amor à Profissão
``Não faça da sua profissão sua religião seja qual for, mas se o fizer tenha cuidado com o que faz e fala.
Somos donos das nossas ações, mas não somos donos da verdade. ``
Você não é uma pessoa qualquer sem profissão.
Lembre que em nossas vidas somos os maiores profissionais, capazes de administra-la perfeitamente bem, arquitetar nossos planos, com um objetivo traçado em um plano de carreira que lhe favorece criando seu designer de vida
Nos esforçamos como um ajudante de carga e descarga, carregando sempre conosco sentimentos bons e descartando os ruins, sempre mantendo um psicólogo de nós mesmos em nosso interior, a favor de manter uma mente saudável, e um cardiologista fiel ao nosso coração que sempre tentará manter o amor afastado, pelo sentimento do medo e domínio da razão.
Não poderemos esquecer que em nossas vidas tivemos a oportunidades de ensinar. Ser um professor é ser o condutor do conhecimento, é uma nobreza no qual todo aluno que honra os seus ensinamentos se orgulhará ter herdado um aprendizado eterno
Não basta apenas sermos um profissional da vida e deixarmos de ser um aprendiz, pois o conhecimento é infinito.
Nunca pense que possui a sabedoria do mundo, apenas evolua, deixe a raiz da sabedoria florescer dentro de você, regue-a sempre que for necessário.
Ingra Naiara - Coleção O Pensador
Fotógrafa por amor e profissão.
Amo a dualidade da criação fotográfica. Quando reproduz e eterniza o exato sentimento de alegria do sorriso captado entre os ínfimos segundos em que piscam minhas pálpebras, a imponência espantosa de uma grande cachoeira, a perfeição detalhista da mais minúscula obra da natureza, a força pulsando das veias do povo sertanejo, a contemplação do cotidiano, um menino correndo, uma lágrima, uma saudade, o resgate (por um triz) do que findou, a doçura de uma alma.
Testemunha do amor e da guerra, também é criação composta de mãos dadas com o sonho e a fantasia, ela é o sapatinho do bebê, a flor no cabelo, os cenários que acomodam os laços invisíveis e o beijo dos amantes, o nonsense, a cor e o tom, o monocromático, o roteiro da obra, o olhar ensaiado, o diálogo, a inspiração, a expressão.
Profissão certa?
Nem todo trabalho é o trabalho dos sonhos, aquele idealizado nos tempos de colégio e universidade, exatamente igual aparecem nos guias de profissão, nos filmes ou seriados. A realidade profissional, para a grande maioria, é de muita luta, alguns momentos de raiva e mais tarefas do que as combinadas no momento da contratação. Cada um pode fazer suas escolhas, decidir até onde quer chegar, mas para quem quer ir longe, o “não”, deve ser uma possibilidade, claro que sempre dentro dos seus princípios. O tal “não” muitas vezes carrega preguiça, má vontade ou mesmo incorpora a insatisfação com a remuneração ou com a posição dentro da empresa. Mas, se quer mudar algo, a mudança deve começar de algum lugar, fazendo algo por você e pelo seu talento e capacidade. Diga “sim” para as oportunidades porque, com o tempo, as portas mais aguardadas se abrem. E assim chega a hora de delegar, a hora de escolher e a hora de decidir o quanto você consegue e quer carregar.
Vestindo no profissional
Cada profissão carrega seus detalhes e suas características. Trabalhar em uma determinada área sem dúvida gera uma certa padronização, uma massificação não apenas na forma de portar, mas também (e principalmente) na forma de vestir. Isso, claro, possui uma certa limitação devido as características do estilo pessoal, mas algumas regrinhas básicas da profissão, ou mesmo algumas necessidades do dia-a-dia exercendo aquela função, geram esse efeito no qual as pessoas de uma mesma área passam a carregar uma identidade visual muito semelhante.
Vale perceber coisas óbvias como o fato de que as pessoas ligadas a profissões de apelo estético possuem, por base, um visual um pouco mais trabalhado, com presença de cores ou texturas, talvez formas interessantes e modelagens inusitadas. Isso vale para arquitetos, designers, publicitários ou artistas de forma geral. Já os advogados ou empresários são mais neutros e clássicos, e tendem a investir em acessórios requintados (de peso) para transmitir a confiança esperada e o certo ar de sucesso profissional que se espera de tal profissional. Por fim, a área da saúde possui como característica chave o uso do branco e de roupas com linhas limpas.
De toda forma, qualquer regra ou padronização pode e deve ser encarada com cuidado, pois agrega riscos ao visual geral. É preciso entender o ato do vestir como uma junção de adequação e escolhas pessoais e cuidar para que hábitos viciados e precipitados do meio não resultem em uma contaminação automática, gerando respostas negativas. Nada mal entender que vestir-se bem é um conceito, claro, mas pode ser um conceito trabalhado de maneira positiva em prol de evoluções pessoais. Assim, se no ambiente de trabalho todos estão se vestindo (e se portando) de forma inadequada, vale cuidar para que esse hábito do meio não se transforme em um hábito seu. Seria como caminhar para trás e, assim, abrir mão de conquistas pessoais.
"NADA É PARA SEMPRE, NEM MESMO A NOSSA PROFISSÃO --A dinâmica do sistema econômico, a mutação tecnologica tem deixado pelo caminho muitas profissões, com repercussões nos empregos. Por isso, é sensato ficar atento para o nosso bem estar não ser impactado.
Podemos ter que trabalhar 12 horas por dia e nos sujeitar a desempenhar tarefas incompatíveis com o nosso perfil"
A mulher pode mudar seus cabelos, mudar seu estilo de se vestir, pode mudar sua profissão, o endereço, namorado, parceiro e o que precisar! Só não pode mudar a sua essência, a sua dignidade, e a força de sua aparente fragilidade que na verdade não existe. Ser mulher é outro nível"
É normal dizerem que o professor
É a profissão que forma toda profissão
Já eu, acho que o professor
É o que forma todo cidadão
O que a mulher quer?
Quer ter sua profissão,
quer carinho e atenção,
não quer um amor qualquer,
quer que seja bem-me-quer.
Ela é mãe bem ocupada,
gosta de ser muito amada.
Porém, tem grande vontade,
seja em qualquer idade,
ela quer ser respeitada.
Um pai marcado por sua austeridade e sua determinação em fazer do tênis a profissão de seu filho mais novo ocupa um importante lugar no testemunho de Andre Agassi. Como nos conta, desde antes de seu nascimento, seu pai havia decidido que ele seria o tenista número um do mundo.
Ainda quando ele era bebê, o pai prendia uma raquete de pingue-pongue em sua mão e o estimulava a bater no móbile de bolinhas de tênis que pendurara acima do berço do filho.
Tal investimento somado ao fato de o pai de Agassi ter sido um boxeador que teve sua carreira esportiva frustrada remetem-nos ao que Freud definiu como sendo o narcisismo parental.
Muitos pais acabam projetando em seus filhos “seu EU ideal”, oferecendo a eles e a si mesmos uma versão “aperfeiçoada e perfeccionista” do que eles acreditam ter sido ou gostariam de ter sido.
Há uma projeção dos pais sobre a criança que veem em seus filhos a representação perfeita de seu eu ideal.
Um eu ideal é concebido nos próprios filhos, tornando-os responsáveis por curar as frustrações.
"Caserio, que nunca quis ser santo, abalou o império na França. Como profissão, fazia pão. No anarquismo, foi irmão, não dedo duro nem espião."
Não importa qual nosso nível, idade, profissão, todos temos sonhos para serem realizados. Muitas vezes nós deixamos eles esquecidos, já outras pessoas têm eles muito claros na mente.
