Amor
Doe coisas que não precisa mais de voce.
Ato de amor nesse ato de estender...
Desapegue-se da matéria. Faça essa faxina interna!
É fácil investir em pessoas que já são tudo, mas Deus revela Seu grande amor quando investe em alguém que ainda não é nada.
Na cruz, Jesus nos ofereceu 100% do seu amor. Agora, cabe a nós decidir se vamos compartilhar 5, 10 ou 100% do amor que há em nós com as outras pessoas.
Você pode louvar hinos de cabeça para baixo, mas se não respeita o seu próximo e não tem amor pelo seu semelhante, seu esforço de nada vale.
Jesus deu a vida por amor a você e a Paulo; Paulo perdeu a vida por amor a Jesus e à obra. Áquila e Priscila quase morreram por amor a Paulo e a Jesus. Agora, cabe a mim e a você morrer para este mundo por amor a Deus e a Jesus.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando afeto como vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora,
Rogando carinho, suplicando clemência
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
" Que o Amor Incondicional de Deus
A Graça do Senhor e Salvador Jesus Cristo
E as doces Comunhão da Pessoa do Espírito Santo esteja sempre em sua vida."
__
Sociedade Missionária
Unção e Legado
O amor é quase indestrutível, poucas coisas podem acabar com um amor verdadeiro... Mas existe um veneno fatal que o corrói de dentro para fora... a decepção!
Gotinhas de Amor:
Oceanos da Diversidade
A Aventura Tátil da Lu
Brasil,2026
Lu era uma menina curiosa e criativa.
Ela não enxergava como os outros colegas, mas isso
nunca impediu seu sorriso de brilhar.
Com as mãos, Lu descobria o mundo: sentia as formas,
as texturas, os caminhos… e com os ouvidos,
guardava sons como pequenos tesouros.
Na escola, porém, nem tudo era fácil. Algumas brincadeiras dependiam muito dos olhos, e Lu, às vezes,
ficava sem saber como
participar. Enquanto os colegas corriam ou
apontavam coisas, ela esperava, imaginando como poderia brincar junto.
A professora percebeu isso com carinho.
Então, junto com as crianças, decidiu mudar algumas coisas.
— Vamos brincar de um jeito que todo mundo
possa participar! — disse ela.
Os amigos começaram a descrever as brincadeiras para Lu, usando palavras cheias de cuidado.
Criaram jogos com objetos de diferentes
texturas, sons e cheiros.
Também inventaram os passeios sensoriais,
onde Lu explorava a sala tocando, ouvindo e
sentindo cada cantinho. Lu se sentiu acolhida.
Fez amigos, riu alto e descobriu que aprender podia ser uma aventura incrível — do jeitinho dela.
Um dia, a professora teve uma ideia especial:
— Que tal uma caça ao tesouro pela escola?
Os olhos das crianças brilharam.
Mas logo alguém perguntou:
— E a Lu? Como ela vai brincar?
Os amigos não pensaram duas vezes.
Adaptaram o jogo com amor.
Em vez de procurar pistas com os olhos, Lu usaria o tato e a audição. As pistas seriam
objetos com texturas diferentes,
sininhos, caixinhas que faziam barulho. Enquanto
caminhavam, os amigos
descreviam cada passo, cada curva do caminho.
Lu levava uma caneta de cheiro e marcava o
percurso, rindo a cada nova descoberta.
— Está quente… agora macio… escuta esse som! — diziam eles.
No final do caminho, encontraram o tesouro:
um saco cheio de
brinquedos sensoriais — bolas texturizadas,
chocalhos, tecidos e objetos curiosos.
Lu ficou tão feliz que teve outra ideia.
— Agora é minha vez! — disse ela, animada. — Vou criar uma
caça ao tesouro tátil para vocês!
E assim, naquele dia, os amigos aprenderam que existem muitas formas de explorar o mundo.
Algumas com os olhos, outras com as mãos, os ouvidos…
E todas cheias de descobertas.
Porque quando a escola acolhe, todo mundo aprende junto.
Fim
