Amo minha Igreja

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⁠Gente que vota em gente incompetente gera uma família desobediente, uma igreja doente, uma sociedade deprimente e infelizmente uma nação insolente, ignorante e decadente.

⁠Todo homem escolhido por Deus para liderar a Sua igreja deve primeiro estar inserido dentro do contexto bíblico do padrão de liderança de Jesus e de Seus discípulos, cujos exemplos devem promovam o crescimento, a edificação, a unidade e o bem-estar físico e espiritual do rebanho.

Quando a liderança presume saber o que é melhor para a igreja, acaba negligenciando o exemplo de Jesus, que ensinou a liderar pela fé e pela dependência de Deus.

Que a alta do café não vire pretexto para torrarmos a paciência dos outros!
Amém igreja?

O encardido está decorando o salão nas profundezas para celebrar as bodas da Igreja com o Estado.


Não será festa de amor, mas banquete de conveniências.


O altar se mistura ao palanque, e os votos são jurados não diante de Deus, mas diante do poder.


As taças não transbordam de vinho, mas de vaidade.


O coro não entoa cânticos de fé, mas hinos de domínio.


Os convidados não são santos, mas cúmplices.


E enquanto a celebração se desenrola nos porões da alma coletiva, o povo, aturdido, dança sem notar que a festa é de luto.


Porque toda vez que a Igreja se deita com o Estado, quem sai órfã é a Verdade.

⁠Um trisal tão nefasto entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado só poderia parir tamanha aberração.


Não há sutileza nessa união — ela sempre carrega consigo os germes do abuso e da manipulação.


Quando a fé se deita com a política, e ambos convidam o braço armado para o mesmo leito, o resultado buscado nunca é comunhão, mas o controle da nação.


A Igreja, que deveria consolar, torna-se cúmplice do silenciamento.


O Estado, que deveria servir, converte-se em senhor.


E o braço armado — que deveria nos proteger — se vê no direito de intimidar.


É nesse pacto que o sagrado se prostitui, o político se corrompe e a violência se legitima.


Não é difícil reconhecer os frutos dessa aberração: consciências domesticadas em nome da obediência, corpos disciplinados pelo medo e uma sociedade moldada não pelo diálogo, mas pela imposição.


O trisal nefasto não gera filhos livres, mas servos disfarçados de cidadãos.


E talvez o maior desafio não seja tão somente apontar os riscos sem precedentes dessa união, mas perceber como, vez ou outra, ela continua a ser desejada por aqueles que temem mais a liberdade do que as medonhas grades invisíveis da prisão.

⁠Sempre que a igreja se deitar com o Estado e seu braço armado, há que se esperar qualquer coisa, inclusive o trisal parir uma aberração.

⁠Se um terço dos cristãos pregasse mais Cristo que igreja, o caminho para a volta d'Ele certamente já estaria preparado.


Talvez, se assim fosse, o mundo reconhecesse com mais facilidade os sinais do Reino que já está entre nós.


Porque a Igreja, quando fiel à sua missão, não é fim — é caminho.


Não é vitrine — é serviço.


E nem é trono — é cruz.


O problema nunca foi a Igreja enquanto Corpo vivo, mas o risco constante de transformá-la em discurso, identidade social ou instrumento de pertencimento, quando sua razão de existir é apontar para Cristo.


Cristo não fundou uma instituição para ser adorada; fundou um povo para amar.


Não chamou seguidores para defender muros, mas para lavar pés.


Nem pediu marketing de fé, pediu testemunho.


E o testemunho mais eloquente continua sendo uma vida que se parece com a d’Ele.


Quando pregamos mais a Igreja do que Cristo, corremos o risco de anunciar um endereço e esquecer o Caminho.


Mas quando pregamos Cristo, a Igreja se cumpre: torna-se sinal, ponte, casa aberta — nunca obstáculo.


Preparar o caminho para a Sua volta não é fazer mais barulho religioso, mas produzir mais frutos do Espírito.


É menos disputa por razão e mais entrega por amor.


Menos bandeiras e mais cruz.


Muito menos autopreservação e mais conversão diária.


Talvez o mundo não esteja cansado de Cristo…


Mas talvez esteja apenas cansado de não vê-Lo refletido com clareza, sobretudo pelos evangelizadores mais preocupados em apontar o caminho da igreja do que d'Ele.

"Então, eu disse à Fofoqueira da Igreja aqui do bairro: 'Uma das razões de eu ser rico (como a Senhora diz que sou) é porque Deus permite, uai. A Senhora, que vive falando em Deus e não suporta ricos (nem os honestos), digite assim: 'Deus não me escolheu, Buáaa!' E vá chorar pra lá, bem pra lá!"
0850 | Criado por Mim | Em 2016

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"A moça abomina imagens (da Igreja Católica) sem mesmo saber a razão. Ela só repete o que faz a mãe, que 'aprendeu' com a avó e esta 'aprendeu' com a bisavó. Rejeita imagens, mas ostenta, exibe e se encanta com fotos de Familia, com Esculturas de Anão no jardim, com Tornozeleira de Ouro e com outros símbolos (ou penduricalhos)!"
Texto Meu 0891, Criado em 2018

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"Expliquei à Tia da igreja: Eu não me apego a coisas materiais... Se essas coisas materiais forem de baixa qualidade."
Texto Meu No.1003, Criado em 2021


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thudocomh.blogspot.com

O mundo caminha pelo lado da tentação; a igreja, pelo lado da santificação.

A santificação do Senhor qualifica a igreja para fazer boas obras.

Se existem tantos livros excelentes sobre como promover o crescimento produtivo da igreja, porque a liderança não investe recursos e treinamento de novos membros?

A igreja que deseja ministérios sadios evita a exaltação de ovelhas privilegiadas.

No tabernáculo a santificação do povo era anual;
na vida da igreja ela é diária.

Existe uma diferença enorme entre uma igreja transformada
e uma igreja frequentada: a primeira opera pela fé na Palavra de Deus e a segunda, aguarda a sua transformação, buscando o mundo.

Quão difícil é para uma liderança de igreja permitir que seus próprios deslizes e pecados sejam corrigidos ou disciplinados por um membro sábio e experiente, quando pelo arrependimento pode gerar um rebanho mais forte, apto e confiável como um todo.

Líderes eclesiásticos que mantêm a liderança da igreja apenas pela postura física, pela expressão do dinheiro e pela sua falsa religiosidade, são verdadeiras pedras de tropeço para o restante do rebanho, porque adoram mandar, sem primeiro servir.

A igreja é um poema escrito por Deus.