Amo essa minha Vida Louca
*EU SER TODOS DE COR*
Na cor de minha pele
vive o DNA de Deus.
Se tiveres que dizer qualquer coisa...
Ser negra(o), é ser amor de um criador de continuidade e não de referência.
Não somos escravos de brancos...
Nunca seremos escravos de ninguém!
Fomos descartados pela cor sim, e ainda somos hoje, motivos de república.
Por essas travas afogadas de murmúrios eloquentes patronais, somos lutas!
Um ser humano ainda que não acreditem neles!
Vida, amor, fé e resistência!
A última lágrima de uma nação!
Nao tenho tempo para mais nada, trabalhos, relacionamentos, minha espiritualidade, lazer já me consomem muito do meu tempo.
Eu sou nagô.
Eu sou mais do que a cor da minha pele.
Eu sou negro, eu sou multicor.
Eu sou a voz da resistência, desde os porões dos navios negreiros.
Eu sou clamor.
Eu sou a força rompendo as algemas do teu preconceito.
Eu sou o canto ensurdecedor.
Eu sou gente da gente, um só povo.
Eu sou Brasil, com muito amor.
Toque me
Toque minha alma sem me tocar,
num sopro suave de brisa a passar.
Entre versos sussurrados no ar,
onde o silêncio sabe me abraçar.
Com teu olhar que fala em segredo,
rompe a distância, dissolve o medo.
És presença que não vejo, mas sinto,
no eco sutil de um afeto distinto.
Toque-me assim, com a leveza do céu,
sem toque de pele, mas toque fiel.
SimoneCruvinel
Tudo que eu falo ele transforma em poesia e até minha tristeza pode ser recitada como alegria
Sinto-me abraçada por suas palavras que completam as minhas
Me diz que encanto mas ele que canta a música que meu coração gosta de dançar
Quando sinto seu acolhimento é tão fácil me expressar que falo como poeta mesmo sem saber quais palavras usar
Ainda que ameaçado e perseguido, minha fé em Deus permanece inabalável; não temo porque sei que Ele é meu escudo e fortaleza.
As ameaças que recebo não me desviam do propósito; pelo contrário, fortalecem minha confiança em Deus.
Na Maternidade Atípica, aprendi que minha paz é sagrada e essencial para cuidar da minha Filha(o) Autista. Estou no auge da minha tranquilidade, sem espaço para guerras desnecessárias. Escolho evitar o que não agrega, acolher o que traz leveza e viver aceitando apenas aquilo que me dá força, amor e serenidade. Porque nessa jornada, paz é poder, e sossego é meu melhor aliado!
Assim não se acaba.
Minha boca rejeita o amargo
Desde que provei do seu doce olhar
Minha boca rejeita o amargo
Do inesperavel ele surge novamente
Mas a minha boca rejeita o amargo
De pouco a pouco o meu amargo rejeita a minha boca
De choro em choro o meu rejeito amarga a minha boca
A minha mente está me matando, às vezes parece mais fácil me entregar, deixar que me leve... Jeová cuida do meu coração e não deixa que minha mente me mate.
Provérbios 14:10
O tempo parou e o significado não significa nada, a existência está de cabeça pra baixo e a minha era reina suprema. Sejam todos bem vindos ao estranhagedom.
Mentalmente,
atuando comumente com o coração, pois, atualmente,
tanto minha mente quanto meu coração indigente,
me pregam peças e me mentem,
o meu problema, continua sendo a gente,
uma amizade que sinceramente,
pode ser complacente, mas, nunca indiferente,
agimos sempre sinceramente,
e positivamente,
e que dure;
eternamente.
para Beth Borboleta
"Carrego comigo cada palavra dita, pois minha memória guarda o que me ensina e conecta às pessoas."
Quando a Cola Se Vai
(Dedico à minha mãe, dona Jucelia Fogaça Garcia/in memorian)
Perder a mãe é viver em pedaços. É como se alguém arrancasse o centro de um quebra-cabeça e deixasse você segurando peças que já não sabem onde se encaixar. A mãe é a cola, o ponto de gravidade que mantinha tudo no lugar, mesmo quando parecia que o mundo estava desabando. Sem ela, sobra um vazio que nenhum remendo consegue preencher.
Ela era a referência. A pessoa que sabia onde estavam os segredos e os atalhos da família. Aquela que juntava as gerações, fazia a ponte entre o passado e o presente, entre a tradição e a novidade. Era a dona das histórias que começavam com “Lembra daquele Natal?” e terminavam com risos que aqueciam qualquer mágoa.
Sem ela, os domingos parecem desajustados. A mesa, mesmo cheia, soa vazia. Não tem mais aquela voz para organizar as discórdias, aquele olhar que dizia: “Vai ficar tudo bem”. Ela era o centro, o encaixe perfeito entre irmãos que agora se olham sem saber direito como continuar.
E a casa dela… Ah, a casa dela. Não era só um lugar, era uma bússola. Um norte que dizia para onde correr quando o mundo lá fora era frio demais. Depois que ela se vai, até os cômodos parecem perdidos. O cheiro dela some, o eco da risada também. Você visita o espaço, mas não encontra o abrigo.
Perder a mãe é aprender a andar sem guia. É viver no improviso, tentando ser forte, mas sempre sentindo a falta daquele abraço que colava tudo de volta no lugar. Aquele amor incondicional, que não pedia nada em troca, só existia para curar, para unir, para amar.
Agora, a cola está dentro de você. É sua vez de tentar juntar os pedaços, mesmo com as mãos trêmulas. Porque, no fundo, ela nunca foi embora completamente. Está em cada história que você lembra, em cada gesto que repete sem perceber, em cada pedaço que tenta, aos poucos, refazer o todo.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
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