Amo essa minha Vida Louca
Acuso-te
De entrelaçar minha alma a tua e depois de forma nefasta simplesmente ir embora, sim, e consigo levou aquele riso meio torto e quase sem graça.
Acuso-te, de deixar a deriva em meio a mais rigorosa tempestade sem pelo menos um farol para me guiar...
Me perdi em meio à escuridão, e o frio da noite trouxe consigo o vento que sopra, nas velas do meu barco, cansado, prestes a naufragar nas amarguras da vida...
Mas sigo aqui, navegando mesmo desorientado sem a luz da lua ou até mesmo daqueles pontos brilhantes do céu que chamamos de estrelas, que ficaram encobertas pelas nuvens densas e carregadas de mágoas que vem em forma de chuva, molhando meu rosto e quase me desintegrando de tanta dor.
Pedaço do céu no vão da telha
a luz vermelha e o teu vestido furta cor
a minha dor e a tua dor mirando no telhado um copo de conhaque transbordado
derrama estrelas no pano xadrez
a mesa rir, a maquina toca um bolero enquanto eu sedento espero
por você a minha vez
Como um vento na floresta,
Como um vento na floresta,
Minha emoção não tem fim.
Nada sou, nada me resta.
Não sei quem sou para mim.
E como entre os arvoredos
Há grandes sons de folhagem,
Também agito segredos
No fundo da minha imagem.
E o grande ruído do vento
Que as folhas cobrem de som
Despe-me do pensamento:
Sou ninguém, temo ser bom.
No mix da lágrima e do sorriso, tenho o amor da minha exuberante mãe, embrulhada na orquídea viva de amor. Orquídeas falam sim.
Desde que minha mãe partiu, procurei o afago dela em muitas pessoas, até o dia que encontrei ela em mim mesma.
De puro amor! Todas as orquídeas estão dançando no tom do amor, minha eterna e exuberante mãe fazendo aniversário hoje. Seu perfume de sabedoria continua no meu coração.
Tinham pássaros, canções, sinos de paz no sorriso da minha mãe, nasceu feliz e semeou a felicidade, uma eterna doadora de amor!
Adeus.
É, acho que chegou minha hora, cansei.
Cansei de tentar agradar a todos, e, ao mesmo tempo, ser rejeitado pelos mesmos. Tentar ser o amigo nos momentos em que os outros precisam, e ser retribuído com outra intensidade, apenas sendo tratado como um simples indivíduo.
Não, eu não aceito isso, desejava ser chama, onde existe apenas faíscas. Ser luz, onde a escuridão se fazia presente. Ser amor, onde o ódio é a principal lei. Ser felicidade, em lugares em que a tristeza reina.
Mas, não deu. Não consigo. Não consigo mais tratar apenas como amiga, quem eu queria que fosse minha companheira na vida.
Infelizmente, “a reciprocidade não nasce na intenção de um só”, e isso me doía, dói e ainda vai doer, por isso, acho que chegou a hora de eu dizer, Adeus.
Mestre querido, segura na minha mão e conduz-me, com a Tua segurança, nos caminhos que devo percorrer.
Faz algumas horas, não sei quantas mas, minha mente parece encontrar no minuto passado uma menininha de franja aparada, segurando orgulhosamente uma maletinha vermelha e, caminhando para o seu primeiro dia de aula.
O que aconteceu neste ínterim?
A minha luz
Ainda me lembro dos dias
Que ainda andávamos de mãos dadas
Lembro daquele sorriso
Me olhando subir essa escada
Lembro das noites em claro
Que passei pensando em você
E de Como iria viver sem te ver
O dia não tem mais a luz
E a noite só a escuridão
Onde foi a menina?
Que iluminou meu coração
Talvez você nem imagine
O tanto que sinto sua falta
Talvez te veja na rua
E talvez
Não sinta mais nada...
Pois a luz que você levou
Outra tomou minha guarda
Levando com a sua luz a angustia
Que em mim ficou cravada
Não terá mais volta ou arrependimentos
Pois aquilo que você me fez se foi com o tempo
Você acha que suas desculpas irão apagar todas as manchas deixadas
Mas você não percebeu que suas palavras agora são nada
Desapareça da minha frente com essa sua luz reprimida
Pois agora acenderei a tocha da minha vida
Seu riso falso não irá me enganar pois na escada dessa vida
eu escolherei alguém melhor para me acompanhar
É... talvez a minha entrega excessiva te sufoque, minha sede exagerada de desejar te pertuba, hun eu e essa minha mania de superfluidade. Perdoa minha redundância, mas não sei amar pela metade.
O cigarro que meu amor consome...
Que o consome...
Que some suas ansiedades e some com minha paz..
A cada abraço com odor, A cada beijo com odor,
A cada olhar de dor por ser dependente de algo decante.
O tempo passa e vivo descontente enquanto ele for depende.
Suzana Campos.
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