Amo essa minha Vida Louca

Cerca de 336823 frases e pensamentos: Amo essa minha Vida Louca

Para ver muitas coisas é preciso desaprender a olhar para si mesmo. Essa dureza é necessária para escalar montanhas.

Não quero um amor rasgado, remendado, pela metade. Demorei tanto tempo pra encontrar essa paz, acho que mereço uma coisa inteira, intensa, indestrutível.

Essa escuridão tem um nome? Essa crueldade, esse ódio, como ele nos encontrou? Ela se meteu em nossas vidas, ou nós a procuramos e a abraçamos? O que aconteceu conosco, que agora mandamos nossos filhos para o mundo, como mandamos jovens para a guerra… Esperando que voltem a salvo, mas sabendo que alguns deles se perderão no caminho. Quando perdemos o nosso caminho? Consumidos pelas sombras, engolidos completamente pela escuridão… Essa escuridão tem um nome? Acaso, é o seu nome?

Você pensa que nunca vai esquecer, e esquece. Você pensa que essa dor nunca vai passar, mas passa. Você pensa que tudo é eterno, mas não é.

Não existe essa coisa de “sorte”. Existe você ir e correr atrás do que quer.

Todo mundo sabe como essa história acaba. Então vamos pular para o último capítulo.

Que maldade!
Me expor essa vontade,
e deixar-me essa saudade
que eu sinto de você.

Embora não sangre... essa parte aqui dói muito!

Vivo com essa sensação de abandono, de falta, de pouco, de metade. Mas nada disso é novidade. Antes dele, teve o outro, o outro que continua indo embora para sempre porque nunca foi embora pra sempre. Eu não sei deixar ninguém partir, eu não sei escolher, excluir, deletar. São as pessoas que resolvem me deixar, melhor assim, adoro não ser responsável por absolutamente nada, odeio o peso que uma despedida eterna causa em mim. Nada é eterno, não quero brincar de Deus.

Por que Deus me ama? A Bíblia responde a essa profunda questão com uma palavra incomparável: graça. Deus ama em razão do que ele é, não que eu tenha feito algo por merecer. Deus não pode deixar de amar. Pois o amor define Sua natureza.

Phillip Yancey
O Deus (In)Visível. São Paulo: Editora Vida, 2002.

Nunca confie no amigo que conta segredos dos outros. Essa amizade é falsa.

Teus olhos insistem em me chamar para essa eterna dança de olhares... Eu só espero que a música não pare...

Já amou alguém a ponto de sentir que faria qualquer coisa por essa pessoa? Pois é, então faça esse alguém ser você e faça qualquer coisa que você queira muito.

Essa é a coisa mais idiota que você já me disse. E olha que você já disse muitas coisas idiotas.

Essa sou eu.
Uma menina meiga,
sendo uma mulher forte.
Com olhar doce,
e com alma poetizada.
Talvez um tanto sensível,
mas de uma coragem de dar inveja.
Não abandono meu sonho de ser feliz.
Aliás, durmo e acordo com este mesmo propósito!
E vivo a minha vida,
com a mesma beleza que tenho no meu olhar!

Consolação

Se não tivesse o amor
Se não tivesse essa dor
E se não tivesse o sofrer
E se não tivesse o chorar
Melhor era tudo se acabar

Eu amei, amei demais
O que eu sofri por causa do amor
Ninguém sofreu

Eu chorei, perdi a paz
Mas o que eu sei
É que ninguém nunca teve mais
Mais do que eu

Vinicius de Moraes
Álbum "Toquinho e Vinicius - O poeta e o violão"

Nota: Música composta por Vinicius de Moraes e Baden Powell

...Mais

Lobo em pele de cordeiro. Mascarás. Teatro. Falsidade, atualmente essa é a nossa realidade.

Essa morte constante das coisas é o que mais dói.

Eu quero respirar, eu odeio essa noite
Eu quero acordar, eu odeio esse sonho
Eu estou preso dentro de mim e estou morto
Não quero ficar sozinho
Só quero ser seu

Eu sou essa pessoa a quem o vento chama,
a que não se recusa a esse final convite,
em máquinas de adeus,sem tentação de volta.

Todo horizonte é um vasto sopro de incerteza:
Eu sou essa pessoa a quem o vento leva:
já de horizontes libertada,mas sozinha.

Se a Beleza sonhada é maior que a vivente,
dizei-me: não quereis ou não sabeis ser sonho ?
Eu sou essa pessoa a quem o vento rasga.

Pelos mundos do vento em meus cílios guardadas
vão as medidas que separam os abraços.
Eu sou essa pessoa a quem o vento ensina:

Agora és livre,se ainda recordas

(Solombra, p. 794)