Amo essa minha Vida Louca

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Que o Senhor da Vida liberte os que trilham as Estradas da Saudade calçados com as Sandálias do Remorso!
Amém!

Que o Senhor da Vida liberte os que trilham as Estradas da Saudade calçados com as Sandálias do Remorso!
Amém!


Liberta, Senhor!


Arrebentai as Sandálias do Remorso de todos que revisitam as lembranças dos que partiram antes de nós!


Saudades, sim — Tristeza, não!


Amém!?!


Porque a Saudade, por si só, já é estrada longa o bastante — feita de Memórias, Silêncios e Ausências que aprendem a conversar conosco.


Mas há quem caminhe por ela ferindo os próprios pés, calçado com as sandálias do arrependimento.


São passos, às vezes, demasiadamente pesados, que machucam o coração a cada lembrança do que não foi dito, do abraço adiado, da reconciliação interrompida...


No entanto, a verdadeira cura começa quando entendemos que o amor não termina com a partida — apenas muda de endereço.


E quem parte não deseja nos ver presos ao que faltou, mas gratos pelo que foi vivido.


Descalçar o remorso é um gesto sagrado: é permitir que a saudade volte a ser caminho de amor e não de castigo.


Que possamos, então, revisitar nossas lembranças com a graça de quem sabe que o perdão é o único calçado capaz de levar a alma em paz, sobretudo pelas estradas pavimentadas pela Saudade.


Amém!

Quase tudo na vida
Tem limite
Menos o amor
Esse não tem limite

Enquanto muitos vivem como se a vida de primeiro mundo fosse um drama, muitos brasileiros tropeçam no drama e fazem comédia.

Outubro ou nada!?!
Que nem a seriedade cobrada pela vida adulta consiga distrair a graça da criança que ainda vive em nós!
Amém!

A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.


A vida, em essência, é uma sucessão de chegadas e partidas.


Um amontoado de despedidas silenciosas que se acumulam, quase sempre sem aviso.


Nunca sabemos qual abraço será o último, qual conversa não se repetirá, nem qual olhar se prenderá eternamente na memória.


Talvez seja justamente essa incerteza que valorize o instante — a consciência de que ele é frágil, transitório, irrepetível.


Por isso, a vida nos convida a viver cada encontro com reverência, cada presença com gratidão e cada despedida com a delicadeza de quem entende que até a separação faz parte do milagre de existir.


No fim, não é a derradeira despedida que mais importa, mas sim a intensidade dos encontros que a antecedem.

Nenhuma vida é tão vida se não for em companhia, portanto, a eternidade, a riqueza, a saúde ou a falta de quaisquer preocupações jamais seriam bem vindas se acompanhadas da solidão, essa sim, a fagulha de um mal que apavora qualquer bem.

Não ganha a vida, não ganha na vida quem é muito feliz tendo apenas conforto, mas sim quem consegue alcançar e ter a felicidade como sua companheira, ainda que nada mais tenha.

⁠Nele está a fonte da vida, Dele jorra o perdão, a benevolência, a paz, a sabedoria e a alegria. É onde depositada a fé, sonhos se realizam. Sem Ele, só restará o fim, portanto, Ele é o único caminho para a eternidade.

⁠No campo regado pelas lágrimas da saudade, inevitavelmente a reflexão sobre a vida se aprofunda.

⁠⁠Que o Espírito Natalino que hoje nos une, permaneça em nós, em todos os outros dias da nossa Vida, para podermos e sabermos celebrá-la, sempre Espalhando Amor e Semeando Esperança.

Tente ser ao menos um pedacinho daquilo que a vida tem de mais charmoso, uma pessoa surpreendente. Não faça promessa, faça surpresa!⁠

Entre os “cristãos” que aceitam a interrupção da vida intrauterina e os que aceitam a interrupção da que “não deu certo” — socialmente —, paira um abismo de Misericórdia.


Talvez porque a Misericórdia verdadeira não se acomode nas trincheiras ideológicas.


Ela não escolhe vítimas conforme a conveniência moral do momento, nem distribui compaixão segundo critérios de afinidade política, econômica ou cultural.


A Misericórdia vê primeiro a pessoa, depois a circunstância; primeiro a dignidade, depois o julgamento.


Há quem se escandalize diante da interrupção de uma vida ainda escondida no ventre, mas permaneça indiferente quando uma existência já nascida é descartada pela pobreza, pela dependência química, pela doença mental, pela solidão ou pelo fracasso.


Há também quem se mobilize em defesa dos vulneráveis que caminham pelas ruas, mas relativize a vulnerabilidade absoluta daquele que sequer pode erguer a própria voz.


Em ambos os casos, o risco de transformar a defesa da vida em uma causa seletiva é iminente.


E toda seletividade aplicada à dignidade humana revela mais sobre nossas preferências do que sobre nossos princípios.


O Evangelho apresenta um caminho muito mais exigente.


Não basta defender a vida em um estágio e ignorá-la em outro.


Nem proteger o inocente antes do nascimento e abandonar o ferido depois dele.


Tampouco basta acolher o socialmente excluído e negar humanidade ao que ainda não nasceu.


A coerência da caridade cristã pede um olhar integral: a vida humana não adquire valor por ser desejada, produtiva, saudável ou socialmente bem-sucedida.


Seu valor é anterior a qualquer mérito.


A Misericórdia não elimina a verdade, mas também não permite que a verdade seja usada como instrumento de condenação.


Ela convida à defesa da vida sem arrogância, ao acolhimento sem relativismo e à justiça sem crueldade.


Talvez o maior desafio não seja identificar quem está do outro lado do abismo, mas reconhecer que todos estamos à sua beira.


Porque, quando a compaixão se torna seletiva, quando a dignidade humana passa a depender de circunstâncias ou preferências, cada um de nós contribui para alargar a distância entre aquilo que professamos e aquilo que vivemos.


E é justamente sobre esse abismo que a Misericórdia insiste em construir pontes.


Não para abandonarmos nossas convicções, mas para que elas sejam iluminadas pelo amor; não para deixarmos de defender a vida, mas para aprendermos a defendê-la integralmente, do início mais silencioso até o último suspiro natural.⁠

O homem diz ‘nunca’ quando fala a partir do presente; mas a vida responde mostrando que o futuro é um território onde até as certezas podem ser transformadas.”

A vida é uma colcha de retalhos: alegre, colorida, macia e cheia de quadradinhos para escrever novas histórias.
Debbie Villela

O tempo de celebrar é quando temos a vida bailando alegria interior.
Debbie Villela

Reconhecer um defeito pessoal é ter certeza de que a vida é feita de nós, cada um com uma ponta a ser solta.
Debbie Villela

Vive, sobrevive e compreende melhor a vida aqueles que já sentiram o sopro da morte, conseguindo fazer o vento lutar contra o tempo.

No mar da vida virei peixe, quase sereia, borbulhando na esperança.
Debbie Villela

Realidade. Único roteiro que a vida segue.
Debbie Villela