Amo essa minha Vida Louca

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Asas do amor (Texto poetico)

Numa vida repleta de grandezas, que não a materialidade das
coisas, vãs são todas as outras que aprisionam sua liberdade,
podando-lhes as asas para que se esqueçam de poder voar.

Quando você ama, não deseja podar asas, mas cuidar destas;
traçar novos voos e, junto, também voar. Se, no momento do
voar, esquecem-te, após ajudar a cuidar das asas, não é amor
que tens - então, é o momento de voar sozinho mais uma vez,
e mais quantas vezes não valorizarem e cuidarem também
de vossas asas.

Amar é isso; deixar voar e voar junto na mesma direção.
Há, com toda certeza um pouco de sonho e um pouco de
poesia neste escrevinhar, mas nada absurdo para quem
consegue simplesmente enxergar e ver além de
suas próprias asas.

Marcelo HB

"Crescer exige suportar o desconforto
de deixar para trás uma vida que já conhecemos para construir outra
que não sabemos como será."


Carl Rogers

À Sombra do Sol


Enquanto alguns passam a vida lamentando as falhas dos pais,
outros escolhem superá-los. A grande diferença é que os
primeiros viverão sob a sombra do passado, enquanto os
segundos se transformarão em seus próprios sóis...


Ninguém escapa da própria raiz,
Carregamos a história que o sangue diz.
Mas o destino não é o que herdamos,
É o caminho que nós mesmos traçamos.


Enquanto alguns passam a vida a lamentar,
As falhas dos pais que não puderam mudar,
Outros escolhem a dor de crescer,
E vão além do que viram nascer.


A grande diferença habita no fim:
Uns vivem na sombra, trancados em si,
Reflexos eternos do que os gerou.
Os outros são sóis que a vida acendeu,
Brilhando na luz que o peito escolheu.


Estar à sombra do sol é entender,
Que a própria luz faz a sombra nascer.
Não é apagar o passado ou a história,
É caminhar sob a própria vitória.


Marcelo HB

"Na vida ou você tem coragem de fazer suas escolhas, ou as pessoas a sua volta te fazem de bichinho de estimação delas."

Desconhecido

Entre a Vida e a Morte, O Tempo

O mundo gira em seu fluxo constante,
Vidas se apagam, histórias se vão,
A existência termina num instante,
Outras continuama pulsar como coração.

É uma verdade de peso profundo,
Desconfortável de se carregar,
Deixaremos, um dia, este mundo,
Sem aviso, sem tempo para adiar.

Que a urgência não traga o lamento,
Mas abra os olhos para o agora,
Viver cada dia, cada mês, cada momento,
Antes que a luz se despeça e vá embora.

Na pressa dos anos que o tempo consome,
O segredo mais puro e real consiste:
Ver a grandeza no que não tem nome,
Pois no mais simples, a vida reside.

Marcelo HB

A Partícula do Tempo

"A vida dura tanto quanto um 'olá'!
Ela passa fugazmente — é curta."

Marcelo HB

Do Verso á Fé


"Deixe de lado certas convicções, pense sobre a sua vida, livre-se das coisas materiais, acolha aquilo que não é visível, mas é guiado pelo Amor Perfeito — depois que os mares resvalarem em sua face suave e marcada pelo tempo, aceite o que Ele tem reservado
para você; Luz!"


Sabedoria Cristã

"Um dos muitos absurdos da vida é existirmos, então faça valer muito."


Alessandro Bous'T

"Na vida, seja abusada e seja foda — mas sempre com requinte!"

Márcia A. Prazeres

A Superficialidade Filosófica


"O simbolismo da vida baseia-se, supostamente, em duas premissas:
lógica e certeza, ou razão e racionalidade. Mentira!"


Jonnas Macarddi

"Poesia não se ensina, se aprende ao longo
dos anos de vida — dos bem vividos
e dos outros."


Jorge B Silva

Aforismo Heróico


Viver com coragem atrai grandes destinos. A vida não promete facilidade aos fortes, mas sim uma jornada épica, cheia de batalhas e superações, onde o verdadeiro valor do indivíduo é forjado e provado.


"Aos corajosos a vida dará uma Odisseia a ser cumprida — vida!"


D'Ante

Sobre a Vida


"O conceito central da vida e de nossa existência
não reside na luta, na separação do povo, mas na
união em prol de um objetivo comum, sendo o
aspecto mais essencial o amor — Jesus."


Sabedoria Cristã

Maresia

"Tanta coisa tinha pra dizer-te em vida e versos, mas não percebi que a poesia que vivíamos era escrita na areia molhada - o mar levou."

Jorge B Silva

Evoluir é lutar, conquistar e vencer as intempéries da vida

O tempo não é uma borracha que apaga o que você escreveu nas páginas da vida.

O tempo é uma caixinha de lembranças, fechada por uns e aberta por outros

⁠Sou muito da poesia, mas se a vida me empurrar para a artilharia,
jamais vou me furtar.


Porque há em mim uma inclinação natural para as palavras que curam, para os silêncios que acolhem e para as metáforas que ajudam o mundo a respirar um pouco melhor.


A poesia, afinal, é o território onde a sensibilidade ainda tem cidadania e onde a humanidade tenta se lembrar de si mesma.


Mas viver não é apenas contemplar.


Há momentos em que a realidade deixa de pedir versos e passa a exigir coragem.


Momentos em que a delicadeza, sozinha, já não protege quase nada — nem a dignidade, nem a verdade, nem a própria vida.


Nessas horas, permanecer apenas na poesia pode ser confundido com ausência, e silêncio pode parecer concordância.


Não porque a poesia seja fraca, mas porque existem tempos em que até a beleza precisa aprender a defender-se.


E nem se trata de abandonar a poesia, mas de compreender que ela também pode vestir armadura quando necessário.


Que quem cultiva sensibilidade não está condenado à passividade.


E que defender aquilo que dá sentido à vida também é uma forma de honrar tudo aquilo que a poesia sempre tentou dizer.


Ser da poesia é escolher, sempre que possível, o caminho da palavra antes do confronto.


Mas é também saber que a dignidade não pode ser permanentemente desarmada.


Porque quem ama profundamente a vida não luta por amar guerra — mas para que ainda exista mundo suficiente onde a poesia possa continuar respirando.

⁠Enquanto para uns, o que dói é a finitude da vida, para outros, o que alivia é a finitude das dores.


Para uns, a morte é a grande inimiga — a interrupção brusca dos planos, dos afetos, dos sonhos ainda inacabados — para outros, ela surge como um descanso prometido, quase um silêncio misericordioso depois de longos e exaustivos gritos.


Há quem tema a finitude da vida porque ama intensamente o que tem, o que construiu, o que viveu e o que ainda espera viver.


Para esses, cada despedida é um rasgo, cada adeus é uma mutilação do possível.


A morte representa a perda de tudo: das mãos que se tocam, das conversas inacabadas, dos abraços que ainda poderiam ser dados.


É o fim das oportunidades de amar mais uma vez.


Mas há também quem, exausto de carregar dores que não cessam, encontre na ideia da finitude um alívio secreto.


Não porque despreze a vida, mas porque já não suporta a forma como ela se apresenta.


Para esses, a morte não é vista como roubo, mas como cessação.


Não é a perda de tudo — é o fim de tudo o que dói.


É o apagar de uma chama que já não aquece, apenas queima.


E aí reside o grande paradoxo da existência: a mesma morte que para uns é tragédia absoluta, para outros é libertação imaginada.


Ela é, simultaneamente, ausência e descanso; ruptura e cessação; perda e alívio.


Talvez isso revele menos sobre a morte e mais sobre a forma como estamos vivendo.


Porque, quando a vida é experiência de sentido, a finitude assusta.


Mas quando a vida se torna apenas resistência, a finitude seduz.


No fundo, não é a morte que muda de significado — é o peso que carregamos enquanto respiramos que redefine o que ela representa.


E talvez a tarefa mais urgente e necessária não seja discutir a morte, mas aprender a tornar a vida menos insuportável para quem já não a reconhece como lar.

⁠Talvez não haja
livro mais bobo
do que o
“Livro Aberto”
da nossa própria vida.




Pois, não há imaturidade maior que colocar nossa história nas gôndolas das curiosidades.




Não por falta de páginas, mas por excesso de exposição.




Há histórias que não foram feitas para vitrines, mas para travesseiros.




Não pedem aplausos — pedem silêncio.




Não querem curtidas — querem maturidade.




Transformar a própria trajetória em material de exposição na gôndola de curiosidades é — no mínimo — confundir transparência com exibicionismo, sinceridade com carência e coragem com imaturidade.




Nem tudo o que vivemos precisa ser explicado.




Nem toda dor precisa de plateia.




Nem toda vitória precisa de testemunhas.




Há capítulos que só fazem sentido quando lidos absolutamente em segredo.




E há aprendizados que se perdem no instante em que viram espetáculos.




A vida não é um Livro Aberto.




É um manuscrito sagrado, com trechos que só o tempo, a consciência e Deus têm permissão de folhear.⁠

"Apenas Lute...

Que desta vida eu apenas deixe a lembrança de que aqui um simples mortal, de coração nobre, fez de tudo para mostrar ao próximo que a simplicidade, a humildade, a simpatia, a lealdade e a justiça são armas fundamentais para essa guerra chamada vida.

Pois a vida é eterna e nós somos apenas peças que se encaixam na sua determinada sequência.

Pois que nessa hora em que seremos convocados, façamos a diferença usando essas maravilhosas 'armas'..."