Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Amo Crianças e Coisas de Criança

Cerca de 77503 frases e pensamentos: Amo Crianças e Coisas de Criança

Às vezes Deus usa coisas, momentos e pessoas para nos abençoar e fazer feliz. Só temos que distinguir cada uma delas, e o mais importante… Nunca amar as coisas acima das pessoas.

O raciocínio é um argumento em que, estabelecidas certas coisas diferentes se deduzem da primeira.

A vida de cada um não está na abundância das coisas que possui.

Vale tudo menos chorar tempo demais. Pois sempre há coisas boas para pensar. Algumas se realizam. Criança sabe disso.

Inevitável não pensar em como as coisas seriam se você estivesse aqui.

Eu não sabia o que na madureza aprenderia: que todas as coisas quando acabam são substituídas por outras, que a vida não se reduz, mas cresce. E é em tudo um milagre.

Inventor é um homem que olha para o mundo em torno de si e não fica satisfeito com as coisas como elas são. Ele quer melhorar tudo o que vê e aperfeiçoar o mundo. É perseguido por uma idéia, possuído pelo espírito da invenção e não descansa enquanto não materializa seus projetos.

Alexander Graham Bell

Nota: Placa à entrada do Alexander Graham Bell Museum, em Baddeck, Nova Scotia, Canadá

Além da nobre arte de fazer, existe a nobre arte de não fazer coisas. A sabedoria consiste em eliminar o que não é essencial.

Amigos não "são para essas coisas", não. Isso é um clichê detestável, significando quase sempre que amigo é saco de pancadas.

Certas coisas não precisamos ler. Certas pessoas eram melhor não conhecer. Certos erros precisavam acontecer e certos tombos eram pra ter ensinado a crescer.

Confiança e fé são as suas coisas principais. Você não deve se permitir ser teimoso.

Viva o dia de hoje, não existe amanhã e assim vai. As coisas podem mudar. Aí não tem mais volta, viva cada dia como se fosse o último.

Preciso de um momento só, longe de todas essas coisas. Preciso de uma purificação na alma.

-Soneto XLIII -
Quanto mais fecho os olhos melhor vejo;
o dia todo vi coisas vulgares;
mas quando durmo em sonho te revejo;
pondo no escuro luzes estrelares;
tu, cuja sombra faz brilhar as sombras;
pois tanto brilho no negror produzes.
Como podem meus olhos abençoados;
assim te ver brilhar em pleno dia;
quando na noite escura deslumbrados;
dentro de fundo sono eu já te via?
Meu dia é noite quando estás ausente;
e a noite eu vejo o sol se estás presente.

Perdão pela falta de jeito. Mas, às vezes, perco o jeito com as coisas. O mundo me parece vazio e eu, decididamente, não gosto de vazios. O tempo nos atropela, a vida nos leva sem cerimônia, o trabalho nos cansa e a gente se pergunta, sem questionar: “Por quê?” E a resposta não chega. O motoboy não chega. O amor da sua vida não chega. A gente não se basta. A felicidade não bate à porta, não existe delivery para a sorte. E passamos a vida tentando, querendo, sonhando, esperando, num gerúndio sem fim, sem charme e sem nenhuma certeza no final. Ah, pára tudo! Se é pra viver, vamos viver direito. Com conteúdo. Troque o verbo, mude a frase, inverta a culpa. O sujeito da oração é você. A história é sua, mãos a obra! Melhore aquele capítulo, jogue fora o que não cabe mais, embole a tristeza, o medo, aceite seus erros, reescreva-se. Republique-se. Reinvente-se. E transforme-se na melhor edição feita de você. Então ame, apaixone-se, erre, erre quantas vezes forem necessárias... Sorria, brinque. Chore, beije, morra de amor, sinta, sonhe, cante, grite, viva... O fim nem sempre é o final, a vida nem sempre é real, a roda nem sempre é gigante, o passado nem sempre passou, o presente nem sempre ficou, o hoje nem sempre é agora. O tempo... o tempo não pára!

É necessário certo grau de cegueira para poder enxergar determinadas coisas.

Clarice Lispector
Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

De repente as coisas não precisam mais fazer sentido. Satisfaço-me em ser. Tu és? Tenho certeza que sim.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

A vida era muito dura. Não chegávamos a passar fome ou frio ou nenhuma dessas coisas. Mas era dura porque era sem cor, sem ritmo e também sem forma. Os dias passavam, passavam e passavam, alcançavam as semanas, dobravam as quinzenas, atingiam os meses, acumulavam-se em anos, amontoavam-se em décadas — e nada acontecia. Eu tinha a impressão de viver dentro de uma enorme e vazia bola de gás, em constante rotação.

Me recordei rapidamente de todas as pessoas e coisas que perdi por ainda não estar preparada para elas, ou por ainda ter muita curiosidade de mundo e dificuldade em ser permanente.

Todas as coisas são metáforas.