Amizade um Principio de Reciprocidade
A conciliação é o único caminho para a paz. Não se combate violência com mais violência. Vamos cultivar o amor e a amizade, pois assim teremos uma sociedade mais justa e mais digna.
Tempestade
Estes últimos meses sofri
Como se estivesse num corredor da morte
Estive aprisionada e me fechei amargamente
Precisava viver ao mesmo tempo que morrer
Um renascimento como uma fênix em mim
Eu já não queria falar mais para não machucar
Pensava que todas as feridas poderiam se abrir
E todas as lágrimas rolar pela sua face
Então, me afastei para te proteger de mim mesma
O meu coração se partiu por te deixar
Sem ao menos dizer adeus eu te deixei
Doeu tudo que fiz
Como uma lança parti seu coração ao meio
Eu sei que errei quando te abandonei
Agora meus olhos apenas procuram os seus
Estou aqui para recuperar o que perdi
Um amor, uma amizade que se devastou
Como uma tempestade dentro de mim
Valorizo as pessoas que têm a essência de uma criança porque têm a ingenuidade de se contentar com amizades simples que oferecem ombro amigo quando se necessita, palavras sinceras, sorrisos que nos iluminam por dentro porque sabemos que são verdadeiros. Pessoas com a verdadeira essência de ser humano. A essência daquele que sente o simples, vive o singelo e faz o outro feliz por ser uma pessoa tão digna a ponto de se entregar de coração e mostrar que tem a imensidão na alma e o amor de Deus em seu coração. Sim, porque só quem tem Deus no coração sabe ser verdadeiro!
O papo de que mulher gosta de dinheiro e de que quem gosta de homem é gay é a pior mentira que já ouvi.Na verdade,o que as sensatas querem é segurança,até o mesmo no amor,.O que nós homens queremos é uma mulher que queira passar conosco as fases ruins e boas,porque escolher um homem bem-sucedido financeiramente é fácil,mas escolher uma mulher que não tem preço,isso sim está difícil.
É curioso como, dentre as 7 bilhões de pessoas existentes no mundo, pouquíssimos - talvez menos de 10! - se nos tornam especiais e essenciais durante nossa vida, conhecem nossa alma, tocam nossa humanidade.
Não dá para negar que a experiência do intercâmbio está sendo incrível apesar de que não nos avisaram de que na metade dele passaríamos pela difícil experiência de nos despedirmos quase que ao mesmo tempo de muitos amigos que só estariam aqui por cinco meses.
Viajar é bom, “salir de fiestas” também. Porém são os relacionamentos mais próximos e profundos, e também os momentos difíceis que mais te fazem amadurecer. Aprendemos muito com eles nesse intercâmbio, muito mais que na universidade, diga-se de passagem.
O que acontece quando você vive com mexicano que “tem cara” de japonês, um alemão que “parece mexicano”, e um francês que não corresponde ao que você tinha escutado sobre um francês? Ou então quando você é um brasileiro que não joga bem o futebol e tampouco sabe “bailar” como os estrangeiros supõem que um brasileiro sabe? Você quebra estereótipos e faz com que os outros quebrem os seus também. Você aprende que as pessoas são quem são independente dos países de onde vêm. Tudo bem, depende da cultura, sim. Mas você se aproxima de alguém ou se afasta não porque é desse ou de outro país, mas porque se identificou com ela.
O que acontece quando você se torna irmão de um francês mais novo que você, de 19 anos, que te dá uma aula de maturidade? Você para e se pergunta: por que eu não posso fazer isso sem esperar que os outros façam primeiro? Por que não posso dar sem ficar esperando retribuição?
E quando você faz um amigo da Alemanha (país desenvolvido, de primeiro mundo) que "comparte" (compartilha) com você sua história e suas dores, suas alegrias e amores? Você aprende na prática a frase que diz “que as dores humanas ultrapassam as divisões de classe e cultura”. Não importa se seu país é rico ou pobre, se você é rico ou pobre, você é ser humano e viver às vezes vai doer do mesmo jeito.
Agora está terminando um ciclo. Doi dizer adeus, não saber se vai ver mais. Mas a gente sabe que a vida é assim, cheia de idas e vindas, chegadas e partidas, saudações e despedidas. A gente tem que se acostumar, dizer para si mesmo “deixa ele ir”, deixá-los partir. Mas na verdade, com despedidas a gente nunca se acostuma. O que a gente faz é se resignar, deixar ir porque não há o que fazer, não podemos aprisionar o outro e impedir que ele siga sua vida. E a gente tem que seguir a nossa também... Ninguém vai estar perto da gente a vida toda. É preciso saber deixar partir, abrir mão, desapegar-se. Vai haver dor, de qualquer maneira, então o que se há de fazer é chorar, viver o luto e conviver por algum tempo com o vazio da despedida. Até que finalmente a dor passa e estamos abertos para viver novos relacionamentos, conhecer novas pessoas, e deixar que os novos amigos conheçam, através de nós, através do que a gente carrega dos que se foram, um pouco da personalidade deles também, que um pouco já se tornou parte da nossa. Um pouco do trejeito, ou uma frase que eles falavam e a gente não esquece e já toma como nossa, a forma de se vestir, de sorrir, quem sabe... E aí o ciclo recomeça.
Antes de sair do Brasil e me meter nessa aventura inimaginável em minha vida, assisti a uma palestra sobre autodesenvolvimento em que a psicóloga dizia que fazer um intercâmbio era como amadurecer cinco anos em um. Agora, faltando menos de dois meses para que eu volte pra casa, tenho que concordar com ela.
Esse semestre conheci pessoas especiais como no primeiro semestre. E umas das mais especiais eu conheci um pouco menos de dois meses antes de que eles voltassem para o país deles, Romenia. Talvez eu os tenha conhecido um pouco tarde. Mas pode ser que, se os tivesse conhecido antes, a amizade não teria sido tão boa como foi. Sabe aquelas pessoas que você conhece e com as quais em pouco tempo você se identifica e percebe que com elas você não precisa fazer esforço para fingir ser quem não é, e a amizade flui, e cada um acaba buscando a companhia do outro natural e reciprocamente? De modo que você se expõe, se torna vulnerável, mostra o que você tem de pior, e isso, em vez de te distanciar delas, acaba te aproximando? Então, minha amizade com eles foi assim, até que um mês e meio depois que os conheci, eles foram embora.
Porém se tem algo com que eu me resignei nesse intercâmbio é a dura verdade de que viver é despedir-se. Despedir-se do dia que passou, do amigo que foi e não volta, despedir-se da gente mesmo, de quem a gente era e agora já não é mais. Despedir-se da cidade da qual vamos embora e pra qual não sabemos se regressamos. Até que um dia chega a última despedida, que é o dia em que a gente tem que se despedir é da vida mesmo.
Mas viver também é reencontrar-se. Reencontrar-se com um amigo que há muito não se via. Reencontrar-se com a família que saudades de você sentia. Reencontrar-se com sua cidade natal, de onde você quase nunca saía até que uma experiência de intercâmbio te força a sair dela para, quem sabe, saindo da zona de conforto, você possa reencontrar-se consigo mesmo.
Ao voltar para o Brasil em algumas semanas, vou reencontrar minha família e amigos e vou precisar de muito tempo para tentar passar pra eles o que foi esse intercâmbio, mesmo sabendo que só saberão mesmo o que é um quando fizerem um. Vou ser cuidadoso, vou tentar não transformar tudo que passou em um conto idealizado, vou dizer que conheci lugares novos, pessoas especiais, fui a festas divertidas, mas vou dizer também que às vezes foi difícil, sabe, que tive momentos de estresses, momentos em que queria voltar para o aconchego da casa dos pais, voltar a comer a comida da mãe. Ou momentos comuns, em que não tinha nada para fazer, ou não queria fazer nada, e ficava “aburrido” (entediado) em casa navegando na internet. Que teve momentos que comparei o Brasil com os países da Europa e disse que queria viver aqui para sempre e outros momentos que achei que tudo no Brasil era melhor e queria voltar logo para casa.
Estou ansioso pelo reencontro. Pela troca de experiências, por saber também por quais dificuldades passaram durante esse ano e quais alegrias tiveram. Um reencontro com quem já não são mais os mesmos, ainda que o sejam. Eu também não sou o mesmo, mesmo que seja. Cinco anos mais maduro, embora só tenha passado um ano fora. Eles, também mais maduros, ainda que tenham passado no mesmo lugar.
Alma amiga!
Quem és tu alma amiga?
Que conhece o sentido da vida e compreendes o que é amar.
Quem és tu?
Que com a força da mente conseguiu me conquistar..
Sinto ,és uma alma iluminada,tens bagagem e conhecimento não desperdiçou o teu tempo e veio me ajudar.
Superas as dificuldades e críticas, tens a alma de artista sabes muito bem interpretar.
Transmite algo sublime que emana do teu ser ,com amor e com razão.
Quem és tu?
Que se doa com carinho à todos os teus irmãozinhos,sem preconceito nenhum.
Traz contigo a força espiritual, continue a caminhar.
É este o teu destino.Não tenha medo e nem te sintas só , quando as pedras obstruírem o teu caminho e por ventura te machucarem.
Acalme-se ,não fique desiludida , se a mensagem não for compreendida por almas que ainda estão agarradas nas trevas da ignorância .
Na verdade são almas que precisam se esclarecer e dependem de você,continue a caminhar
Alma amiga,um dia te reencontrei,fortaleceu as minhas esperanças,é desde de criança que fico contigo a sonhar.
Me deste carinho e atenção encheu de alegria o meu coração neste mundo indiferente.
Alma amiga,és bela,sincera e humilde.Que Deus te conceda mais e mais sabedoria para poder nos ajudar.
Estou feliz,por poder me expressar ,tu sentes o meu afeto.
Por isso,recebas em teu coração uma pitada de emoção,que tenho ao te reencontrar.
Afinal ,quem és tu?
Autora :Zélia de Araujo Lima
Poesia escrita em novembro de 1997
Há aqueles que dizem: - “Dinheiro pode comprar amizades”.
Puro engano! Quando o dinheiro cessa esses amigos não estão mais presentes. Então, é fato que o dinheiro não compra amizades.
O que acontece simplesmente é a sedução pelo status do outro, pela representação simbólica que esse outro tem no grupo rotulado como elite, ou ainda pelos benefícios que se pode retirar dessa suposta amizade. Porém, amigos são aqueles não atraídos pelas máscaras ou embalagens, e sim pelo conteúdo que cada indivíduo possui.
As pessoas não são descartáveis. Não usemos os demais, ou sejamos para os demais, como ponte ou escada para chegar onde se almeja. Mais produtiva seria a união com o outro por suas qualidades, virtudes, valores... Esquecendo um pouco seus defeitos e falhas. Bom é ser um fator de soma no encontro com um amigo. Aumentando alegrias, expectativas de melhora, resoluções de problemas e as conquistas e vitórias.
Faça a diferença. Não seja mera companhia. Tenha AMIGOS!
Porque o melhor de tudo são os amigos! Ter pessoas com quem podemos contar não tem preço, mas valor!
Marida, marida
Marida, minha marida,
Se soubesses quanto me és querida,
Se imaginasses quanto me és vida,
Se não te mostrasses dúvida
Que queres mostrar em ti
Que queres que leia como li
A começar daqui para ali...
Dali para aqui.
Marida, marida amada,
Feiticeira, bruxa e fada,
Menina, birrinha mimada
Companheira forte e desejada
Da minha alma, que existe afinal.
Jurei-te amor que superasse qualquer mal
E fidelidade até ao fim da nossa idade mortal
Em abençoado local
Mas acredita, que muito antes da celebração,
Bem cá dentro, já se havia consumado a união...
A mais fácil decisão,
A de tomar a tua mão.
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