Amigos Verdadeiro
O amor verdadeiro, nunca medirá esforços.
Se a uma certeza que tem uma mãe! E a certeza que a maior perfeição que ela fez certo na vida, e dar a luz a seu filho amado.
Uma mãe é feroz e Valente como uma tigresa, lutará contra o mundo e pessoas que atrapalham a vida de seu filho.
Mesmo que ela perca suas garras e suas pressas! O amor de uma mãe é valente para proteger seu filho sozinha, contra os lobos do mundo, ela nunca irá desistir.
Os filhos são as bençãos de Deus, carregado para uma mãe cuidar.
O filho é um pedaço da mãe transformado em amor.
O mundo quer ensinar coisas ruins aos filhos!
Mais a mãe sempre o protegerá, com sua coragem, não deixará a maldade do mundo levar seu filho dela.
Cada um de si oferece aquilo que tem!
Uns ofereceram coisas boas, outros ruins.
Mais a mãe sempre oferecerá seu amor e proteção, o ensinamento de uma mãe, é o maior tesouro passado a seu filho.
Mesmo que ela abra mão de privilégios e luxos! Ao filho ela fará sem pensar.
Por que para uma mãe sacrificar sua felicidade por um sorriso do Filho! Essa é a mais pura demostração de seu amor.
(Ronan Helio de Souza)
"O olho vê a boca pede -- termo antigo, mas verdadeiro; quem rejeita uma torta cremosa, batata frita e picanha gordurosa, pizzas, sorvetes, hambúrguer gorduroso e tantos outros alimentos que antecipam a nossa morte, por isso, evite olhar, porque você pode não resistir a tentação"
Como ser um verdadeiro Cristão de acordo com Jesus Cristo?
Doar alimentação e roupas para quem precisa.
Instruir pessoas não esclarecidas sobre seus direitos.
Acalmar corações aflitos.
Dizer somente positividades.
Não excluir o próximo e nem julgar.
Entender que todos também são incríveis.
Compreender que todos erram e nossos erros não são menos piores.
Meditar em si, fechar os olhos e esquecer o entorno.
Falar em baixo tom e volume.
Não apressar.
Pedir licença e dizer obrigado.
Não chamar a atenção, não implicar.
Procurar perdoar e fazer as pazes.
“Cristão” seria um mini Cristo, ajudando Jesus Cristo fazendo igual ao que ele fez, mas se faz o contrário, atrapalhando Jesus Cristo e assim segue pedindo ajuda para ele.
Nada se parece tão verdadeiro aos olhos de alguns que não possa parecer tão falso aos olhos de outros.
Você aprende o verdadeiro amor próprio quando não está cercado de amor. Por isso os filhos precisam sair de casa, pra entenderem o processo e voltarem verdadeiramente.
Veja bem, o amor verdadeiro se dá em si, o amor compartilhado é a eterna cruzada de se apaixonar todos os dias pela mesma pessoa.
O verdadeiro amor tem o final mais incrível, não porque a morte separa a alma da carne, mas por que temos a oportunidade de uma existência repleta de momentos humanizados, afinal a morte sempre foi inevitável, mas o medo em vida sempre foi conhecido como covardia; E covardes nunca vão compreender o amor, pois amar além de si é nosso maior ato de coragem em vida.
O Verdadeiro Perigo Invisível: Narcisismo, Empatia e a Sociedade que Marginaliza os Sensíveis
Em uma sociedade que celebra a grandiosidade e o sucesso individual, os narcisistas caminham livremente, muitas vezes ocupando lugares de privilégio e poder. O narcisismo patológico, caracterizado por uma constante necessidade de validação e uma preocupante ausência de empatia, é raramente reconhecido como o perigo que pode ser. O que é frequentemente negligenciado é que essa condição não apenas prejudica os indivíduos ao redor, mas também ameaça a liberdade e o bem-estar de quem convive com ela.
Enquanto o narcisismo permanece invisível aos olhos de muitos, a sociedade frequentemente esquece que o narcisista não enxerga além de si mesmo. Para ele, os outros são apenas reflexos distorcidos, peças a serem manipuladas para alimentar seu senso de superioridade. Pesquisas mostram que essa falta de empatia, somada ao desejo de controle, pode levar a comportamentos abusivos e destrutivos. No entanto, apesar dos danos causados, os narcisistas raramente são acompanhados por especialistas, não recebem o tratamento adequado que poderia prevenir suas ações danosas.
Em contraste, temos aqueles que, por suas condições neurodivergentes, como autismo, transtorno de processamento sensorial, esquizofrenia paranoide, afantasia e transtornos de personalidade borderline, vivem em constante estado de hipersensibilidade. O que a sociedade muitas vezes não percebe é que, ao contrário do estereótipo de falta de empatia, esses indivíduos frequentemente experienciam uma forma profunda de empatia, uma conexão intensa com o sofrimento alheio. Sua sensibilidade, no entanto, os coloca em posição de vulnerabilidade, tornando-os presas fáceis para aqueles que se enquadram no perfil narcisista, especialmente em um mundo que marginaliza os que não seguem os padrões normativos.
Essas pessoas, que sentem de forma intensa e se importam profundamente com o bem-estar dos outros, são muitas vezes estigmatizadas. A sociedade tende a vê-las como "difíceis", "frágeis" ou "problemáticas", enquanto, na verdade, elas são vítimas de uma cultura que valoriza a frieza e o controle. Indivíduos com transtornos como o borderline, por exemplo, podem ser incrivelmente empáticos, mas sua dificuldade em regular as próprias emoções faz com que sejam frequentemente incompreendidos e até demonizados.
Vivemos em um mundo que, de muitas maneiras, valida o narcisismo, premiando aqueles que conseguem se destacar à custa dos outros. O sucesso e o poder, frequentemente associados a traços narcisistas, são glorificados, enquanto aqueles que sentem demais, que questionam, que buscam conexões genuínas, são relegados à margem. Esse padrão cultural, dominado pela busca de validação externa, não apenas alimenta os narcisistas, mas também aliena aqueles que se recusam a jogar o jogo.
É uma ironia cruel: enquanto os narcisistas caminham livremente, sem serem responsabilizados por seus comportamentos prejudiciais, os sensíveis e empáticos são vistos como desajustados. Pessoas que têm uma conexão mais profunda com os outros, que sofrem por não se encaixar no molde de frieza que a sociedade parece exigir, são muitas vezes marginalizadas e patologizadas.
Devemos, então, nos perguntar: quem são realmente os que mais precisam de atenção e acompanhamento especializado? É hora de olharmos para essa dinâmica de poder com mais clareza e justiça. Se os narcisistas andam soltos, quem realmente está fora de lugar? Quem, de fato, precisa de cuidado e tratamento?
A sociedade precisa rever seu julgamento, reconsiderar o que é patologizado e o que é aceito. Porque, no fim das contas, os que são marginalizados por sentirem demais podem ser aqueles que mais têm a oferecer em termos de empatia, conexão, liderança e humanidade.
Um verdadeiro mestre não se pode sentir envergonhado pelo resultado negativo do seu discípulo, aliás, deve olhar o resultado negativo do seu discípulo como um ponto de partida para mudar as suas metodologias.
Daniel Perato Furucuto
Quando estamos enfermos, as mensagens que recebemos de quem nos rodeia revelam o verdadeiro sentido do amor — mesmo que, por vezes, esse amor seja apenas uma ilusão. (Furucuto, P., 2025)
