Amigos que Perdemos
Às vezes pensamos que vencemos o jogo, mas na verdade perdemos.
Aceitamos, respiramos e vivemos o automático a todo instante para sobreviver ao lado de quem amamos, nos anulamos e nossos sonhos vai morrendo lentamente.
Viver o incrível de outra pessoa não é nada incrível quando o outro te destrói. O que vale apena no amor mesmo? Trilhar um caminho de insegurança, medo e negação, para onde foi aquela garota?
“Cada vez que deixamos de fazer o que é certo, perdemos uma oportunidade de sermos transformados por Deus.”
#PalavraQueConfronta
A gente é contemplado a fazer parte desse mundo tão lindo, mas cada dia que passa, perdemos para nós mesmos. Em atitude descabível de tanta dúvida, não ver desdobramentos corretos do errado..
A gente é contemplado a fazer parte desse mundo tão lindo, mas cada dia que passa, perdemos para nós mesmos. Em atitude descabível de tanta dúvida, não ver desdobramentos corretos do errado.
Vamos repensar?
Sêneca — “Não é que tenhamos pouco tempo, é que perdemos muito.”
“A maior pobreza humana não é a falta de tempo, mas o desperdício da consciência. Muitos não vivem pouco; apenas passam muito tempo ausentes da própria vida.”
Carlos Eduardo Balcarse
A decadência da humanidade não começou quando perdemos valores; começou quando perdemos o valor dos valores.
Vivemos a era da informação, mas padecemos da escassez de discernimento. Nunca tivemos tanto acesso ao conhecimento e, ao mesmo tempo, tanta dificuldade em compreender a realidade. As distrações geraram distorções; as distorções alimentaram alienações; e a alienação transformou o pensamento em repetição.
O homem conquistou o mundo, mas continua derrotado por si mesmo. Aprendeu a desenvolver tecnologias capazes de ampliar a própria voz, enquanto atrofiava a própria consciência. Trocou essência por aparência, caráter por personagem, reflexão por reação e sabedoria por opinião.
O ego convenceu o homem de que vencer discussões é mais importante do que encontrar a verdade. A inteligência passou a impressionar; o discernimento deixou de importar. Confundimos velocidade com evolução, exposição com existência, informação com formação e liberdade com ausência de limites.
A maior tragédia da humanidade nunca foi a falta de inteligência, mas o abandono da consciência. Porque uma mente sem discernimento transforma conhecimento em manipulação, liberdade em escravidão e progresso em decadência.
Talvez o verdadeiro fim da humanidade não aconteça quando deixarmos de existir, mas quando deixarmos de pensar por nós mesmos. Afinal, toda civilização entra em colapso quando prefere o conforto das respostas prontas ao desconforto das perguntas necessárias.
Carlos Eduardo Balcarse
11/07/2026
Sem a nossa lógica, nossa razão, e a nossa “explicação para tudo", perdemos a significância humana, e somos reduzidos a pó nesta vastidão eterna.
Onde foi que nos perdemos?
Nunca tivemos tantas possibilidades de aproximação e, talvez, nunca tenha sido tão difícil encontrar quem realmente esteja disposto a se aproximar. Estamos conectados o tempo inteiro, acompanhando a vida uns dos outros, compartilhando imagens, opiniões, conquistas e fragmentos de intimidade. Mas, entre tantas conexões, alguma coisa parece estar se perdendo: a disposição de olhar para além de nós mesmos.
Tenho pensado sobre os tempos em que vivemos, sobre a maneira como as relações se tornaram frágeis, como a intolerância ganhou espaço e como parece cada vez mais difícil flexibilizar uma opinião, compreender uma ausência, acolher uma limitação ou simplesmente considerar que o outro também tem suas dores, seus dias difíceis e suas próprias batalhas silenciosas.
Parece que estamos sempre prontos para exigir, mas nem sempre dispostos a compreender. Queremos ser aceitos, mas temos dificuldade em acolher o que é diferente de nós. Queremos ser lembrados, mas esquecemos de lembrar. Reivindicamos presença, mas nem sempre sabemos estar presentes. E, nessa conta em que cada um parece preocupado demais com o que recebe, quem ainda se ocupa daquilo que pode oferecer?
As redes sociais talvez não tenham criado essa distância, mas deram a ela uma vitrine. Aprendemos a exibir o que vivemos, a selecionar o que mostramos e a transformar até os sentimentos em pequenas apresentações. Há imagens de felicidade por toda parte, declarações sobre amor, discursos sobre empatia e frases bonitas sobre humanidade. Mas o que acontece quando a vida deixa de ser uma publicação e passa a exigir de nós alguma atitude? Quando alguém precisa de paciência, de escuta, de compreensão ou de uma presença que não rende aplausos nem pode ser exibida?
É nesse momento que conhecemos a distância entre aquilo que se diz e aquilo que se é.
Não acredito que tenhamos vindo ao mundo para dar conta de tudo sozinhos. É verdade que existem caminhos que ninguém pode percorrer por nós. A fé é pessoal, a consciência nos pertence e cada um responderá pelas próprias escolhas. Há travessias que são íntimas, dores que não conseguimos traduzir e despedidas que ninguém pode viver em nosso lugar. Mas uma coisa é reconhecer a individualidade da nossa existência; outra, muito diferente, é transformar isso em justificativa para a indiferença.
Nascemos dependentes de outros braços, crescemos necessitando de afeto e atravessamos a vida procurando, de tantas maneiras, um lugar onde possamos existir sem precisar nos defender o tempo inteiro. Até quem aprendeu a se bastar conhece, em algum momento, o desejo de ser compreendido, de dividir uma descoberta, de encontrar alguém com quem o silêncio não seja ausência, mas companhia.
A vida é individual em sua essência, mas a experiência de viver também é um exercício de encontro. Somos feitos de vínculos, de trocas, de mãos que nos sustentaram, de palavras que nos salvaram de dias difíceis e de pessoas que acrescentaram alguma coisa àquilo que somos. Ninguém se constrói inteiramente sozinho. Há muito de nós que nasceu do cuidado de alguém.
Talvez seja isso que estejamos esquecendo: unidade não significa pensar igual, concordar com tudo ou abrir mão de quem somos. Unidade é compreender que nossas diferenças não precisam nos transformar em adversários. É saber ceder sem se anular, ouvir sem preparar imediatamente uma defesa, dividir sem calcular cada parcela, acrescentar sem precisar ocupar o centro. É ter cumplicidade suficiente para entender que nem toda dificuldade do outro é um problema a ser resolvido; às vezes, é apenas uma dor que precisa ser respeitada.
E o amor? Talvez não tenha desaparecido. Talvez esteja apenas perdendo espaço para o orgulho, para a pressa, para o medo de se envolver e para essa necessidade constante de preservar a própria conveniência. Porque amar também exige flexibilidade. Exige sair, por alguns instantes, da posição confortável de quem acredita ter sempre razão. Exige reconhecer que o outro não existe para corresponder perfeitamente às nossas expectativas e que ninguém atravessa a vida sem precisar, em algum momento, da compreensão que hoje se recusa a oferecer.
O amor não se sustenta apenas naquilo que sentimos. Ele também se revela na maneira como tratamos as pessoas quando estamos contrariados, quando elas já não podem nos oferecer nada, quando suas fragilidades interrompem nossos planos ou quando compreender exige mais de nós do que simplesmente julgar.
Talvez a pergunta não seja quando o amor esfriou, mas em que momento começamos a considerar dispensável tudo aquilo que o mantém vivo.
Não precisamos de um mundo em que todos sejam íntimos, amigos ou concordem entre si. Precisamos de um mundo em que a humanidade do outro não dependa da nossa afinidade com ele. Em que a gentileza não seja privilégio de quem amamos, a empatia não seja seletiva e o respeito não desapareça diante da primeira divergência.
Afinal, viemos sozinhos e, de alguma maneira, também partiremos sozinhos. Mas entre uma coisa e outra existe uma vida inteira, e é nela que podemos escolher o que faremos com a presença uns dos outros.
Podemos atravessá-la como ilhas, defendendo nossas margens e desconfiando de qualquer aproximação. Ou podemos compreender que há uma diferença imensa entre ser responsável pela própria caminhada e acreditar que não precisamos de ninguém.
Eu ainda acredito na importância de somar. De ser abrigo sem aprisionar, de oferecer sem humilhar, de compreender sem precisar concordar, de permanecer quando a presença é necessária e de reconhecer que a vida de alguém pode se tornar menos pesada porque, em algum momento, decidimos não ser indiferentes.
Não sei exatamente onde foi que nos perdemos. Mas sei que não será construindo muros cada vez mais altos em torno de nós mesmos que voltaremos a nos encontrar.
Talvez ainda haja tempo de reaprender o essencial: que a nossa passagem é breve demais para desperdiçarmos a humanidade uns dos outros. E que, se não podemos impedir todas as dores, ao menos não façamos da indiferença mais uma delas.
Quando tudo o que mais esperamos, se compra com dinheiro, é sinal de que perdemos o real Propósito de Deus para a VIDA!
Ouvimos um relato, mas o período não foi vivenciado. Mas confiamos nos pesares, e perdemos os detalhes. Informações coletadas de maneira subjetiva, mas Freud orienta uma briga. E perdemos nossas crenças culturais, mas pedindo a Deus uma orientação para eternidade. Entretanto não acreditamos em Deus, pois os fatos não são sensoriais. Sensações de falsos boatos, e o disse me disse faz perder vossas vontades.
“Com trabalho e esforço ganhamos dinheiro. Com usura e vaidade perdemos dinheiro. Com habilidade e perspicácia fazemos dinheiro. Com luxúria e megalomania destruímos dinheiro.”
Quantos sonhos perdidos no tempo,porque perdemos a coragem para lutar por eles.Deixamos que o desanimo,os fracassos e as ilusões por coisas sem importância se transformem em grandes barreiras, que somente os corajosos otimistas vencedores conseguem ultrapassar.
Muitas vezes, perdemos um tempo enorme, precioso e gastamos nossas energias pensando, sem parar, em algo que nos aconteceu ou alguém que conhecemos que nos fizeram sofrer, nos magoaram ou a quem fizemos sofrer. Para que possamos caminhar, precisamos nos desfazer desses pensamentos. Se alguém nos magoou ou nos fez sofrer, precisamos desejar que essa pessoa continue sua jornada, sem magoa, permitindo assim que ele continue sua jornada de aprendizado, sem desejar o mal e vingança. Se fomos nós quem praticamos alguma injustiça ou enganamos e, assim, fizemos sofrer, precisamos nos perdoar e também seguirmos em frente, pois o que foi feito está feito e nada poderá mudar isso. Se tivermos a chance de consertarmos o que fizemos de errado ou reencontrarmos alguém que nos fez sofrer, pedir perdão e perdoar,façamos isso. Se tivermos a chance de reparar algum ato que prejudicou ou alguém que nos prejudicou e pudermos corrigir, façamos isso, mas se essa chance não for possível, precisamos parar de pensar sobre isso e caminhar sem magoa sem rancor de ninguém e o mais importante, sem magoa ou rancor de nós mesmos. A nossa vida deve ser o nosso presente e o que estamos preparando para o nosso futuro. O que passou, passou.
Se passarmos um dia inteiro pensando em como seria o nosso futuro, perdemos algo que Deus nos dá a cada manhã o presente, para existir futuro antes deverá existir passado e presente! Viva e se deixe viver!
Não sabemos o que perdemos no meio do caminho até o nosso ego nos mostrar. Só percebemos o que foi saindo de fininho quando não somos mais adorados, ou até mesmo a primeira opção para tudo. É aí que falhamos, deixamos o ego baixar a guarda e notamos o sentimento escondido por trás de todas as armaduras colocadas para nos proteger do mundo. Afinal, do quê nos protegemos?
Parece que respiramos amor ao invés de ar. Alimentamos o ódio ao invés do corpo. Vivemos todos o dias obcecados por ter alguém e por ter ninguém ao mesmo tempo. Queremos tudo e nada. E me pergunto mais uma vez, do quê nos protegemos ? É a mesma pergunta clichê que só nos trás respostas clichês. Quem dera eu torna-la uma charada de mim. Porém, nem eu mesma sei do que me protejo ou de quê protejo eles.
Somos patéticos. Eu sou patética.
Aqueles desagradáveis minutos que perdemos tentando agradar quem não se agrada com nada do que fazemos...
“Ter a certeza que a cada aniversário não ganhamos anos e sim os perdemos. Que cada pessoa faz parte da sua história, que cada amor fica com uma parcela sua pra sempre. Que a tristeza vem, que a saudade vem, mas que um dia elas também vão embora. Que viver é dar adeus e que pra ser feliz é preciso não se apegar. Quem cria raiz é árvore, segue em frente, viva!”
cética
Saudades do teu beijo quente
Teus lábios em meio aos meus, perdemos a noção do tempo
O tocar dos meus lábios em teu rosto tenro.
Tal prazer a te tocar, te sentir…
Quer queira ou não, sinto saudades de ti!
Saiba que teu sorriso me faz sorrir.
Posso não demonstrar, ou nem mesmo pareço..
Mas acredite dou-lhe aqui todo meu apreço.
