Amigo sem Vc Nao sei o que seria de Mim
Quero um dia acordar e te ver junto a mim.
Quando n tivemos o q falar, por conta da vergonha que vai nos invadir aos poucos, fazendo nossas bochechas corarem.
Quero encontrar teus olhos conversando com os meus. Quero ver em seus olhos o brilho do nosso amor a refletir.
Bom dia.
Série: Por Dentro de Mim – Parte 2
Como cuidar da alma no meio da correria sem se sentir culpado
Ontem falamos sobre o cansaço da alma que ninguém vê.
Hoje, vamos falar sobre cura interior em meio ao caos exterior.
E o primeiro passo é simples, mas profundo:
1. Dê permissão para sentir
Você não é máquina. Ignorar tristeza não é força, é negação. Reconhecer a dor é parte do processo de cura.
2. Comece o dia com silêncio, não com tela
Antes de abrir redes sociais, e-mails ou notificações, abra tua alma para Deus. Uns minutos de conexão sincera valem mais que uma hora de rolagem sem direção.
3. Diga mais “não” — inclusive para quem você ama
Quem vive dizendo “sim” pra tudo, um dia grita por socorro.
Colocar limites é um ato de amor próprio e honestidade com o outro.
4. Faça uma pausa por você — e não só para voltar ao trabalho
Às vezes a pausa não é para ser produtivo depois. É só para respirar, existir, reencontrar o centro. E tudo bem.
5. Ore. Caminhe. Escreva. Converse com alguém confiável.
A alma se fortalece quando tem por onde extravasar. E o céu ouve — sempre ouve.
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Você não está sozinho. E não está errado por se sentir cansado.
Mas agora você sabe: pode fazer diferente.
Comece pequeno. Mas comece por você.
A alma agradece. Deus se alegra. E a vida começa a reencontrar cor.
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Amanhã vem a Parte 3: um exemplo real de quem estava esgotado por dentro e, com fé e pequenos passos, encontrou de novo a paz.
Declaração
Sento-me na calçada e acendo um cigarro
Atrás de mim, a festa
Ao meu lado, a bebida
Ante a mim, a sarjeta
Me vê de costas e se aproxima
Senta-se ao meu lado e me pergunta como estou
“triste”, respondo
E me pergunta o que me aconteceu
“ora!” exclamo
“não sabes? Foi tu”
“tu me aconteceste, inconveniente”
Me pergunta que mal me fez
“mal? Não, não, isso seria o de menos”
“quando já estava desistindo das pessoas, tu me apareceste”
“descendendo dos céus como a chuva que molha uma lavoura”
“com esses cabelos negros enrolados, esse carisma”
“seu sorriso de mármore branco”
“e esses olhos, ah os seus olhos...”
“olhos acesos de curiosidade e inteligência, pretos negros feito breu”
“um olhar marcante e tão único que até em fotografia não é possível capturar”
“oh, quantas vezes joguei fora desenhos de ti”
“por não sentir verdade nos teus olhos de papel”
“é evidente que te quero por mais do que um momento”
“mas você insiste em ser perfeita demais e interessada de menos”
Olha-me nos olhos e não me responde
Levanta-se sem expressão
Calada sai
Estraguei nossa amizade
MANTRA DA PERSISTÊNCIA
Eu sou um com o meu desejo já realizado.
Nada fora de mim determina o tempo ou o modo —
Eu sou a presença constante da realização.
Quando os sentidos dizem “não”,
minha consciência responde “sim”.
Quando o mundo se cala,
meu ser proclama: já é meu.
Eu persisto, não com esforço, mas com certeza.
Permaneço no estado daquilo que desejo,
até que isso se torne quem eu sou.
Cada pensamento alinhado,
cada emoção sentida como verdade,
é uma batida na porta do invisível —
e a porta sempre se abre.
Eu sou a frequência do que desejo viver.
Eu não espero:
Eu me torno.
Quando disserem para mim e para você que a terra é dos mais espertos, diga a esse alguém que a terra pode ser dos mais espertos, mas o céu é somente para os escolhidos.
se a pessoa que mais amei apontasse uma arma para mim, então com meu olhar vazio eu lhe diria minhas ultimas palavras.
'' Se é de mim que vem tua dor, então que eu seja o alvo. mas lembre-se que ao puxar o gatilho, que foi esse coração que você encontrou abrigo antes de encontrar rancor".
infelizmente é assim que é o amor as vezes. Nós entregamos demais ao máximo, que acabamos nos machucando demais por amar alguém que apenas nós deu o mínimo.
"Entre Ausências e Correntezas"
Havia um silêncio dentro de mim — daqueles que gritam sem som.
Fui barquinho… não por escolha, mas porque era leve demais para afundar, e pesada demais para voar.
Deslizava pela vida num rio que parecia entender todas as minhas ausências.
O rio me conhecia. Sabia das vezes em que sorri com os olhos cheios de despedida.
Sabia das noites em que, mesmo sem tempestade, eu naufragava em mim.
O barquinho que me levava não era feito de madeira;
era feito de memórias, de poemas nunca ditos, de amores que só existiram do lado de dentro.
Rangia baixinho, como quem chora sem querer incomodar.
E, mesmo assim, teimava em seguir — cortando as águas da existência com coragem e ternura.
O tempo passava… e o rio, ah, o rio… era meu espelho.
Cada curva que ele fazia também se desenhava dentro do meu peito.
Era como se ele lesse os meus silêncios.
Era testemunha do que não escrevi, do que nem a mim mesma confessei.
Sentia que ele sabia do amor que ainda me habita — mesmo desabitado.
E, sem dizer uma palavra, ele me respondia: com folhas, com brisas, com reflexos de céu.
Em certos trechos, o barquinho parecia dançar.
Em outros, quase desistia.
Mas o rio nunca me deixou.
Conduziu-me como um velho amigo que não pede explicações.
Apenas aceita. Acolhe. Acompanha.
E hoje, se alguém perguntar por mim, direi que não me perdi:
apenas me tornei parte da correnteza.
Sou o barquinho. Sou o rio. Sou também a ausência.
E, juntos, seguimos…
Eu, o barquinho, o rio — como testemunha
de tudo o que fui, de tudo o que ainda me resta ser.
Custe o que custar, mantenha sempre a sua essência. Para mim, ela é a melhor opção de uma pessoa digna e sensata.
Fortaleza/Ce., 10/04/2025
Fragmentos da Alma: Uma Busca Interior
As ausências gritavam em mim como espaços vazios em uma velha casa. Eram partes de quem eu fora, talvez de quem eu poderia ter sido, agora dispersas pela jornada. Algumas, lembranças esmaecidas de um caminho incerto, perdidas em desvios e encruzilhadas. Outras, cuidadosamente depositadas em uma gaveta esquecida – um relicário empoeirado no recôndito do quarto, onde o tempo parecia ter parado, carregando o peso de versões abandonadas.
Ah, essas múltiplas faces que o espelho refletia, nenhuma delas inteiramente familiar. Eram máscaras provisórias, moldadas por expectativas alheias e tentativas vãs de me encaixar em contornos que jamais foram meus. Qual delas, eu me perguntava, era a verdadeira? E, mesmo que a encontrasse, como poderia vesti-la sem sentir o tecido estranho, as costuras apertadas em minha própria pele?
Foram inúmeras as investidas, os contornos forçados contra moldes alheios, na busca por um encaixe ilusório. Em que me tentava enquadrar, afinal? A própria forma se esvaía, tornando-se uma sombra indecifrável na neblina da minha confusão.
Naquele labirinto de identidades provisórias, eu me perdi de mim. A busca pela essência, pelo núcleo indivisível que me definia, esmoreceu como uma chama vacilante. O sorriso, antes espontâneo como o desabrochar de uma flor, tornou-se um exercício consciente. E mesmo quando meus lábios se curvavam, pairava a dúvida cruel: era alegria genuína ou apenas uma pálida imitação, uma resposta condicionada ao espelho do mundo?
A jornada de reencontro era árdua, um caminhar hesitante por um terreno desconhecido. Alguns dias, os passos eram lentos e arrastados, como se o próprio tempo conspirasse contra a urgência da descoberta. Em outros, a esperança acendia um farol distante, impulsionando-me por sendas mais longas, mas promissoras.
Mas eu pressentia, no murmúrio silencioso da alma, que o encontro era inevitável. E quando, finalmente, reconhecesse meu próprio reflexo, límpido e despojado de artifícios, ah... naquele instante, eu ergueria uma muralha intransponível contra qualquer sombra que ousasse me desviar da luz reencontrada. Jamais permitiria que os fantasmas do passado me arrastassem de volta ao labirinto. A liberdade de ser, em sua plenitude, seria meu tesouro mais precioso, guardado a sete chaves no santuário do meu ser.
O que é a vida: A vida, para mim, é uma missão na qual viemos para aprender e evoluir espiritualmente, desenvolver nosso intelecto e adquirir conhecimento. Nosso propósito é contribuir, por meio do trabalho e do saber, para um mundo melhor, com mais justiça social e conforto para nós mesmos e para aqueles que nos cercam. Em essência, buscamos a evolução do nosso ser e da humanidade, aprendendo a lidar conosco e com o próximo, praticando a lei do amor em nossas relações sociais e com a natureza, além de respeitar o planeta para que a vida floresça e a humanidade se desenvolva tanto material quanto espiritualmente.
Para os espíritas e espiritualistas como eu, a vida é uma missão concedida por Deus para redimirmos erros de existências passadas e avançarmos espiritualmente, seja por meio de expiações ou provas. Nosso caminho envolve o trabalho com a lei do amor e a reforma íntima, visando a evolução do espírito. Se conduzirmos esse processo de forma correta e for da vontade divina, poderemos também alcançar progresso material, desde que mantenhamos o equilíbrio entre o mundo espiritual e o material, sempre priorizando o espiritual.
No fundo, a vida se resume a aprender a vivenciar a lei do amor, a principal lei de Deus que rege a humanidade.
"Um Fragmento de Mim"
Sou feita de pequenos pedaços de silêncio e ternura.
Um fragmento de mim ainda mora no brilho da infância,
onde os sonhos adormecem com doçura sobre o travesseiro.
Outro se espalhou nas vezes em que escolhi o silêncio,
não por medo, mas por amor.
Carrego em mim uma parte inteira, mesmo quando o mundo desmorona.
Há um sentir sereno que me habita —
como brisa que chega devagar e acalma o coração.
E, mesmo sem certezas, sigo esperando...
com a esperança mansa de quem confia no tempo.
Sou a dúvida que sorri,
o medo que aprendeu a andar de mãos dadas com a paz.
E, quando ninguém vê, me reinvento
a partir das pequenas belezas que o tempo me deixou.
Esse fragmento de mim
não precisa ser entendido.
Basta que seja acolhido... com delicadeza.
Mina da praia
Mina da praia, mina de amor
Vais chorar por mim?
Mina que conheci ali,
Já sente o que senti?
Tão claro quanto preto e branco,
O nosso amor se encontrou,
Entre linhas, entre artes,
Nossas emoções se formam,
Meta ventus, lista e mar...
Meu amor, vou sempre te amar.
Mina que conheci na praia,
Copacabana, Santos, bar,
Mina que nunca mais vi,
Espero que esse amor
Não venha a se acabar.
E ao escurecer do dia,
Estrelinhas vão me dizer
Que entre mar e almirante estarão
Somente por você...
Silêncio em tormentas
Há em mim um lado que é calmaria,
E outro que se perde na tormenta.
Um que se cala ao te olhar,
E outro que grita tua ausência.
Carrego em mim um amor que te envolve,
Mas também um orgulho que te afasta.
Sorrisos nascem só de te ver,
E lágrimas caem quando não estás.
Sou feito de contrastes,
De céu sereno e tempestade,
De certezas e dúvidas,
De encontros e saudades.
Mas entre todos os meus lados,
Entre tudo o que sou ou deixo de ser,
Não existe em mim sequer um instante,
Em que eu não te deseje
Com alma, com coração
Criaram uma lenda sobre mim
dizem que sou forte
dizem que sou luz
dizem que aguento tudo
mas esqueceram de perguntar
se eu queria ser muralha
se eu tinha escolha
se eu ainda tinha chão
me vestiram com a armadura da expectativa
e agora exigem que eu lute
mesmo quando não tenho forças pra levantar
ninguém quer ver a minha dor
porque ela mancha o que projetaram em mim
porque quebra a ilusão
de que sou imbatível
mas hoje
eu não consigo fingir
não tenho mais sorriso de reserva
nem palavra bonita pra aliviar os outros
não quero consolo
quero silêncio
estou a ruir por dentro
os pedaços de mim já não se encaixam
e tudo o que era esperança
virou pó
não me peçam coragem
não me peçam pressa
não me peçam nada
só respeitem o vazio que ficou
e me deixem reaprender
quem sou
sem essa dor
A morte que respiro viva
há dias em que viver
é um ato de violência contra mim
em que o corpo caminha
mas a alma não vem junto
e o mundo espera
que eu sorria com a boca
mesmo quando meu coração
grita com os olhos
não é que eu queira morrer
é que já morri
tantas vezes em silêncio
que a morte parece mais honesta
do que esta vida fingida
as pessoas dizem:
“tudo passa”
mas há dores que não passam
elas assentam-se, fazem casa
e chamam de lar o que sobrou de mim
e eu finjo
com uma habilidade que ninguém duvida
porque desapontar é pior do que desaparecer
mas só eu sei o peso
de fingir luz quando só há breu
de sorrir com cacos nos lábios
de carregar o próprio túmulo dentro do peito
não peço salvação
não quero promessas
só queria poder existir
sem ter que mentir
que ainda estou viva por dentro
SUBSISTÊNCIA
Esse negócio de amor
nunca pousou em mim,
mas eu ainda o continuo
achando um espetáculo.
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