Amigo sem Vc Nao sei o que seria de Mim

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Hoje a solidão toma conta de mim, me sinto só como se nada mais fizesse sentido algum, te amo demais e não sei como lidar com isso, por sei que esse amor só vem de mim.
Hoje sinto falta de você como nunca sentir, quero viver intensamente pra você. Te amo demais.

Olha, faça um favor para mim, antes de tremer as pernas pelo inconquistável e apagar as luzes do mundo por um único brilho falso, olhe dentro de você e pergunte: estupidez, masoquismo ou medo de viver de verdade?

Espero que um dia você olhe pra mim e pense:
“Cara, porque eu deixei algo tão valioso assim ir embora? Como sou idiota.”

Ainda tentei puxar-te para mim, explicar-te que a distância aproxima as pessoas quando elas têm alguma coisa para dar uma à outra, mas já tinhas desistido de mim.

Sempre que precisar de mim, estarei aqui para lhe acalmar e dizer que tudo vai ficar bem... Mas eu também preciso de alguém que faça isso por mim.

Só quero lembrar-te do quanto és importante pra mim...
Tua amizade é imprescindível!
Tua companhia indispensável!
Teu amor... necessário!
Teu cuidado me protege!
Teu carinho me aquece!
Teu sorriso me enriquece!

Perguntas sem respostas

O que o futuro reserva pra mim
Uma vida de tédio
Ou diversão sem fim
Ser o primeiro
A nunca envelhecer
Não precisar de ninguém
Não ter nada a perder
Se você hesitar
A vida vai passar

Solitários rejeitados e esquecidos
A vida é inventada e descoberta
Eu não tenho as respostas
E também não sei se essas são
As perguntas certas

Onde o destino vai me levar
A uma rua escura
Ou de frente pro mar
Eu vou mandar
Ou ser mandado
Ser livre e despreocupado
Se você hesitar
Ninguém vai esperar

Hoje, acho que sei. Um dragão vem e parte para que seu mundo cresça? Pergunto - porque não estou certo - coisas talvez um tanto primárias, como: um dragão vem e parte para que você aprenda a dor de não tê-lo, depois de ter alimentado a ilusão de possuí-lo? E para, quem sabe, que os humanos aprendam a forma de retê-lo, se ele um dia voltar?

“Sei que ela pode ser mil, mas não existe outra igual.”

Não tenho mais nada a perder. Não sabia que o mundo era assim, sujo. Agora sei.

Só que muitas vezes eu preciso de cuidado e atenção e não sei pedir. Sei lá, acho que a pessoa tem que se dar conta. Não dá pra querer que o outro perceba o que você quer ou precisa, sei disso. Mas prefiro não falar nem pedir, por isso simplesmente deixo. Então, vejo que a pessoa não se deu conta e isso me emputece. Errado? Sim. Mas não acerto sempre, nem quase sempre, nem nunca. Eu vivo errando, afinal, a gente está aqui pra isso, não é? Para errar, fazer certo, buscar o que nem sabemos direito.

Certo e errado eu sei cada vez menos o que é.
Sei o que eu gosto e o que eu não gosto,
sei o que é igual e o que é diferente.

De certo e de errado
eu deixo para as outras pessoas pensarem.
Eu?
Eu nem sou gente. ;D

Enquanto tu dormes, eu vigio.
Mas não sei se eu te acordo
à hora chegada da imensa luz,
ou se eu te deixo na paz de teus sonhos
para sempre...

FLi um dia, não sei onde,/ Que em todos os namorados/ Uns amam muito, e os outros/ Contentam-se em ser amados.

Que sonhos?... Eu não sei se sonhei...Que naus partiram, para onde?
Tive essa impressão sem nexo porque no quadro fronteiro
Naus partem - naus não, barcos, mas as naus estão em mim,

Quero saber o que mais, ao perder, eu ganhei. Por enquanto não sei: só ao me reviver é que vou viver.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

(...) não sei, às vezes me parece que estou perdendo tempo (...)

Clarice Lispector
Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Não sei por que você não me alivia a dor. Todo dia a senhora levanta a persiana com bruteza e joga sol no meu rosto. Não sei que graça pode achar dos meus esgares, é uma pontada cada vez que respiro. Às vezes aspiro fundo e encho os pulmões de um ar insuportável, para ter alguns segundos de conforto, expelindo a dor. Mas bem antes da doença e da velhice, talvez minha vida já fosse um pouco assim, uma dorzinha chata a me espetar o tempo todo, e de repente uma lambada atroz. Quando perdi minha mulher, foi atroz. E qualquer coisa que eu recorde agora, vai doer, a memória é uma vasta ferida. Mas nem assim você me dá os remédios, você é meio desumana.

Eu sei quando pedir por aquilo que quero. Não importa o que eu queira, não importa o quanto impossível isso pareça, se eu souber acreditar que o que eu quero será meu, a resposta será SIM... porque Deus está comigo!

(…) todos os relógios estão parados, não sei se é ontem, se hoje ou amanhã, se é sempre, se nunca mais, estou solta aqui, completamente só, não há relógios e o tempo avança liberto, sem fronteiras nem limitações, uma bola de arame farpado, o sentimento vai se adensando em mim, transborda dos olhos, das mãos,( …) o tempo, o outono, a tarde, o mundo, a esfera, a espera em que estou para sempre presa.