Vai Passar Vergonha... Do domingo? Só, aproveito o Dedo mingo.
Oitenta e Oito. Oito ou oitenta. Se tenta, é dois. Se deita, infinito?
Orvalho. Madrugada. Ar frio e doce Vos agrada?
Somamos? Somos o que somos? Somos o que sonhamos? Ou apenas sonhamos?
Disp(é)ia. E mataram A crase! Não trema?
Porquearia! Mas por que Eu não sei usar Os porques?
Seguro? Segundos... Viver será seguro? Mas, inseguro, Eu não me seguro.
Veri... Tá? Buscamos a verdade. Será que é uma Verdade?
Barro? Mãos na terra. Minha casa é pó. E eu, aspirando...
Brisa, Breve. Barulhos alhures. Vento silenciando. Ora, apenas existo.
Não? Ainda assim, Te darei O sim.
Água? Fogo. Do pó ao pó? Mas tenho sede, Sede de vida.
Me Toca? Dedilhando tua pele. Há músicas no vento. Ser feliz é momento.
Jantar. Mão na mão. Olho no olho. Molho? Não?
Tornado? Suspiro ventanias. E no olho do furacão, Lavo a minha alma.
Ah! Fagos. Tuas mãos, Tentáculos. Eu, tentado.
3, 2, 1... Lunático? É... Os medos Foram pro espaço.
Caixão Não Tem Gavetas. Acumular bens? Pense bem... Não faça o mal.
Planetinha? Tinha. Humanidade? Não deveria ser Uma unidade?
Ou Sem Ler? Há uma ordem, Uma organização. Humanos? Sem lei?
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