Patas? Pintava unhas e carne, Esperando um homem, Travestido de cavalheiro.
Inversos. Sobreviver à morte? Não seria melhor Viver a vida?
Tá? Veritá. Ver e tá. Ver e crer?
Pensão. Ex. Mola? Esmola?
Backspace. Shift? Ctrl? Shit.
Sin embargo? Mentiras? Tiras da mente? Mientras...
Nadada. Nada... Danada, Dá nada.
Já sei! Eu sei, Já entendi, Que nada sei.
Dormir de conchinha faz ouvir o mar.
Noite de Domingo. Sala de estar? Eu quero uma Sala de ser.
Arrepio. Lençol de seda, Tua pele de seda E a minha sede.
Beira. Mar quebrando, Areia gelada, Pé quente.
Folheando. A noite não dormia, Vasculhando o passado Com a sua brisa fria.
Apagão... Noite quase infinita, Buscando réstias de luz Em persianas entreabertas.
Da mão? Verdades? Ver dedos... Pouco(a)s.
Anjo? Não temo fantasmas. Adoro assombrar-me. Sombra também ama.
Seca? Olhos caídos, Fitando o chão, Sob os pés sujos.
Bloqueio. Um ritmo, No íntimo, O último?
Proteção? Meias mentiras, Meias verdades... Estou de meias.
Caminheiros. Mesmo acertando, Somos todos Errantes.
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.