Amigo Leal
A democracia não é um sistema político inventado pelo Brasil, mas a democracia remunerada, aquela onde a maioria que recebe propina vence eleições e decide as questões importantes para o desenvolvimento do país em votações acordadas conforme as cifras transportadas nas malas, cuecas e meias, ah, esta sim é bem a cara do pioneirismo tupiniquim dada a invejável criatividade deste povo. Assim como o eleitor que recebe agradinhos dos candidatos e decide os seus representantes. Que coisa linda é viver num país com tamanha liberdade de escolha e com este alto nível de respeito à democracia.
A gente pode degustar a vida temperando - a com drama ou podemos substituir o drama por maturidade que é mais saudável.
Uma coisa é ser Bela (Gil) outra é ser só uma Graça. rs
O diferente é admirado, aplaudido e afagado pelos seus iguais e desdenhado, rejeitado e repugnado pelos seus diferentes.
Dizem que o bem vence o mal. Assim como os meus ancestrais continuo aguardando o fim da luta entre eles e a paz no mundo.
Gratidão não é uma prisão. Gratidão é um sentimento nobre que também pode ser exercido na liberdade de ser grato sem ter que ser prisioneiro de ações engessadas por uma dívida de reconhecimento. Gratidão que aprisiona deixa de ser uma sensação iluminada para ser uma culpa cheia de limitações que muitas vezes sequer retribui à altura àquele quem promoveu tamanho senso de agradecimento em nós quando a sua boa vontade e solicitude pautou-se na valiosa liberdade do seu próprio direito de escolher ser útil ou ser indiferente.
Precisamos desenvolver a habilidade da autocrítica para sabermos identificar com clareza se a inveja que pensamos que terceiros, eventualmente, têm de nós e das nossas conquistas na verdade não passa de uma profunda piedade pelas nossas vitórias que no fundo se assemelham a castelos de areia expostos à beira mar sob o risco constante de serem desmoronados por uma onda mais eficiente do que a nossa vocação para construí-los, exibi-los e, iludidos, achamos que durarão eternamente.
Se você é bela? Eu sou o pior entre as feras... mas saiba que você vai ser sempre a minha cinderela... porque sempre que olho pra você, sinto o meu corpo estremecer... você tem algo diferente que inspira a gente... que reflete em mim, então deixe queimar esse amor que não tem mais fim.
Não busco todo o amor do mundo, apenas preciso estar pertinho de você, dentro dos seus olhos, sentindo o seu coração bater bem pertinho de mim. Quero sentir você, quero estar com você hoje e sempre.
a esperança é o alimento que nos dar força para acreditar em tudo que o momento não permite acontecer.a saudade é quem alimenta tudo aquilo que existe entre agente, e não permite que nem a distância e nem o tempo apague.
Uma nação não pode esperar que seu povo "SAIBA" escolher os seus dirigentes quando, sequer, este mesmo povo, "SABE" retirar o carrinho vazio da fila do caixa, no supermercado, após desocupá-lo, liberando assim, até mesmo por uma questão de educação, o espaço para que outro cliente possa descarregar as suas compras sem ter que tirar o carrinho do EGOCÊNTRICO que estava na sua frente.
Somos uma pátria independente, logo somos um povo independente. Um povo que "independente" do que esteja acontecendo continua na dependência da opinião alheia, na dependência de Jesus, na dependência das próprias carências, na dependência das migalhas ofertadas pelo seu governo que finge considerá-lo cidadão e devolve em forma de humilhação os impostos recebidos. Somos um povo que "independente" do que esteja acontecendo continua dependente de novelas, do consumo, da beleza aparente, do corpo perfeito, da omissão, do colo alheio, do elogio, de ser amado, da busca pelo amor verdadeiro e eterno, da padronização de ideias e opiniões, das tragédia do mundo para se sentir solidário, das desgraças alheias para exibir o seu sentimento de humanidade e etc. Somos um povo feliz porque conquistou a independência para ser totalmente dependentes de tudo que "ditam" dizendo ser o melhor para nós. Conquistamos a independencia para que a mídia pudesse conduzir nossos passos, para que o poder pudesse separar nossos corações, para que o marketing tivesse permissão para consumir nossos neurônios, para que os nossos valores pessoais sejam o nosso escudo protetor quando os valores dos outros não pactuarem com os nossos e quiserem nos dizer algo que não queremos ouvir. Somos independentes. Somos livres e preparados para administrar, através do ego, a nossa prisão social independente de termos em nossas próprias mãos e mentes as ferramentas essenciais para nos tornarmos dependentes de nós.
Eleições municipais chegando e, inevitavelmente, elas serão conduzidas conforme a afinidade do eleitor com os candidatos apoiados pelo presidente Lula e pelo ex-presidente, e inelegível, Bolsonaro. Sem dúvida, na campanha, na disputa pela mamata da improdutividade remunerada (com raríssimas exceções as quais, verdadeiramente, os eleitos ocupam os cargos públicos para se dedicarem a qualificar a vida do cidadão e de seus dependentes) haverá uma comparação frenética entre os governos acima citados.
Já é hora de começamos a hamonizar as relações, nas redes sociais, para evitarmos mais brigas inúteis.
Como fazer isso? Se informando. Se divorciando da paixão por fake news. Usando a massa cinzenta no lugar do fígado, quando nos depararmos com uma realidade frustrante sobre a conduta de ambas as figuras que polarizam, no âmbito da influência política, no território nacional, e que não gostaríamos que fosse verdade, consequentemente, fazendo com que nos posicionemos, insana e vergonhosamente, em defesa, incondicional, de qualquer ilícitos dos nossos ídolos políticos nos tornando uns idiotas inconsequentes que, no fundo, só contribuem com o pior para o Brasil.
Um bom passo para darmos a largada rumo a esta proposta de harmonização, nas redes sociais, e que pode, e deve, se estender para as relações, na vida real, é combinarmos o seguinte: quem acha que as urnas eletrônicas não são confiáveis e, consequentemente, desaprova e não reconhece o governo atual, considerando-o inelegítimo, e, convenientemente, finge que as urnas não foram sabotadas quando, ao termino da apuração, na última eleição, concluíram que deputados e senadores da atual oposição não foram atingidos com a não confiabilidade das meninas eletrônicas que consagram o desejo do cidadão brasileiro deve ir para a Argentina tentar uma vida melhor.
Quem acredita na confiabilidade das urnas eletrônicas, está mais satisfeito com o governo atual, apesar das suas dificuldades e de, ainda, estar longe de ser uma administração perfeita, contudo, vê nele uma proposta mais humana, mais empática, mais pacífica e que oferece mais perspectivas de melhora para a vida de todos os cidadãos, independentemente da sua afinidade política, se mantenha firme neste solo brasileiro e procure esquece que um dia foi incentivado a ir para Cuba.
