Amigo de Verdade Nao Briga por Bobeira

Cerca de 712530 frases e pensamentos: Amigo de Verdade Nao Briga por Bobeira

As pessoas precisam urgente de coragem, inclusive, para ouvir a Verdade.

A verdade pode até ferir, mas cicatriza.

A verdade absoluta sobre o amor perfeito

Planta da família das violáceas também chamada violeta tricolor
Amor-perfeito

Um Erro Certo
Um certo dia errado
Entrei na sua vida
Descobri a verdade
Falei com você
E foi um pecado
Desejei o seu corpo
Te quis de verdade
Fiquei louca
Foi fácil demais
Hoje é difícil
Mas é a verdade
Um desejo proibido
Meu maior dos pecados
Penso nisso
E me sinto culpada
O que será da minha vida
Querendo o pecado
Quando sei tudo
Eu não sei mais de nada.
Então vou vivendo
Desejando o pecado.

Eu e esta minha mania de acreditar em tudo e em todos.Nem tudo é verdade,e nem todos são sinceros.

Estou me descobrindo... A verdade é que nem nos mesmos, nos conhecemos, por isso, às vezes nos surpreendemos. Descobri que sou uma eterna adolescente. Daquelas que acreditam em finais felizes, em fidelidade, em reciprocidade, amor pra vida toda. Sou daquelas que chora no final dos filmes, que se imagina naquele momento, como se o que estivesse acontecendo na tela da televisão, fosse acontecer comigo - e eu sei que não vai, mas gosto de imaginar - Sou sonhos, sou risos, sou olhares a vulso. Sou esperanças. Essa sou eu. Não totalmente, por que continuo me descobrindo.

A verdade tem várias facetas, dependendo do angulo que se olhe. A premissa de que existe verdade absoluta, não existe.

Amizade de verdade só no sonho

Sim, dialética é andar em círculos, é verdade, mas é tudo que temos, o silêncio é perfeito, mas é solitário, como convém ao guerreiro, mas que doí na alma do que é apenas humano, este estado de ser que se é quando estamos apenas cansados e lassos.

" Só existe um lugar impossivel de esconder a verdade: nos olhos !

O amor de verdade é meu sonho de consumo, trocaria fácil todos os dias tristes por um sorriso que alegra minhas tardes, que me encoraja nas manhãs duvidosas.
Que compartilha o que há de mais sincero: o amor.

Simplesmente, o agora virou tarde,
Para quem ontem, quis buscar a verdade,
O hoje parece muito perto,
Mas normalmente é no amanhã que você vai ver o que é certo.

Um conselho para os Homens: Quando uma mulher te fizer uma pergunta, responda a verdade. Tem 99% de chances dela estar perguntando já sabendo a verdade

A verdade de hoje, foi montada com estruturas históricas mentirosas.

POIS É

A verdade pode durar uma vida inteira, perseguir uma mulher madura, assaltada de lembranças provocadas por uma amiga que mexe com uma varinha "o fundo lodoso da memória". E, de repente, a avó percebe uma convulsão na sua realidade, porque de repente outra verdade se sobrepõe. Explica. Reduz. E ao mesmo tempo amplia. Pois é. A verdade, em Lygia Fagundes Telles, é tão crua quanto esclarecedora. O que está em seus contos é a vida, sua própria e de outros, tão real e tátil como o chão áspero de cimento.
Reli, com assombro renovado, seu Papoulas em feltro negro, que ela incluiu no livro "Meus contos preferidos". Em onze páginas, Lygia roteiriza, organiza, sumariza, romantiza, anarquiza e enfim suaviza e cicatriza uma vida inteira.
Ojeriza.
Fuga.
Medo.
Ansiedade.
Mentira.
Não foi sem intenção que a narrativa das memórias suscitadas por um telefonema se concentre na latrina do colégio. Era o ponto da tangência. O ponto da fuga. A casinha fedorenta era melhor do que a sala de aula, com aquela presença esmagadora, opressora da professora castradora. Mentira! Tão bem dissimulada que pareceu verdade, por cinqüenta anos. E a verdade, um dia, lhe atinge a face como a aba de um chapéu de feltro, ornado de papoulas desmaiadas.
A memória é sinestésica. E os elementos formais estão ali, polvilhados no conto de Lygia, a declarar a ação dos sentidos. O tato da memória traz a aspereza do giz, o suor das mãos, o pé que esfrega a mancha queimada de cigarro no tapete. A audição da memória pede que se repita a Valsa dos Patinadores, como se repetiu a lembrança pela voz da companheira sessenta e oito, da escola primária. Mas o cheiro da memória remete, primeiro, a urina. A latrina escura. E eis a visão da memória a denunciar a obliteração. Negro quadro-negro. Trança negra. Saia negra. Feltro negro.
No meio do negrume, o sol reflete o seu fulgor majestoso na vidraça. É o esplendor do flagrante descobrimento. "O sol incendiava os vidros e ainda assim adivinhei em meio do fogaréu da vidraça a sombra cravada em mim." Dissimulação - mesmo em meio a tanta luz, há uma sombra. É uma sombra que persegue a personagem até o reencontro com a professora. Sombra, por definição, é uma imagem sem contornos nítidos, sem clareza. Como a professora, morta-viva, "invadindo os outros, todos transparentes, meu Deus!" E Deus, que sombra é esta a que chamamos Deus?
Pois é. Neste conto de Lygia, o gosto da memória, ou a memória do gosto, está ausente. Não se manifesta o sabor. Por que não se manifestou o saber, é por isso?
O conto é partícula de vida. É meio primo da História. Mais do que eventos, registra caráter, caracteres, costumes, clima, ambiente, formas, cores, preferências, gostos. O conto é uma das modalidades da história feita arquivo. Por isso conto, contas, contamos. O conto oral é o livro em potência, a história em potência. Ambos pertencem a quem os usa, e a quem de seus exemplos faz uso.
A escola deve ensinar a ler. Mas também deve ensinar a ouvir. Por isso, também na escola, que é um complemento da família, é preciso haver quem conte histórias. Como Lygia, que nos faz lembrar que é preciso haver a lembrança de uma infância vivida, o acalanto de uma voz querida, contando histórias, ilustrando a vida.
Lygia é de uma franqueza pontiaguda.
Este conto, em especial, é uma escancarada confissão de humanidade. A personagem é Lygia, ou qualquer um de nós. A personagem é frágil. Conquanto pensasse, a vida inteira, que era forte. Imaginava-se executora. Conquanto pensasse, a vida inteira, que era executada. Humana, enfim. Eis a verdade. Eis Lygia. Pois é.



Jornal das Letras, edição de agosto de 2007

Amizade: se for de verdade, acredite, suportara as piores tempestades.

E quanto tempo você já perdeu acreditando em uma coisa que na verdade nunca existiu?

Entre palavras e promessas sinto falta da época em que a verdade era sincera. Um olhar valia mais que ouro. Quando uma história era real você podia realmente acreditar.

Sou (re)vestida de amor, verdade,
educação, delicadeza e bondade.
São adjetivos indispensáveis numa amizade.

Maldita sociedade que prefere escutar uma mentira que conforta do que uma verdade que dói...