Amiga Tenha Muita Fe
Permita que suas diferenças aflorem... cultive-as!
Não tenha medo de ser esquisito... se arrisque.
Seja único e especial!
Não tenha medo da morte, ela é apenas o fim da vida de um corpo físico, é a passagem para outra vida de uma nova forma e um novo corpo e quem sabe de um novo mundo, a morte faz parte da vida, é algo a que todos nos estamos destinado.
Tenha a atitude de um aluno, nunca seja importante demais para fazer perguntas, nunca saiba demais para aprender algo novo.
Encare com vibração a vida, tenha classe nas derrotas, humildade nas vitórias e tenha sempre à flor da pele a ousadia e a ética!
Nunca tenha medo de VIVER um GRANDE AMOR. Arrisque-se! Se não deu certo, pelo menos você foi CORAJOSO e aprenderá alguma coisa com a experiência vivida. Não seja COVARDE e não fique se PRIVANDO dos tombos e arranhões, somente com eles você será feliz de verdade e encontrará o amor que tanto sonha...
Pra se falar de amor é indispensável que eu tenha vivido tudo que ele pode provocar. Do frio na barriga aos olhares perdidos nas nuvens, no ar. Ter lembranças das reações à tímida troca de olhares e aos primeiros sorrisos da paquera. Sem deixar de lado o arrepio na espinha do primeiro beijo seguido do olhar feliz, porém envergonhado. Mas não posso negar que há dores em amar. Há a desilusão que todo mundo conhece e a tristeza por não ser agrado aos olhos de quem tanto se quer bem. A aflição maior se dá quando sequer conseguimos dizer o quanto é puro o amor que temos, mesmo que ele só cause dor. Provamos o gosto ruim das lágrimas pesadas, choro aos soluços, que arrancaram dos olhos a beleza sorridente e mascararam os olhares com um pesar descontente. E a mágoa de ter sido deixado pra trás, então. Sonhos deixados de lado, resumidos à frustração. Mas há que se acreditar, que o que há de pesado, pode também ser suave e puro. Há amor que pode ser leve, delicado e gentil. Que sabe ser intenso e febril e pode ser a coisa mais singela que já se viu. Não que ele prefira ser dicotômico. Não creio que seja assim, tão radical. Do tipo escolhe entre fazer bem ou fazer mal. Acontece que, quando comparamos, amarramos os extremos para sentir quão diferentes são. E quando o amor é agradável, colorido e leve que basta um sopro pra formar bolhas de sabão só pra representar o que ele causa, sinto que amando é possível levitar. Assim, o que doeu fica tão pequeno e insignificante que daqui do alto ninguém consegue lembrar.
Mesmo que você não esteja aqui
O amor está aqui agora
Mesmo que você tenha que partir
O amor não há de ir
Embora
Algumas mudanças são necessárias para que possamos nos dar o verdadeiro valor. Não tenha medo da mudança que lhe aparecer pois é com ela que modificará teu estado, mas se estás forte e feliz não teme em seguir por este caminho.
Como está o seu estoque de calma?
Tenha calma, viu? E bastante! Procure não explodir com ninguém! Mantenha sua vida e seu estado de espírito sob controle! Hoje e sempre, viu? Talvez você esteja precisando, como eu, um pouco mais de calma!
Quando perceber que está pronto para estourar, respire fundo, conte até dez, retire-se do foco da atenção, peça ajuda a alguém ou apenas silencie por alguns instantes para pensar.
Se o motivo do seu surto for uma doença sua, saiba que a intranquilidade traz o pior, viu? Agora se o seu desespero for por causa de uma enfermidade de uma pessoa querida, seu desajuste também não vai conseguir ajudar em nada!
Mas e se a sua agitação for por prejuízos materiais, falta de grana ou coisas do tipo? É bom você admitir que com calma terá mais chance de raciocinar e de ser criativo. A reclamação exacerbada é uma bomba atrasada que forma um novo caso, um novo problema.
É melhor ser calmo o máximo de tempo que puder do que ficar irado por qualquer coisa! A queixa, a lamúria, a reclamação tornam você uma pessoa menos simpática! E o mundo não perdoa os antipáticos! Quanta coisa boa acabei perdendo por deixar de ser simpático e agradável aos outros!
Contrariedades você sempre vai ter! Está na hora de saber administrar melhor esses momentos mais desafiadores, tá? Ou vai ficar sempre nessa de não aguentar o batente? Deixe de ser fracote, pô! Você tem muito a dar e pode sim aguentar tudo o que vier!
Seja qual for a sua dificuldade, conserve a calma! Vem cá: você conhece alguém que perde a calma facilmente ter sucesso na vida? Mas também nunca esqueça que toda paciência precisa estar alicerçada na fé!
Quero mudar minha vida. Tenho 19 anos, é tempo de fazer alguma coisa. Talvez eu tenha medo demais, e isso chama-se covardia. Fico me perdendo em páginas de diários, em pensamentos e temores, e o tempo vai passando. Covardia é uma palavra feia. Receio de enfrentar a vida cara a cara. Descobri que não me busco ou, se me busco, é sem vontade nenhuma de me achar, mudando de caminho cada vez que percebo a luz. Fuga, o tempo todo fuga, intercalada por períodos de reconhecimento. Suavizada às vezes, mas sempre fuga.
Não tenha medo de se entregar
Talvez eu tenha me entregado rápido demais, tenha te desejado demais. Talvez eu devesse ter dado menos sorrisos, contado menos sobre minha vida ou até demorado pra responder suas mensagens de madrugada. Talvez eu tenha queimado a largada, sem fazer joguinhos ou qualquer outro artifício pra te ter ao meu lado. Talvez eu tenha sido uma boba apaixonada, talvez meus olhos tenham brilhado mais do que o comum e as palavras tenham me faltado. Talvez você seja o certo, talvez não. Talvez isso seja amor, paixão, ou só um romance que dura apenas 2 horas. Talvez eu devesse ter dito que não estava pronta para um relacionamento sério. Talvez eu não devesse ter usado rabo de cavalo e penteado os cabelos como todas garotas costumam fazer. Talvez eu devesse ter usado um vestido rosa e não uma regata branca. Talvez eu devesse ter feito você querer mais, sempre mais. Devesse ter te deixado com vontade e não saciado. Talvez seria certo não atender sua ligação ao primeiro toque. Talvez eu não devesse ter te apresentado aos meus pais no primeiro mês ou feito amizade com sua mãe na fila do supermercado. Talvez eu não devesse ter tomado aquelas taças de vinhos e dito o quanto você era incrível. É, talvez. Talvez eu tenha pulado etapas, deixado que o sentimento me dominasse, ignorado meu cérebro dizendo o que fazer. Talvez eu devesse ter assistido menos filmes de comédia romântica, lido menos livros livros do Nicholas Sparks. Talvez eu não devesse ter depositado todas minhas esperanças em você, talvez eu nem devesse ter alguma esperança. Mas todos nós temos nossas fraquezas, e a minha foi você. Eu não me contive, como uma criança inocente me deixei levar pelo momento, pelo seu sorriso e pela sua influência. Mas quer saber? Não me arrependo. Quantas pessoas você já perdeu por que teve medo de se entregar? Não tenha medo de cair de cara no chão. Aquele cai ainda pode se levantar. E bem mais forte.
As pessoas tem que gostar de você pelo que você é. Sem joguinhos. Não tenha medo de se entregar.
Não há ser vivo que não tenha medo quando enfrenta o perigo. A verdadeira coragem é enfrentar o perigo quando se tem medo.
Lá na infância
Qualquer pessoa que já tenha se separado e tenha filhos sabe como a gente se preocupa com a reação deles e procura amenizar qualquer estrago provocado por essa desestruturação. É preciso munir-se de muito respeito, delicadeza e amor para que essa ruptura seja bem assimilada e não produza traumas e inseguranças.
Muito do que somos hoje, do que sofremos e do que superamos, tem a ver com aquele lugar chamado "infância", que nem sempre é um paraíso. Por mais que tenhamos brincado e recebido afeto, é lá na infância que começamos a nos formar e a nos deformar através de medos, dúvidas, sensações de abandono e, principalmente, através da busca de identidade.
Por tudo isso, estou até agora encantada com a leitura de Marcas de Nascença, fenomenal livro da canadense Nancy Huston e que deixo como dica antes de sair de férias. O livro é narrado por quatro crianças de uma mesma família, em épocas diferentes, todas quando tinham seis anos: primeiro, um garotinho totalmente presunçoso, morador da Califórnia, em 2004. Depois, o relato do pai dele, quando este também tinha seis anos, em 1982. A seguir, a avó, em 1962, e por fim a bisavó, em 1944. Ou seja, é um romance genealogicamente invertido, começando logo após o 11 de Setembro e terminando durante a Segunda Guerra Mundial, mas é também um romance psicanalítico, e é aí que se torna genial: relata com bom humor e sem sentimentalismo todo o caldeirão de emoções da infância, mostrando como nossas feridas infantis seguem abertas a longo prazo, como as fendas familiares determinam nossos futuros ódios e preconceitos e como somos "construídos" a partir das nossas dores e das nossas ilusões. Mas tudo isso numa narrativa sem ranço, absolutamente cativante, diria até alegre, mesmo diante dessas pequenas tragédias íntimas.
A autora é bastante conhecida fora do Brasil e ela própria, aos seis anos, foi abandonada pela mãe, o que explica muito do seu fascínio sobre as marcas que a infância nos impõe vida afora. É incrível como ela consegue traduzir os pensamentos infantis (que muitas vezes são adultos demais para a idade dos personagens, mas tudo bem), demonstrando que toda criança é uma observadora perspicaz do universo e que não despreza nada do que capta: toda informação e todo sentimento será transformado em traço de personalidade.
Comecei falando de separação, que é o fantasma familiar mais comum, mas há diversas outras questões que são consideradas "linhas de falha" pela autora e que são transmitidas de geração para geração. Permissividade demais gerando criaturinhas manipuladoras, mudanças constantes de endereço e de cidade provocando um desenraizamento perturbador, o testemunho constante de brigas entre pessoas que se dizem amar, promessas não-cumpridas, pais que trabalham excessivamente, a religião despertando culpas, a política induzindo a discordâncias e exílios, até mesmo uma boneca muito desejada que nunca chegou às nossas mãos: tudo o que nos aconteceu na infância ou o que não nos aconteceu acaba deixando marcas para sempre. Fazer o quê? Em vez de tentar escapar de certas lembranças, o melhor é mergulhar nelas e voltar à tona com menos desespero e mais sabedoria. Todos temos nossas dores de estimação. O que nos diferencia uns dos outros é a capacidade de conviver amigavelmente com elas.
Mesmo que você tenha arrependimentos, mesmo que tenha remorso, você deve lutar. Se você tomou a decisão de lutar, lute, lute com tudo o que tem. Não desista por um segundo, um momento ou um instante. Agarre-se avidamente à vitória que tem à sua frente.
Se você ainda pode ficar de pé, se seus dedos ainda se moverem, se todos os seus dentes não quebraram, fique de pé e lute. Você deve lutar!
TENHA CERTEZA...
Tenha certeza que algumas boas coisas são quimeras, que nem tudo vem quando se espera, que existe algo muito além da sua novela. Tenha certeza que nem tudo nesse universo é complexo, que nem tudo tem nexo, que muitas coisas serão apenas prosa e verso. Tenha certeza que é preciso mais de cem desencontros para achar um grande encontro, que uma história apenas faz um eterno conto, que um beijo bem selado pode deixar apaixonado o mais malvado. Tenha certeza que os dias passam ligeiro, que é preciso saber aproveitá-los por inteiro, que necessariamente não precisamos de devaneios. Tenha certeza que a brisa mais suave jamais será colorida, que é preciso dar sempre um grande sentido a vida, que existe a hora de chegada e também a hora da partida. Aliás, tenha certeza que será preciso mais de mil partidas para apenas uma chegada, que não existe meia fé, que não existe meio amor, que jamais existirá meia jornada. Tenha certeza que o caminho mais lindo é sempre cheio de flores e espinhos, é cheio de dias quentes e de frias madrugadas, de dias sem sóis e de noites pouco estreladas. Tenha certeza que nada volta ao começo, que sempre haverá tropeços, que sempre existirá um grande recomeço. Tenha certeza que por mais que se esteja triste e sozinho um amigo distante sempre te reencontrará sorrindo. Tenha certeza que existe sempre um bom momento, que existirá sempre o seu momento, o momento de lembrar e o momento do esquecimento. Tenha certeza que é preciso sempre aprender, que é preciso saber ouvir, saber dizer e, acima de tudo, fazer acontecer. Tenha certeza que nunca existirá uma hora certa para abraçar, para beijar. Nunca existirá uma hora certa para se apaixonar e para amar. Tenha certeza que mesmo não havendo uma hora certa e principalmente por não existir uma hora certa... você pode começar hoje mesmo, agora mesmo! Começar hoje e não terminar nunca mais.
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