Amiga te Conhecer foi um Prazer
O Ser não é capaz de preencher todo um exterior. Ao compreender tal feito, ele se torna pleno e capaz de preencher sua subjetividade.
Nem sempre é necessária a constância, mas sim a permanência, que podemos realizar e eternizar em um ato.
Há um momento delicado em que esquecer o que se sente é a única forma de não esquecer o que se merece.
— Jess.
Do saber de Brené Brown
Vem um verso de poder
Tire a máscara que te deram
E descubra um novo ser
Se o mundo te moldura
Não caia nessa clausura
Pois a coragem é ser você.
Perder a confiança na única pessoa em quem se acreditou não é um rompimento comum. É um luto sem funeral, sem flores, sem testemunhas. Algo morre em silêncio e continua andando dentro de você por dias, às vezes anos. Não é a pessoa que se perde primeiro. É o chão. É a linguagem secreta que existia entre dois corpos. É a ideia de abrigo.
Há uma violência específica nisso: descobrir que o lugar onde você descansava também sabia ferir. Não por descuido, mas por escolha. A confiança, quando cai, não faz barulho. Ela se desfaz como vidro moído no peito. Tudo continua igual por fora. O mundo segue. Mas por dentro algo se reorganiza em estado de alerta permanente. O coração aprende uma nova gramática: amar sem fechar os olhos nunca mais.
O mais cruel não é a quebra. É o depois. É perceber que você ainda ama alguém que já não existe do mesmo jeito. Que a pessoa segue ali, com o mesmo rosto, a mesma voz, os mesmos gestos, mas o pacto invisível foi rompido. E pactos invisíveis, quando quebrados, não se refazem. Podem até ser substituídos por acordos mais frios, mais técnicos, mais seguros. Mas jamais por inocência.
Esse luto não pede vingança. Pede digestão. É um luto adulto, sem espetáculo. Você não chora alto. Você afina. Fica mais silencioso, mais seletivo, mais atento. Aprende que confiança não se concede, se constrói em camadas. Aprende também que quem te traiu não levou apenas algo de você. Levou uma versão tua que não volta mais. E talvez isso seja o que mais dói.
Anaïs Nin diria que crescer dói porque exige abandonar fantasias íntimas. Eu acrescento: perder a confiança em quem era casa é perceber que até os lares podem ruir por dentro antes de cair por fora. E ainda assim, seguimos. Não por força. Por lucidez. Porque viver sem confiar em ninguém é impossível, mas confiar como antes seria uma forma elegante de se abandonar.
No fim, não resta ódio. Resta uma espécie de luto lúcido, quase nobre. A tristeza de quem amou com coragem e pagou o preço. A dignidade de quem não se fecha, mas passa a escolher melhor onde pousa o coração. Porque confiar de novo não é repetir. É reaprender. E isso, apesar de tudo, ainda é uma forma de esperança.
Superar, no fim, é um acordo que você faz consigo mesma: o de continuar sendo, mesmo quando algo ainda dói. É entender que a vida não exige que você esteja inteira para seguir em frente. Exige apenas que você esteja disposta a não desistir de si.
Superação é quase sempre um gesto íntimo.
Ninguém vê o instante exato em que você decide tentar outra vez.
Não existe anúncio, fanfarra, nem testemunha.
Existe apenas um pensamento pequeno — às vezes tão tímido que parece nada — dizendo:
“Eu não quero parar aqui.”
E é assim que a vida continua:
numa escolha calma, repetida muitas vezes, mesmo quando não há garantias.
Superar não é sobre apagar a dor, mas dar a ela um lugar que não te impeça de andar.
É entender que a ferida pode permanecer, mas você também permanece — e cresce.
A superação não costuma vir de coragem heroica, mas de uma paciência profunda consigo mesma.
De aceitar que tropeços fazem parte do caminho,
e que recomeços não diminuem ninguém.
No fim, superar é isso:
perceber que, apesar do peso, você ainda se move.
E que esse movimento, por menor que seja, é digno, verdadeiro, e seu.
Madrugada e sua Ambiguidade
Momentos de Repouso
Horas de Perturbação
Talvez, a Extensão de um Instante prazeroso
Para cada necessidade, uma interpretação.
A nossa consciência é como a luz, ninguém a percebi... No entanto, ela ilumina tudo... Cada um é o resultado do que pensa, fala, e do que faz... Confessar que nos enganamos e erramos é sublime; pois sabemos que temos um erro a menos na vida... A personalidade e pensamentos de uma pessoa podem ser mudados; mas o caráter não! Fica a dica...
A Arte de Ser e Viver
Superar é preciso, um verbo constante,
Vencer a cada dia, num passo gigante.
Observando o caminho, atento ao que impede,
Aprendemos a força que em nós reside.
Para ser mais possível, em plena ascensão,
Mais capaz de estar viva, nobre a intenção.
Cada obstáculo é degrau, lição que nos guia,
Rumo ao bem-estar pleno, com mestria.
Ass: Roseli Schionato Ribeiro
A Chave e o Abismo
Na teia das palavras, um livro se ergue,
Sagrado texto onde a alma converge.
Mas quando a mente tateia, a visão se turva,
A interpretação falha, a intenção se curva.
Se o entendimento erra, por má-fé ou pressa,
Um grande risco à frágil fé atravessa.
Vidas de esperança, em terreno incerto,
Veem seu porto seguro virar deserto.
A verdade é um farol, não é uma chama breve,
E a leitura do texto, que a alma eleve,
Jamais poderá ser um capricho pessoal,
Para que o seu valor real resplandeça, afinal.
Que a Bíblia, fonte clara, em si se explique e mostre,
Onde o sentido é puro, e não onde o eu se prostre.
Pois na verdade una, a essência se revela,
Luz que a todos guia, fiel e singela.
ass Roseli schionato Ribeiro
Às vezes, pergunto-me se é labirinto da mente ou se os olhos apenas cansam de ver. Em um sol, você é presença; no outro, torna-se névoa, como se uma invisibilidade contagiosa te roubasse a cor.
Após vinte e nove janeiros e nove luas de dedicação — a apenas cinco passos de completar três décadas de casa e onze invernos da sonhada quietude — o adeus chegou. Naquele instante, o espelho refletiu um robô, uma peça desencaixada de uma engrenagem fria, onde rostos conhecidos tornaram-se estranhos e o calor humano se fez gelo.
Mas a identidade não mora em um crachá, nem o valor de uma vida se apaga em um papel. A superação é o sol que rompe o eclipse. Dar a volta por cima é transformar o vazio em voo, lembrando ao mundo que, antes de ser um número, você sempre foi — e sempre será — luz.
Com esperança,
Rosei Ribeiro
Mãe: O Universo em um Abraço
Dizem que o dia das mães é uma data marcada,
mas a verdade é que o amor de mãe se renova a cada alvorada.
É um sentimento que transborda em cuidado, afeto e proteção,
mulheres raras, esculpidas pela força e pelo coração.
Para o mundo, ela pode ser apenas uma mulher;
mas para você, ela é o solo, o teto, o mundo inteiro.
Existem as que curam com o carinho de um olhar,
as que protegem como leoas, sem nunca recuar,
e aquelas que, na rigidez, ensinam o caminho do caminhar.
Não importa o sangue, nem de onde a vida floresceu;
Mãe é quem acolhe, quem cria, quem o destino escolheu.
Seja a que gera ou a que adota na alma o seu destino,
elas são o alicerce único de cada ser humano, desde menino.
Mães são eternas, mesmo no tempo que voa,
raízes que vivem para sempre no coração de quem as abençoa.
(Assinado: Roseli Ribeiro)
Cada um em seu castelo de sentir e ser,
Trancado na autonomia do próprio umbigo.
Não há mais acordo, nem o querer,
De buscar no outro um abrigo.
Nem a tela acesa, nem a mesa posta,
Fazem a alma se reencontrar.
O pensamento solitário é o que resta,
Nesse abismo imenso de não se falar.
A modernidade, com sua mão gelada,
Apagou o brilho da conversa franca.
A dúvida agora é voz isolada,
E o motivo fútil é o que nos estanca.
Ass Roseli Ribeiro
Titulo: Pisar o ano novo
Pisar o ano novo
É receber um presente em dobro
É ter a chance de recomeçar a sonhar
De calcular e planejar
tudo aquilo que ficou à terminar
Muitos queriam, mas não pode pisar
Partiu-lhes. muitos dizem:
Para um bom lugar.
E a nós que estamos aqui
Podemos ao menos continuar
Esquecer o ódio, a guerra e o rancor
É de grande valia para se reinventar
Se reinventar para o que vem por ai
Para fazer diferente tudo o que nos afastou de sorrir
Para fazer melhor ainda tudo o que deu certo
E realizar nossas conquistas enquanto estivermos aqui
E esbaldar-se de humildade,
Perceber que não há valor onde não há humanidade
Prevalecer-se com o prazer da solidariedade
Para que o próximo também possa sonhar
Por que depois aqui
Não saberemos, de fato, onde mais pisar.
Saudade da 88
Um suspiro, e a lembrança da goiabeira — aquela cujas folhas secas forravam o chão do quintal, enquanto apenas o brilho da lua e das estrelas testemunhava a magia do amor. Lentamente, em esteira, a mente do ontem e as lembranças invadem, sem pedir licença, o meu hoje. Saudade da 88!
Seu nome
Ouvir o seu nome é como um feitiço suave:
meu coração acelera,
o ar suspende o tempo,
meu peito se enche de você,
e tudo em mim se transforma em felicidade.
É saber que, mesmo no escuro
Um novo dia sempre vai raiar
A esperança é a fé na vida
Que nos faz sempre caminhar
Ela que acalma o nosso viver
E nos dá o bom poder de crer
Que o melhor há de chegar.
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