Amiga te Conhecer foi um Prazer

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⁠Ahaaa! O Amor!!! O amor é um sentimento que abre um leque de desejos, é troca de energias, é suor compartilhado, é ligar as almas! Sei de tudo isso porque olhei para trás.

⁠Eu não te amei por te achar incomum; eu te amei por considerar-te um amigo confiável, um amante incomparável e um ser humano apaixonante. Sou sincera: você continua sendo meu ser amado.

⁠Mas tudo isso pode ser amor,
ou apenas um sal sem sabor.
Estamos em caminhos dos quais não podemos voltar, mas apertar o play é tão excitante!

Glória

Fico feliz com a felicidade do infeliz, daquele que, mesmo sendo alvo, sustenta um equilíbrio quase sagrado.
Da sua boca escorre a redenção:
pura e transparente, como a saliva de uma verdade que não se esconde, um grito que atravessa o desespero e o ilumina.
Glória! Glória! Glória!

NATAL

O Natal é um fenômeno mundial e parece não ter fim na mente humana.
É contagiante, intrigante e faz com que pensamentos bons fluam pelo nosso corpo, independentemente das circunstâncias. Vem como um feromônio da felicidade, se é que esse termo pudesse existir.

O Natal torna-se um verdadeiro espetáculo de luzes, enfeites e alegrias.
É uma paz que sabemos ser passageira, mas que, ainda assim, nos envolve de forma intensa, quase eletrizante — e isso é sentido por todos nós.

São milhares de histórias: muitas tristes, outras tantas, profundamente alegres.
Tudo começa no início do ano, quando o pensamento já se povoa da expectativa pelo próximo Natal. Ao longo dos meses, essa espera se estreita e, de repente, percebemos que ele se aproxima. Às vezes até esquecemos — talvez pelo cansaço do dia a dia, pelos problemas constantes, pelas decepções marcantes. Mas, no final de cada ano, o Natal explode, recarregando a bateria humana com sorrisos que não chegam apenas aos olhos, mas à alma.

Mãos se unem, lembranças passam como filmes na mente, e surge a esperança de que pequenas mudanças possam gerar felicidades duradouras.

Acredito nesse Papai Noel. Não no velhinho barbudo e de barriga grande — esse conceito deixo para a pureza das crianças.
Acredito, sim, no ser humano existencial: naquele que olha para as crianças carentes e acalma seus corações; que enxerga famílias humildes e oferece força e determinação; que percebe o amigo que precisa de ajuda — nem sempre financeira, muitas vezes apenas um “olá”, um sorriso, um aperto de mão.

E há também os invisíveis e tristes. Eles precisam de apoio, de conselhos e, às vezes, apenas de um abraço cheio de amor.

Vivemos em um mundo lindo, mas que nem sempre é cuidado como deveria. Há falhas, e o tempo é curto.
Muitos estão desesperados por proteção, por afeto, por um turbilhão de carinhos, por ter um rosto a quem chamar de amigo — o protetor.

Que neste Natal o improvável e o impossível se realizem, até porque o contrário já é certo.
Que a cura aconteça em todas as situações, pois milagres e transformações ainda são possíveis.

Que cada um tenha o seu Papai Noel.
Que cada um tenha o seu Natal.
Que cada um viva um Natal cheio de luzes multicoloridas, e que a paz se instale no mundo inteiro, trazendo serenidade e esperança.

Vamos relaxar, porque outras tempestades virão, outras tristezas nos alcançarão e lágrimas ainda rolarão pelo nosso rosto. Mas basta lembrar: a virada do ano chega, e o próximo sempre pode ser melhor.

Enfim, é isso que desejo:
um mundo colorido, risos sinceros, abraços cheios de musicalidade
e um ar que cheire à vida —
à vida feliz.

Amor cura
Florestas são pintadas em meus pulmões.
Relevo.

Na doença do amor, a cura é um milagre — eu creio.
Não estou doente,
apenas me perdi entre os arbustos da vida
e já não consigo ver as estrelas.

A lua não vem,
e a brisa passa leve,
para não me machucar ainda mais.

Na verdade, estreei tarde em sua vida.

Gritar não adianta.
A vida é uma estância,
mas poeiras e tempestades causam tristeza,
e memórias se dissolvem ao vento,
lembrando que remendos nunca são inteiros.

Fecho os olhos,
e meu coração derrete
como fogo em plástico,
nas chamas altas e líquidas
diante de meus olhos —
e se desfaz.

Quem deseja construir um futuro precisa, antes de tudo, definir o seu propósito.


Clayton Leite

⁠E se o amor e a morte se encontrassem
Em um abraço infinito .
O amor morre
Ou a morte se apaixona
Talvez a morte , acabava com o amor
Ou o amor amaria até a morte ?
E se o amor e a morte se encontrassem
Lado a lado andariam ?
Ou logo com um beijo
Essa união selaria .
Talvez , só talvez ...
Findo o enlace
Findo a agonia.

⁠" A inveja é um sentimento que só anda mal acompanhado. "

O "natal" traz indulto até para os corações que vivem um ano inteiro como se Jesus não tivesse nascido.

Um dia me desenharam de maneira pérfida. A princípio, aquela imagem me atravessou. Recolhi-me a fim de proteger a minha realidade e permitir aquilo que só o tempo curou. Passou. Mas, até hoje, o desenho está nas mãos do autor.

A vida é como um quebra-cabeça. Por mais que você resista a mover as peças aos seus devidos lugares, ela mesma se encarrega de fazê-lo, ainda que doloroso.

A religião pode se tornar um instrumento de morte quando perde o compromisso com a Verdade.

⁠"Libertar um animal de suas correntes é dar a ele uma chance de poder voar."

Eu caminho por uma rua com forte odor de urina, como se aquela passagem fosse um verdadeiro banheiro a céu aberto, com vasos sem dar descarga. Prendo a respiração e meus olhos miram paredes pichadas, que paradoxalmente harmonizam com as velhas casas destelhadas, lembrando que ali morava o abandono do que um dia foi lar. Uma vertigem me sobressai e tenho ânsias de vômito. Até que finalmente acordei, e as paredes do meu quarto tinham cheiro de tédio, de tal forma que a rua com odor de urina, soava até agradável em sua decrepitude. Levantei a contra gosto e tomei um copo de coca-cola, porque me sentia incapaz de fazer um café. Fechei os olhos e respirei profundamente, e já não sabia se estava na rua decadente ou no meu apartamento frio, com o porcelanato impecável. Acendi um cigarro de forma tão automática, que era como se eu respirasse fumaça. Nas redes sociais desejei "bom dia", enquanto pensava que de bom não tinha nada. Sentia meu corpo denso como um elefante, e meus braços pesavam como se carregassem uma carga de cem quilos. Olhei para a janela e pensei: "Quem me salvará de mim mesma?" Em seguida olhei os livros na estante como quem olha para copos sujos na pia. As panelas de comida requentada cheiravam a morfo. E eu simplesmente não ligava. Minha solidão era refúgio. Eu não precisava abrir a boca para articular palavras. Sentei na beira da cama e permaneci inerte por longos minutos. O telefone tocou. Era engano. Deitei novamente na cama e sonhei com aquela rua mais uma vez. Eu pintava as paredes sujas das casas como se tomasse banho e o cheiro de urina da rua me fez urinar na cama. "Quanta decadência", pensei. E me pus a escrever essas palavras como cenas da minha alma exposta ao leitor. E fiz esse texto, não porque fosse necessário nem bonito, mas simplesmente porque precisava preencher a mente com algo que não fosse belo, já que o belo aumentava o meu tédio. Peguei um livro e comecei a rasgar as folhas, pelo simples prazer da destruição. Voltei às redes sociais e escrevi "boa tarde", pelo prazer da ironia. E quem me visse assim, talvez fugisse, ou talvez se uniria a mim para demolir as paredes, não sem antes quebrar o espelho e beber um copo de caco de vidro. Bendito seja aquele que acorda de bom humor.

"Acima das Nuvens tem sempre um Céu Azul."

A Lua não grita.
Ela aprende a ser pouca
para caber no céu imenso.
Um risco de luz
costurando a tarde,
lembrando que até o incompleto
ilumina.
Enquanto o dia se despede
sem pressa,
ela surge discreta,
ensinando que beleza
não precisa ser inteira
para ser eterna.

"A força que move montanhas é a mesma que move um coração cansado quando ele decide tentar outra vez."

"A paz é um jardim interno — só floresce quando a gente arranca as ervas daninhas da alma."

"Respeitar o próprio corpo é como cuidar de um templo que carrega sua alma no colo."