Amiga te Conhecer foi um Prazer

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Sem propósitos, sem ministérios e sem líderes capacitados a igreja é apenas um encontro social, onde ninguém deixa legado e não se importa com quem sair.

Acho que já posso escrever um livro sobre você. Um simples “oiii” mudou tudo: meus pensamentos, meus caminhos e até o jeito de sentir. Em apenas sete dias, você atravessou estados, derrubou barreiras e fez meu coração bater como se já te conhecesse há vidas. Ainda não sei seu cheiro nem o gosto dos seus beijos, mas sei que é você quem mora nos meus pensamentos. Goiânia nunca pareceu tão perto de Minas Gerais.

⁠As vezes sinto que as cicatrizes que carrego me fazem ver o mundo sob um ângulo diferente e que tudo faz mais sentido, mas ao mesmo tempo vejo que nada sei e que as cicatrizes só me mostram que nada aprendi e tão pouco aprenderei porque o objetivo não é entender mas sim o caminhar.

A dificuldade é um treino da alma, não uma sentença contra ela.

O que é, afinal, a emoção?


Desprenda-se das definições comuns: a emoção não é um pensamento, tampouco uma escolha deliberada da vontade.Ela não nasce da arquitetura cognitiva, pois o pensamento é incapaz de gerar a emoção. Ela não é um defeito de caráter, nem um fardo que se carrega na alma. Contrariando o senso comum, as emoções não habitam o corpo como substâncias, nem residem no cérebro como objetos; elas não possuem o poder de adoecer o organismo. Crer nisso é render-se a uma superstição.


Ela não nasce da arquitetura cognitiva, pois o pensamento é incapaz de gerar a emoção. Ela não é um defeito de caráter, nem um fardo que se carrega na alma. Contrariando o senso comum, as emoções não habitam o corpo como substâncias, nem residem no cérebro como objetos; elas não possuem o poder de adoecer o organismo. Crer nisso é render-se a uma superstição.


A emoção deve ser compreendida como uma conversa. Ela é um dialeto humano intrínseco, uma forma de comunicação primal cuja velocidade de compreensão transcende a palavra. É a linguagem do "outro" que ressoa em nós de forma instantânea.


Observe: essa compreensão manifesta-se no verbo ou na expressão do ser. Imagine alguém que se aproxima após uma corrida exaustiva de trinta minutos; o corpo verga-se sob o cansaço, a respiração é profunda e errática, o coração pulsa visivelmente contra o peito. Imediatamente, você decifra a mensagem. Esses gestos, essa entrega do corpo ao momento, são a própria emoção em curso.


O cérebro humano não é apenas um órgão funcional, mas uma interface adaptada para reagir à alteridade. Reflita: seria possível sentir alegria ao testemunhar o pranto de tristeza de uma mãe? Certamente não. Isso ocorre porque a emoção é a própria reação visível do corpo, uma manifestação fenomenológica que nada tem a ver com conceitos abstratos de "energia".


A emoção é a nossa língua universal. É o código mais veloz da humanidade, um sistema de sinais onde o sentido é captado no instante em que é emitido.


A emoção é, em sua essência, adaptação.
Ela surge como a resposta imediata a um estímulo externo. Quando o corpo reage, ele não está apenas sentindo; ele está se moldando. Emoção é o movimento contínuo de ajuste do ser ao ambiente. É a vida, em sua urgência, adaptando-se ao mundo.

A emoção, em sua gênese, não constitui uma entidade metafísica autônoma, mas sim um repertório comportamental aprendido, invariavelmente modelado no seio da coletividade. Sob uma análise crítica da racionalidade contemporânea, urge desmistificar a concepção da emoção como um "guia interior" ou um ente ontológico que dita estados de alegria, tristeza ou raiva. O que vulgarmente denominamos "sentimento" é, rigorosamente, um conjunto de respostas complexas forjadas pelas contingências do meio social.


Para ilustrar a falácia da causalidade interna, consideremos o fenômeno biológico do espirro: seria um contrassenso punir o nariz pelo sintoma, quando a inteligência analítica exige a investigação das variáveis ambientais — seja uma janela aberta, a sujidade do recinto ou a oscilação climática. O nariz não é o culpado, mas o canal de uma reação a um estímulo externo. Analogamente, os afetos não são causas em si, mas efeitos de uma história de interação.


Dessa forma, o riso ou o pranto não emanam de instâncias espirituais, nem de entidades místicas que habitariam a biologia humana. É imperativo rejeitar as nomenclaturas arbitrárias e os estratagemas de "pseudo-terapeutas" ou gurus que prometem a manipulação da realidade através de léxicos de autoajuda. Afirmações de "positividade tóxica" — como as fórmulas de poder "eu posso" ou "eu venço" — são meros placebos linguísticos que ignoram a raiz do comportamento.


As emoções não são território da crença, da prática mística ou da retórica da cura instantânea; elas são reações aprendidas, indissociáveis do ciclo societário. O sujeito não é movido por forças transcendentes, mas sim condicionado pelas tensões e influências do ambiente que o circunda, revelando que a mudança real não reside no "querer" místico, mas na alteração das condições concretas da existência.

A emoção não é uma essência mística ou autônoma, mas um comportamento aprendido socialmente; entender isso é o que nos permite deixar de culpar o 'nariz' pelo 'espirro' e passar a entender os reais causadores que moldam nossa existência.

"Analogamente a um sistema de monitoramento de acesso, a emoção deve ser compreendida pela identificação precisa do estímulo que a desencadeia. Sob a perspectiva da neurociência, a emoção não constitui uma entidade autônoma ou um módulo isolado, mas sim uma resposta biológica integrada ao processamento cerebral.


A premissa de que a análise isolada da expressão facial permite inferir significados emocionais universais configura um equívoco teórico e conceitual. Embora enraizada em paradigmas culturais, essa visão é contestada por evidências neurocientíficas que refutam o reducionismo da 'face como espelho direto da emoção'.


Portanto, a emoção não se restringe a rótulos nominais ou manifestações corporais externas. Ela é um constructo desenvolvido através da interação social e da aprendizagem coletiva; é a categorização cognitiva de sensações interoceptivas que o indivíduo aprende a nomear e a operacionalizar com base em modelos sociais repetidos e internalizados pelo cérebro."

Quem olha para trás vê o passado esquecido.
Um tempo que já não vive em nós, mas permanece vivo na memória dos outros.
O que foi deixado de lado, o que não quisemos carregar, encontra abrigo em lembranças alheias.
O passado não desaparece — ele se transforma em silêncio, em cicatriz, em história contada por quem ainda se lembra.
E é nesse contraste que mora a verdade: aquilo que esquecemos não deixa de existir, apenas muda de dono.
O esquecimento é escolha.
A lembrança é resistência.
E entre os dois, o tempo constrói sua própria justiça.

A esperança às vezes ilude mas torna a vida um pouco mais suportável.

Eu não perco a esperança no dia de amanhã por tudo aquilo que não deu certo hoje.
Nada como um dia após o outro, e a fé no bem, acima de tudo.

Despertarmos pra vida, é como acordarmos de um pesadelo, mas percebermos que ainda temos tempo para voltarmos a sonhar.

Um brinde a todos os fins que possibilitaram novos começos.

⁠Aquele Lago

Aquele Lago de águas tão transparentes como uma vitrine,
A manifestar-se como um líquido céu azulado.
Ele dedica-se a saciar a sede de todos ao seu redor
Enquanto seus peixes e plantas aquáticas disputam suas águas doces.
Cada um puxando mais para o seu lado.
Tão líquido e transparente, mas envolto de recursos geniais.
Um Lago formoso, o maior dos patrimônios naturais!

Não há
outra maneira
de se desejar o bem,
se não tiver
um coração puro,
livre de todas
as mágoas
e ressentimentos.
03/10/2018

falar é fácil agora sentir não
pedem desculpas como se mudasse algo mas é como partir um prato e pedir desculpa o prato não vai voltar ao normal e pedir desculpas a uma pessoa não vai mudar o facto que doeu e que pareceu que nos estavam a arrancar o coração
a vida tem altos e baixos e por vezes parece que não tem saída
um relacionamento é feito a dois não a um e se só uma pessoa tentar não é amor
claro que todos temos maneiras deferentes de demonstrar e todos temos maneiras diferentes de agir ás situações
errar é humano ninguém é perfeito mas se pensasse mos antes de falar ou pensasse mos antes de agir se calhar evitava mos tanta coisa
mas nada na vida acontece por acaso tudo na vida tem um propósito, ninguém aparece na nossa vida por acaso ás vezes aparecem para aprendermos , ás vezes para crescermos…
tudo o que acontece na nossa vida e todas as pessoas que aparecem nela é uma lição é um propósito
temos de deixar fluir
Deus tem algo muito grande e bom guardado para nós
deixa tudo nas mãos de Deus ele sabe o que faz confia nele
vai tudo ficar bem
a seguir de uma tempestade vem um dia cheio de sol e os dois misturados dão um arco-íris não se esqueçam

Se é um dom eu não sei, mas que eu preciso escrever eu sei.

se me perguntassem á um tempo atrás diria que jamais faria algumas coisas mas com o tempo os nossos gostos, os nossos objetivos vão mudando.
e eu cheguei a um momento da minha vida que quero focar somente em mim.
mesmo que para isso tenha de fazer coisas que me doam um pouco

⁠Nunca traga seu passado à tona novamente, um passado que não te fez bem, um passado que te trouxe limitações, um passado que te entristeceu de várias formas. Ter atitude para dar um ponto final nisso fará toda a diferença na sua vida,
Tenha amor-próprio, nunca se esqueça disso.

⁠Seria um erro gravíssimo meu e um erro irreparável te comparar com outra mulher na face da Terra. Não tem como comparar esse sorriso, esse cabelo, esses olhos, esse jeito meigo que só você tem.