Amiga te Conhecer foi um Prazer
NA VIA LÁCTEA RUMO AO INFINITO:
Cuidado! Um astro à direita, desvie-se dele.
Depois poeiras piscantes, não se ofuscar.
Sem perder a rota!
À esquerda, muitas estrelas escapam da órbita. Nem olhar!
É só seguir em frente.
Cada novo dia é um recomeço efêmero para quem ama.
Porque no amor não existe exatas...
Somente indefinidos
_____Leonice Santos
Deixei-me levar por um minuto
A viajar na linda escultura
Um pincel em peso bruto
Deixou-a dourada nas alturas.
Quando a seu tempo, a fase pejada deu a Lua.
Sinto um aroma vindo do sul.
Me desperta pequenas porções da alma.
Meu olhar de sol e orvalho, suspende uma petição:
PODEM OLHAR MEU POEMA SEM PRECONCEITO?
Porque este respeito não se compra em farmácia.
Pois minha poesia é um andarilho em valas, aldeias e trapos.
Quando não, anestesiada em castelo primaveril, tropeçando em brilhantes de conchas, afinando a orquestra do lume, relaxando a navalha das palavras, e num florescer ardente, colorindo a silhueta de mim.
Soltei a moldura da viagem para sentir as réstias da realeza, que me agigantava nas magens dos sonhos, e num tratado de vida, respirei.
Rabiscos de Poesias Lema ....Leonice Santos.
A memória deste novo dia não pode morrer...
Deixe que um detalhe eternize,
Uma lembrança transborde,
E a composição divina da luz de hoje, seja um estigma, na história de quem sabe viver.
Eu só quero ter um olhar manso sobre o dia que cai, a hora que vai...
Só quero ver a beleza do encontro inesperado, num mundo vituperado...
Ciente que de Deus vem o carinho...
Entre flores e espinhos...
Ariado e no caminho...
Na calmaria, no redemoinho...
Seja sóbrio ou no vinho...
Nos farrapos e no linho...
Porque a vida não nos trouxe só para âncora, mas também para um reboliço de mar azul.
Leonice Santos......🕊️🌷🎼🦋🫀🍄
CÉU: Galeria de artes diferenciada e sem repetições, tentando expressar que apesar do caos, tudo um dia se encontra, como eu e você. ♥️♥️
Por um tempo me ausentei das pessoas. Não para que elas sentissem a minha falta, mas para que eu não sentisse mais a falta de mim mesmo.
As águas de um rio não se tornarão potaveis, simplesmente por você deixar de despejar esgotos e lixos em seu leito. Do mesmo modo é o relacionamento!
Deixar de praticar maus comportamentos não vai restaurar a confiança e reacender a chama do amor. Para isso, é necessário remover os agentes tóxicos anteriormente lançados, e isso pode levar muito tempo.
Então se apresse! Assim como as águas, o relacionamento também pode morrer por sua negligência.
Vivemos em um mundo onde a intolerância tem se tornado cada vez mais comum, e muitas vezes as pessoas são julgadas e até mesmo discriminadas por sua postura, crenças ou opiniões.
No entanto, é importante lembrar que todos nós temos o direito de pensar e expressar nossas ideias livremente. Ninguém é obrigado a concordar com a visão do outro, mas é fundamental respeitar e reconhecer a validade da sua perspectiva.
Afinal, a diversidade é uma das maiores riquezas que temos como seres humanos. Cada um de nós traz consigo uma história, uma vivência, uma bagagem que moldam nossa maneira de ver o mundo. E isso é algo que deve ser celebrado e não combatido.
Portanto, não se trata de impor nossa opinião ou tentar convencer o outro a mudar de ideia, mas sim de conviver em harmonia, aceitando as diferenças e valorizando a individualidade de cada um.
Lembre-se sempre que ninguém precisa "vestir" a sua opinião para que ela seja importante. O respeito à diversidade e a busca pelo diálogo são atitudes que fortalecem a sociedade e nos fazem crescer como seres humanos.
Pense nisso e seja sempre um agente da tolerância e da paz.
Escolher com sabedoria onde colocar nossa atenção é um ato de autocuidado. A paz é essencial para o equilíbrio emocional, e isso inclui afastar-se de conflitos desnecessários e preocupações que não estão sob nosso controle. A reflexão “Se não traz paz, lucro ou propósito, não dê seu tempo, energia ou atenção” nos convida a rever nossas prioridades.
Será que as pessoas com quem convivemos e os projetos que assumimos nos ajudam a encontrar paz? Eles nos proporcionam crescimento, seja financeiro ou emocional? Estão alinhados com os nossos valores e objetivos de vida? Quando passamos a filtrar o que merece nossa dedicação, começamos a encontrar um equilíbrio maior.
A paz interior não se negocia, o lucro pode vir em várias formas – não apenas monetárias – e o propósito é aquilo que nos dá motivação para seguir em frente. Se algo não contribui para nenhuma dessas áreas, talvez seja hora de abrir mão.
Imagine que somos a maior empresa de nossas vidas. Nesse cenário, somos ao mesmo tempo funcionários, gerentes e patrões. Como funcionários, desempenhamos nossas tarefas diárias; como gerentes, tomamos decisões sobre onde investir nossos esforços; e como patrões, somos responsáveis por garantir que o ambiente de trabalho — nossa própria vida — seja saudável e produtivo.
Se algo não contribui para nossa paz, não traz retorno positivo (seja em forma de aprendizado, crescimento ou benefício financeiro) ou não está alinhado com nosso propósito, estamos, na verdade, fazendo um mau investimento. E como gestores dessa empresa pessoal, devemos ser criteriosos em relação a onde direcionamos nossos recursos.
Adotar essa mentalidade de gestão pode nos ajudar a manter o equilíbrio, a melhorar nossa produtividade e a garantir que estamos vivendo de maneira alinhada com nossos verdadeiros desejos e aspirações. No final das contas, ao cuidar bem de nós mesmos e fazer escolhas deliberadas sobre como investimos nosso tempo e energia, estamos construindo uma vida mais rica e significativa.
A chave é estar sempre atento a esses três critérios — paz, lucro e propósito — e usá-los como guia para tomar decisões que promovam nosso bem-estar e realização pessoal.
Setembro Amarelo
Que setembro não seja apenas um mês,
Mas um abraço que dure o ano inteiro,
Pois a dor que se esconde em silêncios,
Precisa de um olhar verdadeiro.
Que a saúde mental seja mais que um tema,
Seja um lar para corações aflitos,
Onde palavras possam ser ditas,
E os sentimentos, compreendidos.
Que o cuidado não termine em outubro,
Nem a escuta se perca na pressa,
Que o acolhimento seja constante,
E a empatia nunca se esqueça.
Pois todo dia é tempo de ouvir,
De estender a mão ao que chora,
De lembrar que o amor é o caminho,
E a vida, um presente que aflora.
Que setembro pinte de amarelo,
Não só o mês, mas a consciência,
Para que todos sejam farol,
Na escuridão da indiferença.
E que cada palavra de afeto,
Seja um sopro de esperança e luz,
Para que ninguém se sinta só,
E a vida, enfim, reluza.
Vivemos em um mundo de infinitas possibilidades, onde tudo parece estar ao nosso alcance. Mas, nessa abundância de opções, muitas vezes nos esquecemos de um princípio essencial: ser seletivo. Ser seletivo não significa fechar portas, mas escolher com consciência o que deixamos entrar em nossas vidas. E essa escolha define não apenas o que somos, mas o que nos tornamos.
Ser seletivo é valorizar seu tempo, seu espaço e sua energia. É entender que nem tudo o que brilha é ouro, que nem todo convite é uma oportunidade e que nem toda companhia é uma conexão verdadeira. Ser seletivo é filtrar, é dizer “não” quando necessário, mesmo que isso pareça difícil ou impopular. Porque, no final das contas, cada “não” bem colocado é um “sim” para algo maior, algo que realmente importa.
Imagine sua vida como um jardim. Se você planta tudo o que aparece, sem critério, o que brotará? Um campo de ervas daninhas, onde as flores terão dificuldade para crescer. Mas, se você escolhe com cuidado o que plantar, rega e cuida, o que florescerá? Um jardim harmonioso, cheio de vida, beleza e propósito.
Ser seletivo é esse cuidado. É entender que algumas pessoas, oportunidades e experiências são temporárias, e que está tudo bem deixá-las ir. Porque ao ser seletivo, você cria espaço para o que realmente importa, para o que traz significado e crescimento.
Então, seja seletivo. Escolha suas batalhas, suas amizades, suas palavras. Escolha onde colocar sua atenção, sua dedicação, seu amor. Porque a vida é curta demais para ser vivida no piloto automático, sem critério. Faça de cada escolha uma decisão consciente. E lembre-se: o que você não escolhe, escolhe por você.
Não há muros altos o suficiente para nos proteger de nós mesmos. A liberdade é um espelho sem distorções, um reflexo cruel daquilo que escolhemos ser.
E talvez o verdadeiro inferno não seja a liberdade em si, mas a nossa incapacidade de vivê-la sem nos dilacerarmos por dentro.
O inferno não é fogo, não é tortura física, não é um castigo divino. O inferno é olhar para dentro e ver um vazio imenso, sabendo que somos os únicos responsáveis por preenchê-lo. O inferno é a consciência de que poderíamos ter sido mais, feito mais, sentido mais, mas muitas vezes escolhemos o conforto do conhecido, a ilusão do controle, a paralisia do medo.
"Somos livres, e este é o inferno". Porque a liberdade nos coloca diante de um espelho cruel, onde todas as escolhas são nossas, e todas as consequências também. Não há um carrasco invisível nos forçando a nada — somos nós mesmos os algozes da nossa existência.
O inferno não é um lugar distante, ardendo em chamas míticas. O inferno é a consciência de que poderíamos ter feito diferente — mas não fizemos.
Vivemos tentando preencher um vazio que só cresce, buscando sentido em um mundo onde tudo parece efêmero. Criamos metas, relações, crenças, nos apegamos a ideias e ilusões para não encarar o fato mais aterrador: estamos sozinhos dentro de nós mesmos. Podemos ter tudo e, ainda assim, nos sentir vazios. Podemos conquistar o mundo e perceber que ele nunca foi o bastante. Porque a liberdade nos permite querer, mas nunca nos ensina a ser satisfeitos.
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