Amiga te Conhecer foi um Prazer
A serpente de um amor tóxico, envenena a pureza de um coração apaixonado... Fico odiando com intensidade, o teu lindo olhar, fico odiando o teu sorriso alegre, fico odiando tudo de ti, fico também odiando a minha alma por tanto e tanto amor que te tenho.
Eu moro na cidade, a minha natureza é o barulho típico da cidade, mas todas as manhãs um bando de passarinhos vem à minha janela fazer-me sentir a sinfonia que eleva meu espírito e empresta-me a sensação de liberdade porque afinal só os pássaros são efectivamente livres sempre que batem as suas asas voando para o desconhecido. foi um desses pássaros que levou o meu recado de que " você é o meu antigo novo amor".
A natureza e a minha mulemba, gigante de caule com um diâmetro de tamanho incalculável, folhas verdinhas nos seus altos galhos que só uma girafa multiplicada pode delas se deliciar. A sua sombra convidativa oferece um tapete verde de grama com o solo infértil de qualquer de qualquer semente, é somente para grama!... A natureza e a minha mulemba.
O meu amor é espontaneamente liberal, ninguém o força como se se tratasse de desejo de um general ou de um governante ou mesmo de um príncipe. Os generais sobreviventes de inúmeras carnificinas, deixando a podredão de lagoas de sangue não conquistam o coração do amor que não se deixa subjulgar.
Tens um jeito especial, é muito bom te amar, o teu jeito encantador me atiça e faz-me desejar conhecer o teu corpo e poder te sentir, fico excitado e percorro as linhas das tuas curvas sem pudor, fico com a imaginação fértil e a noite com as suas estrelas e lua ficam ao nosso governo. É tudo muito mágico.
O solfejar de um general que ama fazer coisas perigosas: Navegar sobre um mar de tubarões, conduzir na contramão, ultrapar sobre a linha contínua e amarela e embriagar-se antes da partida com solfejo de geral nebulado com coisas perigosas entre os lábios semi abertos, gosta fazer coisas perigosas. Amor ardente com as suas misteriosas maravilhas de um perigo eminente.
Na busca de um ano novo
Acordei com a casa a cheirar a padaria e pensei comigo próprio; És o decreto, haverá pão com fartura. Não tardou começou a soar o trus-trus-trús, feliz ano novo, o trús-trús, estamos a procura de emprego, o trús-trús, ajuda-me com algo para comer, trús-trús, a minha filha está sem nada para comer, a minha mulher abandonou-me e a sogra não quer saber da menina de dois anos e neste instante o bondoso coração da vizinha acolheu a menina enquanto mendigo. Fiquei sensibilizado, dei a volta a casa e o cheiro da padaria não tinha deixado pão, então percebí que por decreto não se muda estados e que é preciso que as pessoas se permitam aos seus desejos. Fechei a porta com o coração partido.
Ela é um anjo em forma do céu, amar suas curvas, são ventos que me afagam, em sussurros submersos no espaço, no plano geo-estacionário, clamo, para ao meu resgate você vir, sem manto, sem água, você vir acolher-me numa sombrinha com as minhas feridas de graus diferentes na profundeza da alma, vem sem magoas, sem alardes, sem recordações, vamos construir os novos momentos que fazem nós dois.
A sua alma decorada por um jardim cheio de lindas flores, com flores jamais colhidas por almas sem dó. Porque até o inverno trás para o presente primaveras, com rosas cheias de amor e colorem o amor, com rosas vermelhas cheias de paixão e exalam paixão, no meio com rosas amarelas com a sua mágica sedução, e todas elas lideradas pela brandura de rosas brancas para que o coração sinta paz ao entregar-se a um novo amor.
Uma xícara de café quente para um coração frio, uma xícara de café fresco para um coração que entrega as suas energia de luta ao suor que rompe com os poros fechados e faz escorrer rios no rosto e transforma as axilas em fontes de água, uma xícara de café quente para animar o espírito criador que se esconde na sombra da preguiça, uma xícara de café para a vitória ser certa, uma xícara de café para a luta continuar.
Um pensamento, um enredo, uma paixão, um amor , um beijo que se perde na armadilha do broadcast, deixou-me tonto mesmo sem precisar usar a língua, foi um selinho, o selo a marcar a sua presença na minha boca e despertar amor, agora com a chama acesa o amor está a queimar-me por dentro, diz-me que dedicou e que não foi sinal espalhado.
Reprimí a grandeza de um sentimento, a mente ficou sem recuar, criei um pántano dentro de mim, procurei pelo motivo mas hoje a barreira foi transposta, é amor que não se deixa fechar, rompeu a barreira, agora amo-te porque te amo e isso me basta, não me peça explicações.
Tens um passado que te compromete, mas eu não me importo com o que dizem por aí, o teu mundo começará quando ao meu lado sentires que és feliz, começarás a viver quando apaixonadamente nos beijarmos, quando sentires a sua mão na minha como dois amantes eternos.
Neste mês de Maio sentimos-nos tocados com o amor de mãe, um amor paciente, amor bondoso, amor não invejoso, amor não chantagista nem orgulhoso, é sempre o amor de mãe não rude nem egoísta, é o amor puro que não guarda rancor (Coríntios 13:4-5).
Seduzidos pela noite, um toque especial, as taças de vinho formam circulo e no canto da sala a lareira ardente a aquecer os corpos anestesiados pelo vinho, frio nos corações, cada um com os seus pensamentos escondidos em sobretudos, no centro uma mulher linda de cabelos soltos com o pensamento pelo mundo a busca do que lhe anima a vida, o amor desencontrado...
Era divertido mas as horas demoravam a passar, o jogo de futebol terminava, cada um com a sua flor, elas eram muitas no nosso jardim, a escolha era facultativa, não eram lótus, silêncio, um mar de rosas, os olhos de todos aterravam sobre as pétalas da pequena flor, todos trémulos a palpitar a esperada hora H, é chegada a hora, são 6:00 e as pétalas feixam-se, as vozes sintonizadas gritavam; seis horas, todos para o terço. Era o nosso relógio, o motorista ia para casa do gerador pôr a máquina a trabalhar e iluminar as casas, as ruas e a igreja até o envelhecer da noite. A flor tem um nome e se chama Seis Horas.
Um empreendedor não compra formulas, cria formulas e demonstra-las. É só para dizer que singularizar sectores funcionais é criar desempregados sem necessidade. O país precisa de criadores estimulados e não de negociadores que vão atrás dos meios de produção colectivos ambicionando os lucros garantes do salário de muitos trabalhadores endusiasmados. Fazer do ministro uma fonte de receitas para o estado e para as famílias não é pecado, cada ministério com as suas empresas geradoras de riqueza. É tarefa do executivo manter e aperfeiçoar colectivamente o negócio do estado e conceber projectos exequíveis do tamanho dum país.
O que se espera de um governo: "Não é sobre ficar rico, é sobre comer bem, é sobre ter uma habitação, é sobre poder pagar as contas em dia, viajar e viver em paz".
O Tipo é um gênio, tem uma inteligência emocional fora do comum, talentoso e não deixa nada por fazer onde estiver. as lições de casa são as primeiras a serem feitas, é resiliente e isto faz-lhe especial, observador e conclusivo, disseca os assuntos com a lógica reduzindo os raciocínios às formas de álgebra mais simples (1+1=2).
Alguma razão para te amar? Penso que sou um ser racional, mas o meu coração irracional sabiamente vai me conduzindo para este amor e fico feliz, mas a razão deixa-me sofrer. Quero apaixonar-me por ti para me completar e ser a pessoa mais feliz do mundo.
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