Amiga te Conhecer foi um Prazer
Mar Grande (um dia...)
Mar de mágico vibrar
Tens a voz da terra tens no ondular
E eu aqui pra te pescar
No vazio da boca, ter o mar
Encher vazio, nascer o mar
Sentir vazio, correr pra lá
Encher vazio nascer no lá
Lado de dentro do olhar
Mar vem me chamar
...e eu vejo em ti a minha mãe
Ao ser somente ouvidos pra me ouvir
Vem me derramar
Vem captar ondas no ar
Desfolhando o silêncio até a luz
Grande Mar Grande Mar
Só gosto do que é verdadeiro.
Tenho os dois pés atrás com quem tem sempre um elogio a fazer, com risadas forçadas. Gosto de diplomacia, de respeito. Há um limite. Aquele bom tratamento na medida que se faz a qualquer pessoa que você sequer conhece e que deixa uma ótima impressão.
Dissimulação, não.
Se eu tivesse num daqueles filmes "Premonição" eu dava um tiro na minha cabeça só pra dizer pra morte quem é que manda.
Eu não tenho medo do amanhã, o hoje já tem sustos suficientes pra qualquer um sentir-se frágil, pouco, insuficiente, finito. Só que pra quem tem ouvidos, há um grito de vida, da vida, tão intenso, que não só acalma quanto impulsiona. Eu ouço a vida me chamar pra luta, não vou ficar parado esperando o nada, que é tudo o que o medo tem pra oferecer.
Não, não quero choro nem vela, quero no rosto um sorriso sincero e nos olhos lágrimas de felicidade.
Os melhores momentos, são aqueles em que, sentimos a vida em grande plenitude. Um breve espaço em que esquecemos o passado e não programamos o futuro
Um poema a te entregar
"Fiz um poema pra você, mas não tive coragem de te entregar, pois nele eu confeço todo o amor que sinto por você. Eu me entrego inteiramente e cegamente e isso, como eu, você sabe que é um perigo, é abrir a porta para o sofrimento, me perdoe, ainda não consigo me entregar a ti inteiramente, mas irei guardar este poema, quem sabe um dia você o encontre e descubra o quanto te amei, mas tinha medo de dizer"
Eu cresci, mas ainda peço a Deus um pouco de malandragem e uma pequena dose de coragem,pois sou sim, covarde.
Como um meio observador, embora não sem razão, notei os fios queimados do seu cabelo amanhecido. Tão bela era aquela criatura com montanhas nas sobrancelhas e estradas nas costelas...
Busco um equilíbrio que tire totalmente minha razão, mas que ao mesmo tempo me certifique de que era exatamente isso o que eu procurava.
Às seis horas da manhã terá um banco vazio na padaria, ao lado da máquina de café.
O jornaleiro encostará sua bicicleta no prato do dia e trará algumas maçãs velhas para o passarinho da senhora de cabelos tingidos.
Será uma manhã laranja, dessas feito primavera. Dessas que arrepiam os ombros.
"Um pingado, meu Senhor"
Na mesma intensidade com que a criança rabiscará o bloco de notas, o fluído esquentará o copo quadriculado, que escurecendo os olhos, causará rachaduras nos lábios enquanto se transforma numa mistura homogênea e clara, clara como o leite.
Será uma estranha maneira de sentir paz.
Será como o homem correndo em plena avenida, como os pés seguindo para o trabalho, como a música nas janelas dos ônibus.
Às sete horas da manhã, ainda terá um banco vazio na padaria, ao lado da máquina de café.
A moça de preto pintará os olhos timidamente em seu espelho quebrado e o homem bocejará ao olhar o sinal vermelho.
O sol refletirá no toldo amarelo, agora com mais fervor, arrepiando também a espinha. Será possível ouvir a mangueira molhando o quintal e a ambulância atropelando o meio fio.
O banco vazio na padaria será tomado por belas calças importadas, de um azul raro, sandálias vermelhas. Será uma estranha forma de sentir paz, uma vez que o vazio fará ser notável os detalhes, e incontestavelmente, a presença.
Os dias serão reais como a espera. A espera de que às seis horas da manhã, talvez num dia cinza, desses de inverno, seu jeans desbotado ocupe o banco vazio da padaria.
Gostaria que teus lábios me causassem lágrimas, e que procurássemos conforto na neblina de um abismo (agora sinto o vento cortando o espaço entre nós)
E embora eu possua apenas dois gelos e um copo d'água, quero te convidar para um jantar em minha sala de estar. Não quero expandir meu olhar nem capturar sua expressão: Nossa relação será sólida.
As taças continuarão no armário enquanto não houver amor: Guarde este vinho, não será preciso.
O meu "jeito" que é visível às pessoas, é só um túnel entre o meu real EU e o indivíduo a me observar.
A vida nesse mundo é um fardo, cujo qual é pesado demais para alguém que nem pediu para chegar até aqui!
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