Amiga Mensagem Ana Maria Braga
A minha tarefa é a de me amar, por isso cuido de mim, elogio-me, brindo a mim própria e comemoro os meus fracassos e os meus sucessos.
A paciência é a rainha que coloco no trono, pois aprendi com ela a saber esperar e a possuir uma maior compreensão do mundo e de mim mesma.
Com a alma no coração pedi a Deus que te desse a MÃO e a não largasse nunca mais, porque só Ele entende o que tu sentes e só Ele pode fazer o melhor por ti.
Se te souber bem, em paz e feliz, meu bem, serei mais feliz ainda e eternamente grata ao Senhor.
Com as pedras que colocas nas minhas mãos construo uma ponte segura para poderes vir até mim quando te cansares.
Existe uma mulher na minha vida cujo rosto está sulcado de rugas e, em cada uma delas, encontro uma carícia que afago, venero e beijo. A esta mulher dei o nome de MÃE.
Nascida no interior de África, parti de imagens e fatos reais, teci as minhas missangas e mergulhei no mundo de cabeça.
A questão da mentalidade de uma sociedade sem preconceitos e moralmente corrompida não tem a força suficiente para se apoderar de mim.
Surgem as primeiras claridades no horizonte e, finalmente, dirijo-me para o estado espiritual que sempre pretendi, a vertigem rara e inesperada de uma mulher cuja verdadeira origem é a de sentir diferente, de viver apaixonadamente e de ser a doce essência dentro da sua poderosa, particular e incontestável plenitude.
Se tivesses conhecimento, por um lapso do tempo ou por uma graça divina, do que tenho dentro de mim, decerto as tuas lágrimas passadas seriam risos presentes comigo.
Quando alguém investe numa pessoa que não retribui da mesma forma, gera-se um desequilíbrio emocional que é necessário travar. O lado que tudo entrega proporciona, sem querer, ao lado que tudo recebe, a indiferença e a acomodação. Então, a autoestima adensa-se como relâmpago curto e rápido de uma trovoada sem som, e aí se enraíza, se fortalece e se determina.
Ah, vida, como é deslumbrante o teu existir e como são maravilhosas as formas com que me presenteias e me delicias!...
A espera é sempre penalizadora, mas, quando é vivida com vida, com fé e com amor, torna-se simplesmente divina.
Uma chama autêntica, um aroma verdadeiro, uma cor deslumbrante, a centelha que resistiu à racionalidade.
Li nos livros o conhecimento do humano transitório e das distâncias assombrosas de um instantâneo pensamento, por isso pude, enfim, continuar a constatar que o meu bem maior e mais precioso sou eu.
Que eu possa sempre cuidar das amizades que me amam e me querem bem e que eu sempre possa entendê-las sem necessidade de nada falarem e de nada expressarem.
Se existe algo de que me orgulho, é nunca ter atrapalhado a vida fosse de quem fosse, e isso deixa-me franca e relaxadamente feliz.
A ousadia desagradável é sobre a verdade e sobre a mentira.
Chega uma hora em que é preciso fazer algo propositado que escandalize todos, mesmo que isso te custe, mesmo que isso te arranque lágrimas enquanto o fazes, mesmo que isso - à partida - te destrua, não ao que conservas dentro, mas ao que exteriormente não é habitual e não esperam de ti. Serás silenciosamente censurada e verbalmente condenada. Poderás ler nas linhas das tuas mãos a desilusão e a deceção que causaste. Esquecerão tudo o que és e passarás a ser o que não és. É o momento de todos aproveitarem para partir, porque é assim que o esperas. É o momento, porque o originaste, ainda que propositadamente, e facilitaste a partida de quem apenas quer o perfume da tua vida. E então saberás. Se só queres o que for verdadeiro, saberás. Nem que a única verdade seja a tua.
[...] Eu sobrevivi até aqui, e nada mais poderá me atingir. Você não têm mais o poder de mim ferir. Mas, por favor fique longe. Sou humana e ainda te amo.
Não me procure, não fale comigo, não me olhe, não me toque. Ainda tenho fortes lembranças de você. E não sou tão forte. Por favor fique longe [...].
Mas, você preferiu fingir
Eu não consigo lutar contra a saudades de você
Tudo que perdi levou um pedaço de mim
Se aproxima o meu fim
Não quero me reerguer
Nem procuro sobreviver
Sim, eu desisto
Já não tenho nada pra acreditar
Onde está o seu olhar?
E as promessas que ele me fez?
Tudo se desfez
Eu não faço parte disso
Dessa mentira, dessa hipocrisia
De tudo que você fingia
De todas as juras sem razão
Que faz sangrar meu coração
Sabe, não era necessário
Eu te amaria de qualquer forma
De verdade e com toda minha alma
Mas, você preferiu fingir
Não me venha agora pedir pra seguir
Eu não quero ir a lugar nenhum
Me deixe aqui
E nunca mais se aproxime de mim
Leve pra longe sua boa intenção
Eu sei o que ela fez ao meu coração
Seja como for
Tenho pensado muito em tudo que aconteceu
Apesar de ti culpar
E não querer aceitar
Sei que a culpa não foi minha, nem sua
Quem sabe da lua
Essa tal que teima em iluminar a escuridão dos nossos corações
Que faz a distância se aproximar
E os incrédulos acreditar
Essa mesma que na noite fria faz queimar o coração
E com um único olhar nos rouba toda razão
Agora percebo, foi culpa da lua
Por isso não foi de verdade
E nem trouxe felicidade
Sei que você também acreditou
Nesse sonho também embarcou
Mas, não era pra ser
Tava escrito assim
Começo, meio e fim
Você distante
Eu arrogante
Um amor que não era bem isso
História sem final feliz
De verdade eu te quis
E sabe de uma coisa?! Ainda te quero
Seja como for, eu te espero...
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