Ameniza minha Dor
Quanta sorte tem quem é amado. Pelo contrário, não existe dor maior do que amar e ser desprezado, excluído. Esse que despreza nunca poderá dizer que amou...
"" Saudade é aperto no peito
se confunde com dor
mas no fundo saudade
é que sobrou de um grande amor...
" Chegará um tempo em que a dor será esquecida,
mas o sentimento bom,
esse será eternizado.
Ninguém fará esquecer,quem um dia foi amor...
" Geme a alma por alguns motivos
por amor
prazer e dor
e há quem diga que existe mais uma possibilidade
dizem que alma geme também
por saudade...
" Ruim é a dor,
pior é viver iludido
pensar no amor e ele ser sem sentido
melhor ser só
do que estar com alguém e não ser correspondido...
Contigo aprendi
que a dor tem que ser vivida
que a saudade é atrevida
solidão é real
resisti na esperança
me fiz criança
e brinquei de te amar
talvez isso tenha sido a diferença
porque todos que disseram que te amaram,
te usaram
e eu apenas te desejo
plena, sorrindo e feliz...
Se eu pudesse, arrancaria toda dor de ti
Se eu pudesse, traria só as belezas das flores para seus olhos
Se eu pudesse, traria mais sorrisos belos em seus lábios
Se eu pudesse, faria o sol brilhar mais
Se eu pudesse, roubaria a lua p ti contemplar
Se eu pudesse, traria suave musica para seus ouvidos
Se eu pudesse, faria as ondas do mar acariciar seus pés
Ser eu pudesse, andaria de mãos dada contigo, até mesmo na chuva
Se pudesse, dançaria descalça para ti
Se eu pudesse, te abraçaria agora e diria: vai ficar tudo bem.
—By Coelhinha
"A dor da perda de um ente querido...é como ter que amputar um membro seu...Com o tempo cincatriza, mais você jamais será o mesmo sem ele."
—By Coelhinha
"Do sofrimento surgiram as almas mais fortes; os maiores índoles. A dor não vem para a nossa destruição mais atuam para a superação. As almas mais nobres geralmente são aquelas que conheceram a dor e conseguiram transformá-la em sabedoria, empatia e grandeza."
—By Coelhinha
FRIDA, FOGO E CARNE
por Carina Gameiro
Frida não pediu permissão.
Fez da dor um estúdio,
do sangue um pincel,
e da alma, uma obra-prima.
Ela não amou leve.
Amou até quebrar os ossos,
até confundir amor e abismo,
até se tornar a própria pintura viva.
Chamaram de intensa,
mas era apenas verdade demais
para caber em molduras pequenas.
Frida era o grito que o mundo engoliu.
A flor que cresceu sob escombros.
O espelho que não mentia,
e por isso, revelava.
Ela não teve medo de ser humana,
nem de ser divina.
Fez do corpo o altar e a ferida,
do amor a ruína e o renascimento.
Frida era mulher antes de ser mito.
Era fogo, era carne, era cor.
E ainda hoje,
quando o medo tenta me domesticar,
eu escuto sua voz rasgando o ar:
“Pés, para que os quero,
se tenho asas para voar?”
“A Liturgia da Dor:
Quando Amar é Sofrer em Vida pelo Ser Amado”
Texto filosófico e psicológico.
Amar é sofrer em vida não por fraqueza, mas por excesso de humanidade. O amor, quando autêntico, carrega em si o germe do sofrimento, porque nasce do desejo de eternizar o que é efêmero, de reter o que inevitavelmente escapa. Amar é querer aprisionar o tempo no instante em que o olhar do outro nos faz existir; é suplicar à eternidade que não nos apague da memória de quem amamos.
Há uma liturgia secreta na dor amorosa. Ela purifica, depura, torna o ser mais lúcido e, paradoxalmente, mais enfermo. O amante vive uma crucificação sem sangue: carrega o peso invisível de um afeto que o mundo não compreende. Vive entre o êxtase e o abismo, entre o beijo e a renúncia. Freud chamaria isso de ambivalência afetiva: a coexistência de prazer e dor em um mesmo movimento da alma. Mas há algo mais profundo algo que a psicologia talvez não alcance, pois o amor, em sua forma mais elevada, é sempre um sacrifício voluntário.
Quem ama verdadeiramente, sofre antes mesmo da perda. Sofre por pressentir a fragilidade do instante, por saber que a ventura é breve, que o corpo é pó e que toda promessa humana é feita sobre ruínas. Esse sofrimento não é patológico, mas metafísico: é o reconhecimento de que a alma, ao amar, toca o eterno e, ao voltar à realidade, sente a mutilação de quem regressa do infinito.
Nietzsche, em seu niilismo luminoso, diria que o amor é a mais bela forma de tragédia, pois ele exige entrega total, sabendo-se fadado ao fim. Amar é afirmar a vida apesar do sofrimento, é dizer “sim” à existência, mesmo sabendo que o objeto amado um dia há de desaparecer. É um heroísmo silencioso, uma luta contra o absurdo.
Mas há também o lado sombrio o amor que se torna cárcere, o sentimento que se alimenta do próprio tormento. A psicologia o chamaria de complexo de mártir, mas o filósofo o vê como a tentativa desesperada de alcançar o absoluto num mundo que só oferece fragmentos. O sofrimento, então, torna-se o altar onde o amante consagra sua fé.
“Amar é sofrer em vida pelo ser amado” eis a verdade dos que ousaram sentir profundamente. É morrer um pouco a cada ausência, é carregar dentro de si a presença que já não se tem. O amor, quando verdadeiro, não busca recompensa: ele é em si o próprio sacrifício.
E talvez seja esse o segredo trágico e belo da existência: somente quem amou até sangrar conhece o sentido oculto de viver. Pois o amor é o único sofrimento que salva, a única dor que eleva. Quem nunca sofreu por amor, nunca amou apenas existiu.
Epílogo:
“Há dores que são preces disfarçadas. E o amor é a mais silenciosa de todas elas.”
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- Dor
