Amem sua Vidas
"Coisas simples e úteis para nossas vidas só foram inventadas recentemente. E estas coisas sempre existiram, só faltava alguém para descobri-las."
O Teatro Mudo do Amor
Vidas ligadas, mas pedindo socorro.
Um homem e uma mulher caminhavam ouvindo que a lei diz: quem compra a morte também deve morrer.
Mas será que você não percebe que nem tudo o que se ouve faz sentido?
Embora, às vezes, possa até parecer o correto.
Eu acreditei em um conto de fadas, mas acho que você foi um tirano.
Então, perdi-me em uma piscina de desilusões, onde até o seu quarto ainda fala comigo.
As mãos que antes andavam dadas agora estão rachadas.
Entre um homem e uma mulher, já não existe mais a confiança que deveria existir.
E foi assim que começou o teatro mudo.
O amor feliz não precisa de falas.
O coração em festa já grita sozinho.
E a desilusão também.
Porque existem silêncios que dizem tudo.
Palmas para mim.
A simplicidade se torna uma força ameaçadora para aqueles cujas vidas só fazem sentido no espelho da ostentação vazia.
As vidas foram destruídas, no plural, abarcando a existência física, mental e espiritual. Não me resta absolutamente nada.
Há amizades que chegam como salva-vidas improvisado. Não seguram a embarcação, mas dão tempo. Com elas aprendi a pedir socorro sem vergonha. O orgulho, às vezes, é coisa que afunda. E, por sorte, há mãos que nos puxam de volta.
Não se compare com as vidas editadas que você vê nas telas, pois ninguém posta o café derramado na camisa, a crise de ansiedade no banheiro ou a dúvida cruel que corrói a madrugada; a vida real acontece nos intervalos, no que é feio, cru e dolorosamente humano.
A Cura
A cura para muitos momentos ruins de nossas vidas é, na verdade, a companhia das pessoas certas — daquelas que amamos ter por perto.
É verdade que estar só, em alguns momentos, também pode nos curar. Mas, se ficarmos muito tempo no abismo da solidão, corremos o risco de ficarmos presos a nós mesmos.
Já a cura por meio das pessoas certas nunca será demais. Todo tempo próximo daqueles que amamos e que nos fazem bem é, na verdade, pouco tempo.
Se eu tivesse mil vidas, em todas elas eu gastaria meu primeiro fôlego tentando te encontrar de novo.
O meu coração não te reconheceu pelo rosto, mas pela memória de todas as outras vidas em que eu já te amei.
Valorizamos nossas vidas e as de quem amamos aqui e agora... O sábio reconhece que a moral busca a preservação da vida
Viajar é desdobrar a vida em duas vidas: uma que fica guardada na memória, outra que se projeta no futuro.
Manuel de Oliveira Lima
Vidas se repetem em gerações sucessivas, geralmente das piores formas.
E padrões de comportamento são difíceis de quebrar.
Amor é encontro de pertenças de almas, que se perderam nas vidas e nas mortes. Sem domínio, sem lugar, existindo apenas na liberdade de compartir o sentimento.
Sismografria das Almas
Beijo-te e sinto o peso de todas as vidas que viveram e morreram para que este instante existisse.
Somos partículas fugazes vestidas de desejo. E, no entanto, quando os meus dedos roçam a tua pele,
o nada torna-se tudo, o efémero torna-se infinito.
Tu és a prova viva de que o amor transcende a lógica fria das galáxias e dos átomos cegos.
O que sinto por ti não é emoção,
é geologia. Como placas tectónicas
que se movem nas profundezas do fogo e do mar
séculos antes de qualquer palavra.
Que o vento nos leve até ao fim dos dias, e que mesmo na escuridão final, reste o brilho de dois corações que ousaram ser inteiros. Porque amar é aceitar a gravidade da outra alma: escolher, no meio do caos, a beleza frágil e dizer ao vazio: valho a pena por ti.
“” Pessoas entram em nossas vidas por diversas razões
Algumas pela beleza física
Outras pelos encantos da alma
E ainda as que entram e fazem morada, no coração
E essas, só Deus para explicar por que ficam para sempre...””
“Cuidar dos mais velhos é deixar o Reiki florescer no coração. É tocar suas vidas com gratidão, envolver suas fragilidades com ternura e honrar cada passo que deram antes de nós. Amá-los até o fim é iluminar, com nossa presença, o caminho de quem um dia iluminou o nosso.”
