Amarracao para Tirar o Sossego de uma Mulher

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Muitos dizem “eu creio em Deus”, mas vivem como se Ele fosse uma ideia, não uma Pessoa viva. Conhecer a Deus não é saber sobre Ele, é ter um relacionamento real, profundo e transformador.


"Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor."
(Oséias 6:3)

⁠A vida é uma grande produção cinematográfica, pois diariamente nos dá a oportunidade de interpretarmos o papel que quisermos. Podemos ser protagonistas de nossas próprias histórias, escolhendo nossas falas ou podemos ser coadjuvantes, influenciando sutilmente o enredo. Cada dia é um novo roteiro em branco, pronto para ser preenchido com as nossas decisões e ações. A vida nos oferece um palco imenso, e cabe a nós decidir como vamos atuar nele. Somos os diretores de nossas vidas, e cada decisão que tomamos molda o enredo e define o desfecho. Que possamos, então, interpretar nossos papéis da melhor forma possível, aproveitando cada momento como uma cena única e especial.

Como dói estar aqui sozinha, nessa solidão ouvindo uma música que lembra nossos momentos.
Meu coração sente um desespero que não da pra controlar, lágrimas escorrem ao relembrar.
O coração chora por ter se permitido amar como te amo.
Luto todos os dias para te tirar do meu coração, dos meus pensamentos.
Sei que preciso da minha vida de volta, preciso tomar as rédias dos meus sentimentos.
Mesmo sabendo que é ao seu lado que eu quero estar, mesmo sabendo que o seu abraço me conforta, me protege. Suas carícias me consome, me leva a te . E que do seu lado, me sinto a pessoa mais amada do mundo.
Mesmo tendo a certeza que você é o homem perfeito pra mim. Que ao seu lado sou indefesa diante de seu amor.
Por que te amo e preciso de vc!

Prepotência querer entender todo o universo com uma razão, razão que não consegue entender nem como chegou nessa conclusão.

"⁠O jeito que você
Trata, e fala com uma pessoa
Fica marcado pra vida toda.

Poema Melancólico – Hemorragia da Alma


Eu te amei com uma fidelidade ingênua,
daquelas que a gente oferta sem cautela,
como quem deposita o coração inteiro
numa promessa frágil, de aparência tão bela.


Mas tu eras narcísica inconstância,
um vazio requintado em forma de gente,
um afeto de porcelana: vistoso,
mas que se estilhaça facilmente.


Eu, tolo, fiz vigília sobre teus silêncios,
buscando migalhas onde só havia desdém.
E cada gesto teu — tão miúdo, tão ínfimo —
era um corte discreto, mas profundo também.


Hoje trago no peito essa hemorragia etérea,
sangramento que não se vê, mas consome.
Um padecer sem alarde, clandestino,
que corrói o que resta do meu nome.


E percebo, enfim, com amarga lucidez,
que o amor que te dei, vasto, plúmbeo, inteiro,
não foi capaz de redimir tua secura,
nem de salvar meu próprio travesseiro.


Resta-me agora a cura lenta e austera:
recolher meus cacos com serenidade tardia,
e permitir que o tempo, senhor indulgente,
estanque o que sobra dessa triste hemorragia.

O niilista critica tudo, mas não critica o próprio niilismo, uma incoerência máxima.

Deus é uma velha gorda devoradora de almas, e no seu paladar insaciável ela prefere devorar sempre as almas mais espiritualizadas!

Deus não é luz, nem pai, nem abrigo. Deus é uma velha obesa, sentada sobre o acúmulo de séculos, devoradora de almas. Sua fome não conhece saciedade, e seu paladar é seletivo: despreza os vazios, ignora os medíocres, cospe os indiferentes. O que lhe dá prazer são justamente as almas mais espiritualizadas — aquelas que se purificaram, que se elevaram, que acreditaram. Quanto mais consciência, mais sabor. Quanto mais transcendência, mais apetite. A espiritualidade não salva: engorda o monstro.

Você não deve temer alguém que tem uma biblioteca e lê muitos livros; você deve temer alguém que tem apenas um livro, e o considera sagrado, mas nunca o leu.

O passado é uma hipótese, o presente é um fato, o futuro uma possibilidade.

Jesus não te ama. O amor é uma relação direta entre humanos que exige convivência e provas concretas; como ninguém possui evidências duma relação direta com ele, a conclusão é lógica: Jesus não ama ninguém!

Uma ideia impulsionada por uma paixão avassaladora é que faz germinar resultados.

Vivemos em uma estranha inflação emocional onde damos valor de ouro a palavras que não valem o cobre. Quando você permite que a opinião de alguém perturbe o seu sono, você está realizando a pior transação financeira da existência: está vendendo sua eternidade (o agora) por uma mercadoria estragada (o julgamento do outro).


​A opinião alheia é um produto de baixo custo, fabricado em série na subjetividade de quem mal se conhece. Por que, então, você aceita pagar esse "cafezinho" com o capital mais escasso que possui: a sua lucidez? Quem muito se importa com o ruído da plateia acaba se tornando apenas um eco do que os outros esperam, perdendo a própria voz no processo.


O caos do outro é um empréstimo com taxas abusivas. Quando você tenta "explicar" sua vida para quem não quer entender, você está financiando o desequilíbrio alheio com os juros da sua ansiedade. É como tentar apagar o incêndio do vizinho usando o oxigênio que você precisa para respirar.


​O seu coração não é uma praça pública; é um santuário. No santuário, não entra quem quer, entra quem é convidado. O ruído da plateia é passageiro, performático e, acima de tudo, irrelevante para a sua construção interna. O silêncio não é ausência de som, é a presença total de si mesmo.

O mundo é como uma montanha e deus está no topo.
cada religião/país sobe essa montanha de diferentes ângulos, o deus pode ser o mesmo, mas cada religião/país ver ele com um ângulo totalmente diferente do seu deus.

Inventar mentiras sobre alguém é uma forma de vingança ⁠

É fundamental manter uma vida de integridade, santificação e constante busca pelo Espírito Santo para ser verdadeiramente sensível à Sua Unção, como demonstra uma vida marcada pela ordem e pelo fervor espiritual.

Prefiro o silêncio que uma falsa declaração de amor, melhor ele intacto que quebrado de qualquer jeito.

Solidão é uma bruxa velha embriagada com uma porção dançando com o tempo.

Domingo é dia de arrumar algumas gavetas,
Em uma delas adivinhem,
Está a saudade com vontade própria.