Amar Realmente uma Mulher

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E talvez amar de verdade seja isso:
aceitar que certas dores não pedem cura, apenas pedem um lugar seguro no peito, onde a esperança possa, enfim, descansar.

Porque amar nunca foi sobre equilíbrio, foi sobre entrega —
e eu sempre te amei
com tudo que o mundo nunca viu.

Hoje entendo: amar você
foi trabalhar por um salário que nunca veio.
No fim, a única coisa que conquistei
foi aprender que sentir não garante direito ao final feliz.⁠

⁠E dói saber que não falhei em te amar,
falhei apenas em ser suficiente.
No amor, não vence quem mais se doa
— vence quem o outro sente.

Não perdi porque amei pouco,
perdi porque amar não garante lugar.
O coração não premia quem insiste,
ele só decide quem vai ficar.

amar
apesar
do barulho

Já fui ferido por quem dizia me amar, e aprendi a me amar primeiro.

Quem sobrevive à dor, aprende a amar devagar.

Amo tanto que dói. Mesmo assim, não sei amar menos.

Deus me ensinou que amar é também saber partir.

O amor não é ausência de dor, é persistência mesmo doendo. Amar apesar da dor é persistir na construção, mesmo quando o alicerce treme.

A alma quebrada aprende a amar com cuidado, quem sofreu cuida das feridas alheias com ternura, os gestos pequenos viram cura verdadeira, amar com cuidado é gesto que reconstrói.

A verdadeira força está na vulnerabilidade de amar sem exigir garantias, entregando-se ao risco da bondade.

O check-up interior revela que a maior doença da alma é a incapacidade de amar e se entregar.

A nostalgia é um luxo perigoso que nos impede de amar o presente em sua imperfeição crua.

A beleza do ser reside na sua imperfeição, no seu jeito torto de amar o mundo.

Se a vontade de me amar existe, que ela seja um rugido e não um sussurro envergonhado. A hesitação é um freio de mão puxado na subida, e eu não posso carregar o peso do teu "e se" enquanto tento te salvar da tua própria maré baixa.

Um coração ferido ainda sabe amar, mas ama com olhos atentos, não entrega tudo de uma vez, mas também não fecha as portas, ama com sabedoria.

Prefiro a agonia deste tormento de amar do que a paz fria de um coração que nunca pulsou.

Amar é, por vezes, aceitar o outro como inverno. Sabemos que virá friagem, talvez geada, talvez neve. Mas também há a claridade cortante dos dias limpos. Aceitar é vestir-se de fibra para enfrentar o frio. E ainda assim, entregar-se ao calor raro é risco necessário.