Amar é: frases que revelam o verdadeiro sentido do amor
Odeio amar você
Enquanto olhava nos meus olhos, ele falava mentiras tão belas.
E em pensar que tudo foi ilusório, pro meu coração você fez um velório.
Ele me empurrou pro fundo do poço, e me deixou com as cordas no pescoço.
Eu dei amor com intuito de receber, eu deixei de me amar pra poder amar você.
Mas tudo que acontece vira um aprendizado, e eu acho que me apaixonei pelo amor errado.
Te odeio por ter me feito sofrer.
Me odeio por amar você
o pior do amor nao e amar e nao ser amado ,mas sim acreditar ,confiar em alguen que voce nunca deveria ter confiado .
Outrora falaste que és culpa minha por te amar?
Se fosses tu que me fizeste tropeçar no teu sorriso.
Imagine você, seu filho e o próximo: fazer brotar o 'amar ao próximo como a si mesmo' sem a Bíblia - isso é, de fato, muito sábio. Do contrário, com a Bíblia, você apenas lê, mantém o conteúdo seco na mente e o racionaliza; quando o que você busca é fazer brotar, reinteligir para impregnar na alma
"Amor é substantivo que dá nome ao sentimento. Amar é verbo! Relacionamentos se constrói com ação de ambos os lados! Sentimentos se vão se não há construção equilibrada de ambos os lados!" (CH² mentor de Alta Performance e Relacionamentos)
QuinAmar o amor do Arraiá
Mariinha, moça formosa e bonita de lascar. Todos em Tracunhaém só são elogios pra moça, dizendo que é a mais linda do lugar e quem se meter em apostar em outra moça vai se ferrar.
Muitos concorrentes querendo o coração dela conquistar, mas a bela já tem um, que seu coração fez acelerar, todos tentam de todas as maneiras, mas em vão tentar.
Quinzinho, rapaz humilde e respeitado no arraiá. Pouca formosura, mas respeito e valentia se faz sobrar, por tudo isso fez a bela Mariinha se encantar.
Numa noite de festa nos arredores, fez os dois uma prosa começar, conversa pra lá e pra cá, entre sorrisos e olhares o amor começou a brotar.
Não tardou muito pra Quinzinho a mão da moça, pedir pra casar e em questão de dias, o casamento veio se confirmar.
Quinzinho e Mariinha formaram a família mais linda e respeitada nas bandas daquele arraiá.
As autoridades do local nada gostaram, pois seus filhos eram merecedor daquele amor.
O Prefeito com seu filho patricinho e esbanjador, achava que podia comprar seu amor.
O Delegado com seu filho metido ao tal, arrogante e lutador, queria porque queria ser o dono daquele amor.
O Padre que não tinha filho, mas por conveniência opitava pra os filhos das autoridades Mariinha deveria se enamorá.
Sem falar do Senhor e a Madame do Engenho que se considerava o Rei e a Rainha do Arraiá, e queriam que seu filho Doutorzinho deveria com a moça se casar.
Devida a tantas perseguições e muita gente querendo o amor de Quinzinho e Mariinha de qualquer forma acabar.
Eles fugiram pra viver num povoado pequenininho nas margens do Rio São Francisco, lugar mais bonito não há, vivendo felizes com Deus Pai a lhes abençoar.
O mundo se tornou egoísta a ponto de cada um cuidar da sua vida, esquecemos de amar o próximo e ajudar também, se você vê um amigo, um irmão, não importa quem seja precisando de uma palavra, não hesite em dar a palavra, pois essa pode ser uma chance de salvar aquela pessoa mesmo que seje dela mesma.
Desistir para Recomeçar
Desistir de amar. Um ato que ecoa uma decisão solene, mas tão pesarosa quanto libertadora. Sim, é um caminho que trilho agora, pois já não vislumbro em meu horizonte a presença de alguém que me acolha verdadeiramente, que me ame com a plenitude que almejo. As cicatrizes de tantas desilusões, os ecos das trocas tão abruptas, como se minha essência fosse mero artigo descartável, ainda ressoam em meu ser.
Foram várias as vezes em que me vi abandonado à própria sorte, como se minha entrega, minha devoção, fossem apenas efêmeras peças em um jogo de sentimentos voláteis. É certo que posso ter cometido equívocos, talvez tenha falhado em perceber nuances sutis, em atender expectativas que desconhecia. Mas em nenhum momento, em nenhuma circunstância, cogitei desfazer-me do próximo como já fizeram comigo, como ainda fazem.
Assim, tomei a decisão de trilhar este caminho sozinho, sem almejar as efêmeras promessas dos contos de fada, sem desejar um romance que se desvaneça com a menor brisa de descontentamento. Optei por voltar meu olhar para o mais íntimo de mim mesmo, para os recantos onde repousam minhas verdades mais profundas.
Talvez, em meio a essa jornada solitária, a vida perceba que mereço algo à altura de meus sonhos, algo que vá além das expectativas mundanas, algo que me eleve e me complete verdadeiramente. Pois, no fim das contas, é na solidão que encontramos a mais pura essência de nossa alma, é na ausência de outros que aprendemos a nos bastar, a nos amar em toda a nossa plenitude.
Desistir de amar não é um ato de fraqueza, mas sim de coragem. É reconhecer nossos limites, nossas dores, e escolher o caminho da autodescoberta, da autoaceitação. É saber que, mesmo sozinho, ainda somos inteiros, ainda somos dignos de todo o amor que o universo tem a oferecer. E quem sabe, um dia, quando menos esperarmos, o amor nos encontre novamente, desta vez em sua forma mais pura e verdadeira.
A Nova Aliança em Jesus Cristo inclui: o mandamento de amar uns aos outros; os ritos do batismo e da ceia; a devoção por meio da oração e da leitura da Bíblia; e o compromisso com deveres sociais, como trabalho.
Respeitar a Deus é honrar a verdade; reconhecer o próximo é amar sua dignidade, mas não se curvar ao erro.
