Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Amantes Apaixonados

Cerca de 6559 frases e pensamentos: Amantes Apaixonados

Azuis são os olhos apaixonados para mim... porque atravessa a alma, mesmo sendo eles castanhos...

Não há diferença entre um sábio e um tolo quando estão apaixonados. Quando alguém está apaixonado, começa por enganar-se a si mesmo e acaba por enganar os outros.

E pela segunda vez eu fui único apaixonado na história até pensei que ela seria minha verdadeira paixão, mas acho que me enganei novamente.

“Curtiu teu post? Deve estar apaixonado… ou você tá só em crise de Clérambault.”

​Sou apenas mais uma louca apaixonada,
Em meio a várias outras neste universo;
Eu te amo com o amor de infinitos amores que não cabem neste simples verso.


​Sou louca, sou apaixonada o suficiente para fazer com que você se torne resultado de muita oração,
Resultado de manhãs, noites e madrugadas de joelhos ao chão.


​Sou apenas mais uma louca apaixonada presa neste mundo sem razão;
Onde Jesus é nosso caminho,
E Deus a nossa direção.


​Sou louca apaixonada pela peça que faltava nos encaixes de meu coração.
Que Deus fez com tanto carinho para mim,
Nunca pensei que amaria tanto alguém assim.
​Até que Deus te colocou em meu caminho, e te deixou assim...
Bem pertinho, bem juntinho de mim.


​— Poetisa.M

Ninguém lhe diz que está apaixonado, mas você sabe.

⁠"Andando pelas ruas sobre a luz do Luar, me deparei com um casal apaixonado sentado em um banco na praça, parei um instante, sentei-me e fiquei a observá-los... Cara de apaixonados com o olhar sereno e entrecortados. Nenhuma palavra saia da boca deles, também nem precisava, o olhar falava por si só.

Tantas coisas para serem ditas, mas que preferiram ficar ali se enamorando sobre a luz do Luar. De repente, meu celular tocou, acordei para atendê-lo, sentei na beirada da cama e percebi que aquele casal apaixonado éramos nós;

Nesse momento, um sorriso tomou conta do meu ser, voltei a deitar e fiquei ali te enamorando pela noite toda."

⁠"Uma eterna apaixonada por palavras, músicas e pessoas inteiras."

Amor

Te escrevo os mais belos versos, Sob o brilho das estrelas do meu olhar apaixonado.

Te canto melodias inéditas, Que apenas teus ouvidos merecem ouvir.

Te abraço com todo o meu ser, Pois cada passo ao teu lado é entrar no paraíso.

Ao teu lado, encontro o sonho, Onde tudo se torna perfeito.

Não há guerra, nem medo, Apenas paz e amor infinito.

Você é minha força esquecida, Minha razão de ser.

Luzia Delmondes
By Luzia Dellmon

O teu beijo me deixou mais doce, mais apaixonado... Será que virei poeta?

⁠"Nem sempre estar apaixonado
é estar feliz!"
Haredita Angel
09.03.22

"Felicidade é estar apaixonada, andar de mãos dadas com o amado, e cochichar em seu ouvido um Eu Te Amo!"
Haredita Angel
20.03.25

⁠Uma das inúmeras provas da Misericórdia de Deus é os asseclas apaixonados não perderem a voz
em meio a tanta Polarização.


Há uma misericórdia muito silenciosa que passa despercebida em meio ao ruído do mundo.


Talvez uma de suas provas mais evidentes seja o fato de que os asseclas apaixonados não perdem a voz, mesmo quando a polarização grita mais alto que a razão.


Em tempos em que a convicção vira trincheira e a opinião empunha arma, manter a voz é mais que um privilégio: é um ato de clemência.


Não porque tudo o que se diz mereça ser dito, mas porque a possibilidade de falar preserva, ao menos, a chance de um dia escutar.


Deus, em Sua paciência infinita, permite que falem — talvez esperando que, no cansaço do próprio eco, descubram o silêncio necessário para a reflexão.


A polarização rouba nuances, simplifica o complexo e transforma pessoas em rótulos.


Ainda assim, ninguém é privado da voz.


Não como punição, não como castigo…


A misericórdia está justamente aí: na permanência da oportunidade.


Enquanto há voz, há possibilidade de revisão, de arrependimento, de amadurecimento.


O silêncio imposto encerraria caminhos; a voz preservada mantém portas entreabertas.


Talvez o verdadeiro milagre não seja que falem tanto, mas que, apesar de tudo, ainda possam falar.


Porque a mesma voz que hoje defende cegamente, amanhã pode pedir perdão.


A mesma garganta que hoje grita slogans, um dia pode sussurrar dúvidas.


E onde há dúvida, ainda há humanidade.


No fim, a misericórdia divina não está em nos calar diante do erro, mas em nos permitir continuar falando até aprendermos, enfim, a dizer algo que realmente valha a pena.

⁠Muitos
“indignados de hoje” são os mesmos apaixonados de ontem, os
Passadores de Pano
para comportamentos abusivos de policiais.


Simplesmente por comprarem uma bem pintada — e quase intocável — imagem de idoneidade policial.


Há uma espécie de conforto em acreditar em figuras incontestáveis.


É mais fácil sustentar a ideia de que existem instituições imunes a falhas do que encarar a complexidade incômoda de que todo poder, quando não muito bem vigiado, pode se corromper.


A romantização cega não apenas distorce a realidade — ela a protege de ser questionada.


O problema não está em reconhecer a importância da função policial, mas em confundir função com caráter, farda com virtude e autoridade com moralidade.


Quando isso acontece, qualquer denúncia vira ataque, qualquer crítica vira ingratidão, e qualquer vítima passa a ser suspeita.


E assim, cria-se um ciclo perverso: abusos são relativizados, silenciados ou justificados em nome de uma suposta “boa causa”.


A indignação, quando surge, costuma vir tarde — geralmente quando a violência rompe a bolha de quem antes se sentia protegido por ela.


Talvez o mais inquietante seja perceber que essa mudança de postura não nasce de uma nova consciência coletiva, mas de uma experiência pessoal.


Enquanto a violência atinge o “outro”, ela é tolerável; quando atravessa a própria pele, torna-se inadmissível.


Mas justiça não pode depender de proximidade.


Consciência não deveria ser fruto de conveniência.


Questionar não enfraquece instituições — fortalece.


O verdadeiro compromisso com a justiça exige coragem para enxergar aquilo que muitos preferem ignorar: que nenhum símbolo está acima de crítica, e que proteger a imagem não pode jamais valer mais do que proteger vidas.

⁠Às vezes, a pressa em comprar Verdade Aveludada é tão grande que os Apaixonados já nem se importam com a Embalagem.


E talvez seja justamente aí que mora o perigo mais silencioso do nosso tempo: não na mentira escancarada, mas na verdade que se deixa moldar ao toque — macia, confortável, ajustável aos desejos de quem a consome.


Uma verdade que não exige esforço, que não confronta, que não pede revisão de rota.


Apenas acolhe, embala e confirma.


Em meio à pressa, desaprendemos o valor do desconforto.


Esquecemos que a verdade, quando genuína, raramente chega pronta para ser aceita; ela provoca, desloca e inquieta.


Mas o espírito apressado não quer esse atrito — ele busca a suavidade de narrativas que caibam perfeitamente em suas certezas pré-fabricadas.


E assim, pouco a pouco, a embalagem deixa de importar porque o conteúdo já foi previamente escolhido.


A polarização se alimenta exatamente desse hábito: não de discordar, mas de não querer sequer considerar.


Cada lado constrói sua vitrine de Verdades Aveludadas, expostas com brilho suficiente para seduzir os que só desejam acreditar.


E quem compra, não lê o rótulo — apenas reconhece o que já sente.


Nesse cenário, a manipulação já nem precisa ser sofisticada; basta ser conveniente.


Não é necessário esconder a incoerência, apenas envolvê-la em familiaridade.


Afinal, quando a emoção se antecipa à razão, qualquer embalagem parece suficiente — desde que o conteúdo não ameace o conforto de quem o consome.


Talvez o maior desafio do nosso tempo não seja encontrar a Verdade, mas reaprender a desacelerar diante dela.


Ter a coragem de examinar o que nos agrada com o mesmo rigor que aplicamos ao que rejeitamos.


Porque, no fim, não é a embalagem que define o valor do que compramos — é a disposição de encarar o que há dentro, mesmo quando já não é tão macio quanto gostaríamos.

⁠As “orações” alicerçadas no ódio dos Idiotas Apaixonados da Esquerda — ou Direita — não alcançam os céus.


Porque não são preces, são disfarces.


Não nascem da humildade, mas da soberba travestida de virtude.


São palavras lançadas ao alto com a pretensão de parecerem justas, quando, na verdade, carregam o peso da condenação seletiva e do desejo íntimo de ver o outro ruir.


Há algo de profundamente contraditório em pedir por justiça enquanto se cultiva o desprezo.


Em clamar por um mundo melhor enquanto se alimenta, diariamente, a pior versão de si mesmo.


O ódio, ainda que bem articulado, não purifica intenções — apenas as revela.


Os apaixonados pela própria narrativa confundem fé com torcida.


Transformam convicções em trincheiras e passam a rezar não por transformação, mas por confirmação.


Querem um céu que concorde até com seus piores ressentimentos, um divino que valide seus desafetos, uma moral que funcione como espelho — nunca como confronto.


Mas o que é verdadeiro não ecoa em gritos raivosos.


O que é elevado não se sustenta em paixões cegas.


E nenhuma palavra carregada de desprezo atravessa o silêncio que separa o ruído humano daquilo que, de fato, exige escuta interior.


Talvez o problema não esteja nas palavras ditas, mas naquilo que as sustenta.


Porque toda oração, antes de subir, precisa ser capaz de descer — ao ponto mais honesto de quem a pronuncia.


E ali, onde não há plateia nem aplauso, o ódio perde a eloquência… e a verdade, enfim, encontra espaço para existir.

⁠Nas gôndolas da política-espetáculo só há aquilo que os apaixonados admiram: criadores de conteúdos.


Não de ideias nem caminhos.


Muito menos de soluções.


A política, que deveria ser o espaço mais rígido do pensamento coletivo — onde conflitos reais da sociedade são encarados com responsabilidade — foi lentamente convertida num palco onde o que importa não é governar, mas performar.


O político deixa de ser um mediador de interesses públicos para tornar-se um personagem que precisa alimentar diariamente a máquina da visibilidade.


Nesse mercado, a coerência vale menos que o engajamento.


A profundidade perde para a viralização.


E o compromisso com a realidade torna-se um obstáculo para quem precisa produzir narrativas rápidas, emocionais e constantemente inflamáveis.


Assim, a política vai sendo reorganizada como um grande shopping de convicções prontas: cada público escolhe a vitrine que mais agrada ao seu afeto, ao seu medo ou à sua raiva.


E, como bons consumidores, muitos já não querem ser confrontados com fatos — preferem apenas ser abastecidos com conteúdos que confirmem suas paixões.


O resultado é uma curiosa inversão: nunca se falou tanto de política, e talvez nunca se tenha pensado tão pouco sobre ela.


Porque quando a política vira entretenimento, o cidadão vira audiência.


E quando o cidadão aceita ser apenas audiência, o poder agradece — afinal, plateias não governam, apenas aplaudem ou vaiam conforme o roteiro do dia.


No fim das contas, o problema não está apenas nas prateleiras dessa política-espetáculo.


Está também nos consumidores que já não procuram estadistas, pensadores ou construtores de futuro.


Procuram apenas o próximo conteúdo que lhes retroalimente seu viés de confirmação.

"Eu me entreguei de corpo e alma na relação, loucamente apaixonada, amando de verdade. Entrei de forma transparente, contei tudo de mim. E sempre contei quando algo me magoava; se repetia, eu ficava chateada, me expressava dizendo que de novo não tinha gostado de tal comportamento. Dentro de mim, várias vezes eu gritei e chorei, sem aguentar mais, porque eu não era ouvida. Me sentia sem voz, desvalorizada, desmotivada. Mas isso não é lembrado. Depois você se quebra, se torna vários fragmentos do que foi um dia. Aí você é julgada, tachada de várias coisas: preguiçosa, a que não colabora. E tudo que você faz todos os dias é tentar sobreviver, mesmo sem ter esperança de se reerguer. Você torce pelas pessoas que ama, deseja sucesso, o melhor da vida. E fica ali, aguardando lentamente os dias passarem, para quando esse dia chegar, poder descansar, fechar os olhos e não mais abrir."

⁠Quem romantiza soluções apaixonadas ao alcance das mãos, por descuido, maldade ou capricho, romantiza qualquer coisa: até agendas ocultas.

O político influencer tem o direito de considerar idiotas seus asseclas apaixonados, mas não mais que ele.⁠