Amantes Apaixonados

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Hoje e sempre, estarei assim apaixonada por mim, me descubro a cada minuto e alegro-me, pelos sinais que o tempo marca em meu rosto, pelos risos, que contagiam meu espelho, me dando o direito de sorrir mais e mais, da arte de viver..... Nem vou ligar, se o espelho quebrar, pois sempre irá sobrar uma pontinha pra eu olhar....

Natalirdes Botelho

Sou um louco apaixonado com pequenos lapsos de sensatez ⁠

“Curtiu teu post? Deve estar apaixonado… ou você tá só em crise de Clérambault.”

Um homem apaixonado, é um homem fraco

Triste não é chorar por amor, e sim nunca ter recebido, um sorriso e um olhar apaixonado.

Mesmo Sendo Sempre Criticada e Julgada: Eu Continuo Apaixonada Por Jesus❤️‍🔥

⁠ Depois de um dia inteiro me sentindo uma adolescente do seu lado, uma apaixonada ciumenta risonha, só quero não encontrar com você novamente e voltar a me comportar como uma jovem senhora quase na casa dos trinta.

_Srt.Cristiliano

“Sou apaixonado por gente doida pela liberdade, pelas malucas de igualdade, ávidas de fraternidade.”

Todos olham apaixonados para as obras no museu, porém poucos são aqueles que se importam com o nome do arqueólogo.
Assim sorrimos para quem nos emoldura, ignorando aquele sem o qual as mais belas verdades ainda estariam enterradas sobre os escombros empoeirados de nosso ser.

Quando você está apaixonado,
Um simples gesto ou ação
te faz "lembrar alguém";
como por exemplo:
-Uma música, um sorriso,
-Uma frase, um livro,
-Uma cor, um olhar,
-Uma lembrança, um toque,
-Uma história, um final feliz,
-Uma cor, um abraço
-Uma piada ou um sorriso.
(Dentre outros...)

"O amor é maravilhoso!"

⁠Muitos
“indignados de hoje” são os mesmos apaixonados de ontem, os
Passadores de Pano
para comportamentos abusivos de policiais.


Simplesmente por comprarem uma bem pintada — e quase intocável — imagem de idoneidade policial.


Há uma espécie de conforto em acreditar em figuras incontestáveis.


É mais fácil sustentar a ideia de que existem instituições imunes a falhas do que encarar a complexidade incômoda de que todo poder, quando não muito bem vigiado, pode se corromper.


A romantização cega não apenas distorce a realidade — ela a protege de ser questionada.


O problema não está em reconhecer a importância da função policial, mas em confundir função com caráter, farda com virtude e autoridade com moralidade.


Quando isso acontece, qualquer denúncia vira ataque, qualquer crítica vira ingratidão, e qualquer vítima passa a ser suspeita.


E assim, cria-se um ciclo perverso: abusos são relativizados, silenciados ou justificados em nome de uma suposta “boa causa”.


A indignação, quando surge, costuma vir tarde — geralmente quando a violência rompe a bolha de quem antes se sentia protegido por ela.


Talvez o mais inquietante seja perceber que essa mudança de postura não nasce de uma nova consciência coletiva, mas de uma experiência pessoal.


Enquanto a violência atinge o “outro”, ela é tolerável; quando atravessa a própria pele, torna-se inadmissível.


Mas justiça não pode depender de proximidade.


Consciência não deveria ser fruto de conveniência.


Questionar não enfraquece instituições — fortalece.


O verdadeiro compromisso com a justiça exige coragem para enxergar aquilo que muitos preferem ignorar: que nenhum símbolo está acima de crítica, e que proteger a imagem não pode jamais valer mais do que proteger vidas.

⁠Às vezes, a pressa em comprar Verdade Aveludada é tão grande que os Apaixonados já nem se importam com a Embalagem.


E talvez seja justamente aí que mora o perigo mais silencioso do nosso tempo: não na mentira escancarada, mas na verdade que se deixa moldar ao toque — macia, confortável, ajustável aos desejos de quem a consome.


Uma verdade que não exige esforço, que não confronta, que não pede revisão de rota.


Apenas acolhe, embala e confirma.


Em meio à pressa, desaprendemos o valor do desconforto.


Esquecemos que a verdade, quando genuína, raramente chega pronta para ser aceita; ela provoca, desloca e inquieta.


Mas o espírito apressado não quer esse atrito — ele busca a suavidade de narrativas que caibam perfeitamente em suas certezas pré-fabricadas.


E assim, pouco a pouco, a embalagem deixa de importar porque o conteúdo já foi previamente escolhido.


A polarização se alimenta exatamente desse hábito: não de discordar, mas de não querer sequer considerar.


Cada lado constrói sua vitrine de Verdades Aveludadas, expostas com brilho suficiente para seduzir os que só desejam acreditar.


E quem compra, não lê o rótulo — apenas reconhece o que já sente.


Nesse cenário, a manipulação já nem precisa ser sofisticada; basta ser conveniente.


Não é necessário esconder a incoerência, apenas envolvê-la em familiaridade.


Afinal, quando a emoção se antecipa à razão, qualquer embalagem parece suficiente — desde que o conteúdo não ameace o conforto de quem o consome.


Talvez o maior desafio do nosso tempo não seja encontrar a Verdade, mas reaprender a desacelerar diante dela.


Ter a coragem de examinar o que nos agrada com o mesmo rigor que aplicamos ao que rejeitamos.


Porque, no fim, não é a embalagem que define o valor do que compramos — é a disposição de encarar o que há dentro, mesmo quando já não é tão macio quanto gostaríamos.

⁠Nas gôndolas da política-espetáculo só há aquilo que os apaixonados admiram: criadores de conteúdos.


Não de ideias nem caminhos.


Muito menos de soluções.


A política, que deveria ser o espaço mais rígido do pensamento coletivo — onde conflitos reais da sociedade são encarados com responsabilidade — foi lentamente convertida num palco onde o que importa não é governar, mas performar.


O político deixa de ser um mediador de interesses públicos para tornar-se um personagem que precisa alimentar diariamente a máquina da visibilidade.


Nesse mercado, a coerência vale menos que o engajamento.


A profundidade perde para a viralização.


E o compromisso com a realidade torna-se um obstáculo para quem precisa produzir narrativas rápidas, emocionais e constantemente inflamáveis.


Assim, a política vai sendo reorganizada como um grande shopping de convicções prontas: cada público escolhe a vitrine que mais agrada ao seu afeto, ao seu medo ou à sua raiva.


E, como bons consumidores, muitos já não querem ser confrontados com fatos — preferem apenas ser abastecidos com conteúdos que confirmem suas paixões.


O resultado é uma curiosa inversão: nunca se falou tanto de política, e talvez nunca se tenha pensado tão pouco sobre ela.


Porque quando a política vira entretenimento, o cidadão vira audiência.


E quando o cidadão aceita ser apenas audiência, o poder agradece — afinal, plateias não governam, apenas aplaudem ou vaiam conforme o roteiro do dia.


No fim das contas, o problema não está apenas nas prateleiras dessa política-espetáculo.


Está também nos consumidores que já não procuram estadistas, pensadores ou construtores de futuro.


Procuram apenas o próximo conteúdo que lhes retroalimente seu viés de confirmação.

⁠As “orações” alicerçadas no ódio dos Idiotas Apaixonados da Esquerda — ou Direita — não alcançam os céus.


Porque não são preces, são disfarces.


Não nascem da humildade, mas da soberba travestida de virtude.


São palavras lançadas ao alto com a pretensão de parecerem justas, quando, na verdade, carregam o peso da condenação seletiva e do desejo íntimo de ver o outro ruir.


Há algo de profundamente contraditório em pedir por justiça enquanto se cultiva o desprezo.


Em clamar por um mundo melhor enquanto se alimenta, diariamente, a pior versão de si mesmo.


O ódio, ainda que bem articulado, não purifica intenções — apenas as revela.


Os apaixonados pela própria narrativa confundem fé com torcida.


Transformam convicções em trincheiras e passam a rezar não por transformação, mas por confirmação.


Querem um céu que concorde até com seus piores ressentimentos, um divino que valide seus desafetos, uma moral que funcione como espelho — nunca como confronto.


Mas o que é verdadeiro não ecoa em gritos raivosos.


O que é elevado não se sustenta em paixões cegas.


E nenhuma palavra carregada de desprezo atravessa o silêncio que separa o ruído humano daquilo que, de fato, exige escuta interior.


Talvez o problema não esteja nas palavras ditas, mas naquilo que as sustenta.


Porque toda oração, antes de subir, precisa ser capaz de descer — ao ponto mais honesto de quem a pronuncia.


E ali, onde não há plateia nem aplauso, o ódio perde a eloquência… e a verdade, enfim, encontra espaço para existir.

⁠Uma das inúmeras provas da Misericórdia de Deus é os asseclas apaixonados não perderem a voz
em meio a tanta Polarização.


Há uma misericórdia muito silenciosa que passa despercebida em meio ao ruído do mundo.


Talvez uma de suas provas mais evidentes seja o fato de que os asseclas apaixonados não perdem a voz, mesmo quando a polarização grita mais alto que a razão.


Em tempos em que a convicção vira trincheira e a opinião empunha arma, manter a voz é mais que um privilégio: é um ato de clemência.


Não porque tudo o que se diz mereça ser dito, mas porque a possibilidade de falar preserva, ao menos, a chance de um dia escutar.


Deus, em Sua paciência infinita, permite que falem — talvez esperando que, no cansaço do próprio eco, descubram o silêncio necessário para a reflexão.


A polarização rouba nuances, simplifica o complexo e transforma pessoas em rótulos.


Ainda assim, ninguém é privado da voz.


Não como punição, não como castigo…


A misericórdia está justamente aí: na permanência da oportunidade.


Enquanto há voz, há possibilidade de revisão, de arrependimento, de amadurecimento.


O silêncio imposto encerraria caminhos; a voz preservada mantém portas entreabertas.


Talvez o verdadeiro milagre não seja que falem tanto, mas que, apesar de tudo, ainda possam falar.


Porque a mesma voz que hoje defende cegamente, amanhã pode pedir perdão.


A mesma garganta que hoje grita slogans, um dia pode sussurrar dúvidas.


E onde há dúvida, ainda há humanidade.


No fim, a misericórdia divina não está em nos calar diante do erro, mas em nos permitir continuar falando até aprendermos, enfim, a dizer algo que realmente valha a pena.

⁠⁠⁠Quem não se curva aos caprichos dos apaixonados — não precisa mendigar respeito, sobretudo de gente tão confusa.


Especialmente das que confundem coisas tão simples como: arrogância com bravura, autoritarismo com autoridade, discurso de ódio com liberdade de expressão e bajulação com admiração.


Salve as Forças Armadas brasileiras!


São tão confusos a ponto de trocarem princípios por gritos, razão por devoção cega, e coragem por brutalidade.


Chamam arrogância de bravura, como se elevar a voz fosse prova de grandeza.


Confundem autoritarismo com autoridade, sem perceber que a verdadeira autoridade não se impõe — se sustenta.


E ainda se vestem de discurso de ódio com o rótulo de liberdade de expressão, ignorando que liberdade não é licença para ferir.


E, pasmem, confundem descaradamente bajulação com admiração, porque nunca aprenderam a respeitar sem se ajoelharem.


O problema não está em ter convicções, mas em permitir que elas substituam o discernimento.


Paixões desenfreadas não constroem — atropelam.


E quem vive de idolatria costuma se ofender com qualquer espelho que revele a própria incoerência.


Respeito não se implora.


Se pratica, se demonstra, se preserva.


E quem sabe disso não se curva a histerias coletivas nem se deixa intimidar por certezas barulhentas e vazias.


Salve as Forças Armadas brasileiras —
não como instrumento de paixões momentâneas,
mas como instituições de Estado,
que existem para servir à nação, à Constituição e à ordem,
nunca a delírios, vaidades ou projetos pessoais.


Porque maturidade democrática também é saber distinguir força de violência,
autoridade de abuso,
e amor ao país de fanatismo disfarçado de patriotismo.

⁠Qualquer político-influencer pode até acreditar que seus “asseclas mais apaixonados” sejam tão idiotas quanto ele.


A arrogância — especialmente a que se traja de bravura — costuma precisar desse autoengano para sobreviver.




O que não lhe cabe, jamais, é estender tão medonho juízo de valor a todo um povo.


O povo não é rebanho permanente, nem plateia cativa de narrativas requentadas.


Ele erra, sim, — mas também aprende, desperta, compara e aprende a cobrar.


Subestimá-lo é confissão de covardia: medo da lucidez alheia, temor do dia em que o encantamento se rompe e a máscara cai.


No fim, quem trata o povo como idiota útil, revela menos sobre o povo e muito mais sobre a própria pequenez.


E, como são pequenos os políticos-influencers, e qualquer da vida pública, que fingem zelar pelo povo, produzindo conteúdos fragmentados.

⁠Basta um famoso qualquer — apaixonado e cheio de razão — tropeçar na arrogância do próprio salto, para as nossas cabeças alugadas se envaidecerem.


Especialmente se isso retroalimentar nosso viés de confirmação.


Mas o que quase sempre nos passa despercebido, é o fato de muitos famosos serem comprados para auxiliar na locação das nossas cabeças.


⁠⁠Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.⁠⁠


Todos — absolutamente todos — têm pleno direito de discordar da opinião contrária, que parece por vezes não mais alicerçar, oportunizar e preceder todo e qualquer debate.


Mas desde que saibam discordar sem desumanizar.

⁠Quem romantiza soluções apaixonadas ao alcance das mãos, por descuido, maldade ou capricho, romantiza qualquer coisa: até agendas ocultas.

Os apaixonados que acreditam que o Braço Armado do Estado existe para se curvar aos Caprichos dos Insensatos teriam muito mais hombridade se trocassem os Eventos Militares por Bonecas Inanimadas.⁠