Amamos o Desejo Nao o ser Desejado

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Até os sonhos têm cercas invisíveis que os mantêm de pé.
Ser livre não é fazer tudo, é escolher o que vale a pena.
A mente pode ser prisão ou horizonte — escolha nossa.

Não somos livres de morrer, mas somos livres para viver antes. Ser livre é aceitar que nunca será total, mas sempre será essencial.

Não sou perfeito, e nem quero ser. Estou aqui para evoluir, para me tornar alguém melhor a cada dia. Ouçam a minha mensagem, mas não julguem o mensageiro.
Tenho muitos defeitos, mas carrego um dos maiores dons que alguém pode ter: caráter. Jamais traí alguém e nunca fui ingrato com quem me ajudou quando eu precisei. Prefiro perder amizades do que perder a minha verdade. Prefiro ser sincero e ferir um ego do que mentir para agradar.
Como já falei, dou a mínima para quem fala mal de mim. Sinceramente, não sinto nada por quem me julga ou me chama de estúpido só porque falo a verdade. Exemplo? Mesmo que fosse a pessoa que eu mais amasse na vida, se ela fizesse algo errado eu iria corrigi-la, mas ao mesmo tempo eu estaria ao lado dela, porque amar também é ensinar.
Quem não é criticado, não vive de verdade, e eu não vivo para bajular ninguém.
Goste de mim ou não, continuarei sendo eu mesmo. Minhas palavras podem incomodar, mas são reais, e não vou mudar só porque alguém se sentiu ofendido.
Quem vive de verdade não tem medo de desagradar.

“Apesar de ser uma poderosa ferramenta, a razão humana não é absoluta: pode gerar dúvidas, confusões ou interpretações equivocadas. A mente, ao invés de abarcar a amplitude da realidade, muitas vezes se fecha em pequenos espaços conceituais.”

Uma vez eu tentei ser normal… Foram os piores 2 minutos da minha vida! Não siga minhas pegadas, também estou muito perdido!

Cuidado para não ser escravo daquilo que chama de conquista

“Ser homem não é impor medo, é oferecer segurança.”

Não tememos, pois não temos nada a perder, a não ser a vida, e essa já está prometida a morte.

Flores são pra ser dadas
e recebidas com amor.
não pra ser usadas por remorso, ou antecedentes de desculpas.

O Paradoxo Humano


Entre o gênio e o psicopata, existe o ser que sente.
Não brilha demais, nem enlouquece por completo —
mas carrega dentro do peito uma guerra silenciosa.


Ele teme, mas enfrenta.
Cansa, mas insiste.
Diz que vai desistir — e logo recomeça.


Não resolve o impossível com fórmulas,
nem vence o medo com frieza.
Vence pela teimosia de continuar,
mesmo quando o mundo desaba.


É paradoxal:
chora, mas sorri.
cai, mas cresce.
erra, mas entende.


E talvez seja esse o verdadeiro dom:
ser contraditório, mas inteiro.
ser falho, mas real.
ser humano — e ainda assim, desafiar o destino.

Ser mulherão não é sobre corpo, é sobre alma.
Sobre vencer sem pisar, amar mesmo ferida,
e continuar com fé, mesmo quando o mundo desaba.


–Purificação

O ser dito "humano" não se julga ou não se entende capaz de algo sem a ajuda alheia. Raros são os que acreditam serem capazes de caminhar e de entender as forças que o cercam.
A vida tem estradas invisíveis de luz e de completa escuridão.
O livre-arbítrio é esse divisor. Vc não o enxerga, mas ele está ali para os que o percebem no sentir. Faz-se necessário comunhão com a vida e o bem-querer.

Ser professor, não é apenas ensinar, é inspirar seus alunos a serem melhores a cada dia, é plantar conhecimento, é enxergar além tempo, é ter paciência e acreditar no futuro da educação como caminho para o sucesso!! Feliz dia do professor a todos os meus colegas de profissão!

"Simplicidade é uma disposição existencial, não um lexicídio. Ser essencialista é cultivar leveza com densidade, sem escorregar no reducionismo nem temer a complexidade."

“Quem pensa como águia não pode esperar ser entendido por quem tem a gaiola… o voo não cabe em correntes.”


Aurora Interior

A regra deveria ser clara: se você tem muitas coisas a fazer e não sabe por onde começar, ficar parado não vai adiantar! 17/10/2025

Ser adolescente, dói.
E dói porque ainda não se aprendeu a viver num mundo que exige respostas rápidas para perguntas que o coração ainda nem formulou.


A escola… ah, a escola!
Lugar onde tudo acontece: o primeiro amor, a primeira vergonha, o primeiro medo, o primeiro sonho.
Mas também o primeiro cansaço.
A escola deveria ser um jardim, onde flores crescem em tempos diferentes.
Mas muitas vezes se parece mais com um campo de provas — onde se mede a vida com régua, sem perceber que o que realmente importa não cabe em nota nenhuma.


Os professores ensinam matemática, gramática, fórmulas e regras.
Mas quase nunca ensinam o que fazer com a tristeza.
Não porque não queiram — é porque também esqueceram.
A escola os ensinou a ensinar, mas não os ensinou a escutar.


E os alunos?
Os alunos são como passarinhos em gaiolas douradas: têm asas, mas o medo de errar é maior do que a vontade de voar.
São cobrados a todo instante — para tirar notas boas, para ter um futuro brilhante, para ser alguém na vida.
Mas ninguém pergunta se eles estão bem agora.


Há uma pressa cruel dentro das escolas.
Uma urgência de produzir resultados, como se a alma tivesse prazo de validade.
E nesse corre-corre, perde-se o essencial: o encanto, o espanto, a curiosidade — aquilo que faz o aprender ser alegria, e não sofrimento.


A escola deveria ensinar o prazer de descobrir.
Mas o que muitos adolescentes sentem é medo.
Medo de decepcionar.
Medo de não ser suficiente.
Medo de existir fora do padrão.


É por isso que tantos se calam.
Falam pouco, riem menos, choram escondidos.
A ansiedade e a depressão passeiam pelos corredores, silenciosas como sombras que ninguém quer ver.
E os adultos, tão preocupados em ensinar o conteúdo, esquecem que antes de alunos, ali existem pessoas — pequenas almas em construção.


Falta empatia.
Falta o olhar que escuta e o ouvido que acolhe.
Falta a coragem de parar a lição por um minuto e perguntar: “O que está doendo em você?”


Rubem Alves dizia que ensinar é um ato de amor, e que o amor só floresce onde há escuta.
Talvez devêssemos reaprender a ensinar — não com o giz, mas com o coração.
Porque no fundo, o que cura a dor de ser adolescente não é o sucesso, nem o diploma, mas o simples gesto de alguém que vê o invisível e diz:


“Você pode ser o que quiser. Inclusive, você mesmo.”

Ser feliz não é um estatuto, é um caminho que se refaz em passos pequenos.

©24 dez.2014 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Quem disse que eu não sei jogar o jogo da vida. Basta ser verdadeiro a todo momento, isso vai fazer sempre a diferença.

Há caminhos que pertencem apenas a nós. Não adianta explicar, nem tentar ser compreendido. Algumas dores podemos compartilhar, mas nunca dividir. É nesse território íntimo que habita a solidão — não a que isola, mas a que revela. Onde o peso da missão, às vezes, fala mais alto do que o sentido que a sustenta. Mas ainda assim, pode ser um lugar fértil: em que solidão vira solidez e transforma a ótica pela qual atravessamos a vida.