Amamos o Desejo Nao o ser Desejado

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O amor migra no tempo
Quando amamos, tudo é real. Mas, quando esse amor migra para o passado, os anos vão passando e nós seguimos aqui. Até o tempo se dilui, a ponto de quase não restarem lembranças. Nada resiste ao tempo, principalmente quando o coração se perde no espaço, na dimensão da eternidade.
Autor: Yonne Moreno

⁠Cuidar de quem amamos é um gesto concreto de unidade

Existem vários tipos de amores:
Amor bandido.
Amor gostoso.
Amor que amamos
Amor que assusta
Amor que se foi
Amor que não veio
Amor que se confia
Amor que trai
E o pior dos amores é aquele que não vivemos, não brigamos por ele, deixamos passar sem perceber que esse era o amor verdadeiro.
(Saul Beleza)

Enquanto amamos ou odiamos sandálias


Demétrio Sena - Magé


Cenários graves vão se desenhando, enquanto criam cortinas de fumaça, como a polêmica fútil sobre amar ou odiar as Sandálias Havaianas. Leis do poder público em diferentes instâncias contra o cidadão brasileiro, notícias importantes sobre decisões sociais que podem mudar nossas vidas, agendas culturais relevantes e avanços científicos globais passam por nós, enquanto estamos ocupados com futilidades. O ataque dos Estados Unidos à Venezuela, por exemplo, foi um processo não percebido a contento, em razão do excesso de memes vazios que abarrotam a internet, mundo ao qual dedicamos boa parte de nossas vidas, mas não de modo adequado. Aceitamos notícias sem procedência, provocações que não merecem atenção e bolsonarismos comportamentais que já devíamos ter enterrado, enquanto passam "boiadas" decisórias dos poderes, quase sempre danosas para o cidadão comum.


A internet é rica em informação, arte, literatura e outros assuntos relevantes (entre preocupantes e prazerosos) que perdemos, porque estamos quase sempre concentrados em trocas de farpas improdutivas (existem farpas produtivas?), memes e brincadeiras que camuflam assuntos, informações e novidades que podem ser essenciais para nós. É ruim nos divertirmos na internet? Não. Claro que não. A diversão, o entretenimento e até as trocas de gozaçoes fazem parte da vida, dentro e fora do mundo cibernético, mas... não podem servir para nos alienar e deixar de fora dos acontecimentos e até das decisões internas e mundiais que têm o poder de mudar as nossas vidas. Para melhor ou pior. Temos uma ferramenta fantástica de avanço pessoal e corporativo, porém, usamos essa ferramenta contra nós mesmos.


Sem abraçar alarme, sensacionalismo e terror, cada cidadão deve dividir seu tempo entre os prazeres pessoais e as atenções que nossa cidade, nosso estado, o país e o mundo exigem. O avanço tecnológico cibernético deve significar nosso avanço como ser social; não o nosso retorno à idade média. De que nos vale uma conexão que nos desconecta com a realidade, transformando em mundinho pessoal o nosso acesso ao "mundão" em constantes transformações políticas, sociais, culturais e civilizatórias?
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Respeite autorias. É lei

Quando nos amamos de verdade, deixamos de buscar aprovação no externo e nos tornamos o espelho que reflete nossa verdadeira grandeza.

⁠O vazio deixado por aqueles que amamos nesse mundo e partiram antes de nós, nos envolve em meio a um rio de tristeza, lembranças infinitas e saudades imortais...
Mesmo que passe o tempo, serão sempre bem lembrados pelo que deixaram de si...

Devemos conhecer profundamente aquilo que amamos.

⁠Somos naturalmente responsáveis por quem amamos.

O Amor em sua imponência sempre despertará sua verdadeira essência naqueles que amamos.

PARTIDA
Quando parti alguém que amamos e nós deixa sem notícias... Ou despedidas... O coração dói e alma chora.

Lidar com as pessoas que amamos é um desafio diário. O amor é lindo, os momentos felizes são lindos, mas isso não diminui a importância da convivência. Conviver com alguém — seja parecido ou diferente de nós — acaba levantando uma pergunta:
Será que só o amor basta?

“Às vezes amamos pouco a Jesus, pois, em nossa concepção, achamos que temos poucos pecados a serem perdoados.”
— Anderson Silva

A honestidade é a virtude que nos permite olhar nos olhos de quem amamos, sem o peso da culpa ou o medo de sermos descobertos, vivendo uma vida autêntica e verdadeira.

Dói mais quando vem de quem amamos, mas se afastar também é um ato de amor próprio.

Em outras vidas...




Em outras vidas nos encontramos e nos amamos como nunca antes,


Já fui teu servo no Egito antigo e tu era uma princesa, ali começamos a nossa história de amor com infinitos e gloriosos encontros e desencontros,


Em uma de nossas despedidas construí o Taj Mahal para que o mundo pudesse saber o quanto amei e amarei você por todas as nossas vidas,

Lembra-se, quando você chegou em vida como a grandiosa Marie Curie e entre tantos cálculos e descobertas ainda encontrava tempo para tocar suavemente o seu piano para mim,


Hoje renasci e sinto profundamente que você também, estou a sua espera e a sua procura meu amor para darmos continuidade ao que imagino nunca ter um fim.

Entre o amor e a desconfiança
Amamos com culpa nas mãos,
e medo nos olhos.
O amor veio torto,
nasceu de um erro
e quis se endireitar no caminho.
Eu pedi paz,
ela pediu confiança.
Mas o silêncio gritava
mais alto que as promessas
e os gestos desmentiam as palavras.
Carregamos passados como sombras,
seguindo a gente mesmo ao meio-dia.
Ciúmes não eram falta de amor,
eram excesso de insegurança,
era o pavor de ser trocado
do mesmo jeito que um dia alguém foi.
Ela dizia “confia”,
mas não largava as portas abertas.
Eu dizia “fico”,
mas já estava cansado de vigiar.
Nos amamos…
mas amor sem credibilidade
vira dúvida,
vira nó no peito,
vira guerra fria entre dois corações cansados.
Talvez não tenha faltado sentimento.
Talvez tenha faltado coragem
de ser inteiro,
de ser claro,
ou de admitir que amar
não é suficiente quando não há paz.
E assim seguimos
não por falta de amor,
mas por excesso de medo
de ficar
ou de partir.

Às vezes é preciso deixar ir aquele que amamos, nem sempre é recíproco. E se um dia foi, hoje não é mais.

Muitas vezes porque os amamos, é ainda maior a nossa dor quando a mágoa é causada por aqueles de quem não esperamos nada de mal.

Com a idade o tempo muda: muda onde vamos e o que fazemos, o que falamos e amamos, e o que vemos e pensamos!
Mudanças: é um desejo de controle ou adaptação e permite enxergar oportunidades onde antes havia bloqueios; por meio de novos fatos, é o ponto de partida para um novo olhar sobre a vida para evoluir!
Tristeza e felicidade não são apenas opostos, mas estados complementares, coexistindo e alternando-se para o amadurecimento; "a felicidade é uma edificação diária enquanto a tristeza é uma resposta as perdas e desafios"!
À alternância inevitável entre dias felizes e fases difíceis, em essência, sugere que viver não é uma linha reta, mas um fluxo constante que molda alguém na alternância dos momentos!

Amamos simplesmente 'porque sim', sem explicações — eis a essência que importa. É amar a pessoa em sua integralidade, pela transformação que provoca em nós e pelos sentimentos que nascem desse vínculo. É isso que forja uma relação profunda e singular. As diferenças de opinião pouco importam; o que vale é celebrar a conexão genuína, as memórias construídas a dois e o aprendizado mútuo. Que você cultive esse amor, presente ou futuro, e o viva em sua plenitude.